O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
RECEITA PARA A FELICIDADE /
EM KHABAROVSY OU /
EM QUALQUER PARTE /
Um grandioso bulevar com árvores /
um Café grandioso ao sol /
com café preto e forte em xícaras minúsculas //
Alguém não necessariamente muito lindo, /
homem ou mulher, que te ama /
Um belo dia./
Lawrence Ferlinghetti /
de "Olho e Peito Abertos" - 1973 /
tradução de Nelson Ascher
terça-feira, 22 de setembro de 2009
HANS BELLMER / Katowice - Polônia 1902 - París - França 1975 /
Desenhista, escultor e fotógrafo. Por
volta de 1925, e residindo na Alemanha, ficou conhecido
pela realização de bonecos tamanho natural representando
fêmeas adolescentes em poses pornográficas.
Bellmer é um virtuoso, conhecedor do desenho
renascentista, e ligado aos surrealistas. Foi um
dos principais cultores da denominada "arte erótica",
e um retratista medido e precisso na técnica do
crayón. / Em 1926 trabalhou como designer para sua
agência de publicidade. / Depois de se opor as idêias
do partido Nazi a respeito da arte, e declarar que
nunca faria qualquer trabalho para o novo estado alemão,
começa seu projeto de "bonecos", inspirado
nos bonecos de madeira europeus do século XVI. Os
"bonecos-manequins" surgem como uma crítica
ao automatismo e o "culto ao corpo perfeito",
dominante na Alemanha da época. / Em 1936, finalmente
seu trabalho e considerado "degenerado", sendo forçado
a fugir para a França. Acolhido por André Breton, publica
suas fotografias na revista surrealista "Minotaure".
Durante a guerra participa da Resistencia, preso e confinado
a prisão "Camp des Mille", só seria libertado em 1940.
Finalizado o conflito, viveu o resto da vida em París.
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