O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Com a xilogravura, o desenho tornou-se pela primeira vez
tecnicamente reproductível, muito antes que a imprensa
prestasse o mesmo serviço para a palavra escrita. Conhecemos as gigantescas transformações provocadas
pela imprensa, a reprodução técnica da escrita.
Mas a imprensa representa apenas um caso especial,
embora de importância decisiva, de um processo histórico
mais amplo. À xilogravura, na Idade Média, segue-se à estampa em chapa de cobre e a água forte, assim como
a litografia no início do século XIX.
Com a litografia, a técnica de reprodução atinge uma etapa
essencialmente nova. Esse procedimento muito mais preciso
que distingue a transição do desenho numa pedra
de sua incisão sobre um bloco de madeira ou numa prancha de cobre, permitiu as artes gráficas pela primeira vez
colocar no mercado suas produções não somente
em massa, como já acontecia antes, mas também sob
a forma de criações, sempre novas. Dessa forma as artes
gráficas adquiriram os meios de ilustrar a vida cotidiana.
Graças a litografia, elas começaram a situar-se no mesmo
nível que a imprensa. A litografia ainda estava em seus
primórdios, quando foi ultrapassada pela fotografia.
Pela primeira vez no processo de reprodução de imagem,
a mão foi liberada das responsabilidades artísticas
mais importantes, que agora cabiam unicamente ao olho.
Como o olho apeende mais depressa do que a mão desenha, o processo de reprodução de imagens experimentou tal aceleração que começou a situar-se no
mesmo nível da palavra oral. Se o jornal ilustrado estava
contido virtualmente na litografia, o cinema falado estava
contido virtualmente na fotografia.
A reprodução técnica do som iniciou-se no fim do século XIX. Com ela, a reprodução técnica atingiu um nivel
de qualidade, que não somente podia transformar em seus
objetos a totalidade das obras de arte tradicionais, submetendo-as a transformações profundas como conquistar para si um lugar próprio entre os procedimentos
artísticos.
Para estudar esse padrão, nada é mais instrutivo que examinar como suas duas funções - a reprodução da obra
de arte e a arte cinematográfica repercutem uma sobre a outra"
Walter Benjamin
trechos extraídos do livro "A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica"
tecnicamente reproductível, muito antes que a imprensa
prestasse o mesmo serviço para a palavra escrita. Conhecemos as gigantescas transformações provocadas
pela imprensa, a reprodução técnica da escrita.
Mas a imprensa representa apenas um caso especial,
embora de importância decisiva, de um processo histórico
mais amplo. À xilogravura, na Idade Média, segue-se à estampa em chapa de cobre e a água forte, assim como
a litografia no início do século XIX.
Com a litografia, a técnica de reprodução atinge uma etapa
essencialmente nova. Esse procedimento muito mais preciso
que distingue a transição do desenho numa pedra
de sua incisão sobre um bloco de madeira ou numa prancha de cobre, permitiu as artes gráficas pela primeira vez
colocar no mercado suas produções não somente
em massa, como já acontecia antes, mas também sob
a forma de criações, sempre novas. Dessa forma as artes
gráficas adquiriram os meios de ilustrar a vida cotidiana.
Graças a litografia, elas começaram a situar-se no mesmo
nível que a imprensa. A litografia ainda estava em seus
primórdios, quando foi ultrapassada pela fotografia.
Pela primeira vez no processo de reprodução de imagem,
a mão foi liberada das responsabilidades artísticas
mais importantes, que agora cabiam unicamente ao olho.
Como o olho apeende mais depressa do que a mão desenha, o processo de reprodução de imagens experimentou tal aceleração que começou a situar-se no
mesmo nível da palavra oral. Se o jornal ilustrado estava
contido virtualmente na litografia, o cinema falado estava
contido virtualmente na fotografia.
A reprodução técnica do som iniciou-se no fim do século XIX. Com ela, a reprodução técnica atingiu um nivel
de qualidade, que não somente podia transformar em seus
objetos a totalidade das obras de arte tradicionais, submetendo-as a transformações profundas como conquistar para si um lugar próprio entre os procedimentos
artísticos.
Para estudar esse padrão, nada é mais instrutivo que examinar como suas duas funções - a reprodução da obra
de arte e a arte cinematográfica repercutem uma sobre a outra"
Walter Benjamin
trechos extraídos do livro "A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica"
domingo, 21 de fevereiro de 2016
CLAUDE MONET
Paris, França 1840 - Giverny, França 1926
Pintor.
Foi o chefe do Movimento Impressionista francês.
Em 1856, depois de cursar estudos na Escola Secundária
de Artes, conhece, nas praias de Normandia, Eugène Boudin, famoso pintor paisajista, que lhe ensinou algumas técnicas de pintura ao ar livre.
Em 1857 viaja a Paris para estudar pintura, e os clássicos
no Louvre.
Decepcionado com o ensino da pintura acadêmica
na Universidade, em 1862 foi estudar no ateliê do pintor Charles Gleyer, onde conheceu Camille Pissarro, um dos pioneiros do Impressionismo, e Gustave Courbet. Juntos desenvolveram a técnica de pintar o efeito das luzes
com rápidas pinceladas, o que mais tarde seria conhecido
como Impressionismo.
Em 1870, no início da guerra Franco-Prussiana, muda-se
com a familia para Argenteuil, onde passou a receber
os amigos impressionistas.
Em 1899, em sua propriedade em Giverny, tinha um lago
e uma pequena ponte japonesa que inspirou a série dos
"Nenúfares", pinturas de grandes dimensões, prenúncio
do Abstracionismo.
No fim da sua vida, Monet teve cataratas. A doença
o atacou por causa das muitas horas com seus olhos expostos ao sol. Durante sua doença não parou de pintar,
utilizando cores mais fortes.
Morreu em 1926 e está enterrado no cemitério da igreja
de Giverny, na alta Normandia, no norte da França.
dados extraídos da Wikipédia
Paris, França 1840 - Giverny, França 1926
Pintor.
Foi o chefe do Movimento Impressionista francês.
Em 1856, depois de cursar estudos na Escola Secundária
de Artes, conhece, nas praias de Normandia, Eugène Boudin, famoso pintor paisajista, que lhe ensinou algumas técnicas de pintura ao ar livre.
Em 1857 viaja a Paris para estudar pintura, e os clássicos
no Louvre.
Decepcionado com o ensino da pintura acadêmica
na Universidade, em 1862 foi estudar no ateliê do pintor Charles Gleyer, onde conheceu Camille Pissarro, um dos pioneiros do Impressionismo, e Gustave Courbet. Juntos desenvolveram a técnica de pintar o efeito das luzes
com rápidas pinceladas, o que mais tarde seria conhecido
como Impressionismo.
Em 1870, no início da guerra Franco-Prussiana, muda-se
com a familia para Argenteuil, onde passou a receber
os amigos impressionistas.
Em 1899, em sua propriedade em Giverny, tinha um lago
e uma pequena ponte japonesa que inspirou a série dos
"Nenúfares", pinturas de grandes dimensões, prenúncio
do Abstracionismo.
No fim da sua vida, Monet teve cataratas. A doença
o atacou por causa das muitas horas com seus olhos expostos ao sol. Durante sua doença não parou de pintar,
utilizando cores mais fortes.
Morreu em 1926 e está enterrado no cemitério da igreja
de Giverny, na alta Normandia, no norte da França.
dados extraídos da Wikipédia
sábado, 20 de fevereiro de 2016
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