domingo, 4 de janeiro de 2015

CANOGAR - acrílico


CANOGAR - óleo e acrílico


CANOGAR - óleo


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - poliéster - instalação


CANOGAR - poliéster


CANOGAR - pastel


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - pintura e colagem


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - pintura e colagem


CANOGAR - pintura e poliester


CANOGAR - pintura e poliéster


CANOGAR - Composição - pintura e colagem


CANOGAR - Composição - pintura, colagem e poliester


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
JUAN GENOVÉS
POP ART ESPANHOLA - PINTURA POLÍTICA
AS MULTIDÕES

JUAN GENOVÉS
Valencia, Espanha 1930
Formado na Escuela de Bellas Artes de Valencia,
desde o inicio de sua trajetória profissional foi um pintor
inquieto e preocupado em renovar a arte espanhola,
e também pelo papel do artista na sociedade. Sua firme
convicção sobre a arte comprometida, o levou a participar
de coletivos significativos no panorama espanhol 
de postguerra como "Los Siete" (1949), "Grupo Parpallo"
(1956), "Hondo" (1960). Neste último grupo formulou
planteios de renovação da figura frente ao Informalismo.
Genovés desenvolveu uma pintura figurativa ligada 
a Pop Art Espanhola, utilizando a fotografia para conseguir
efeitos cinematográficos nas suas composições. 
Depois de uma relação profunda com os movimentos 
de oposição ao regime franquista, começou a Série "Multidões" de forte denúncia social, confeccionada a partir da manipulação de imagens proporcionadas pelos meios de comunicação de masas.

dados extraídos da Wikipédia

JUAN GENOVÈS - Série "Multidões" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões" - "O abraço" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões" - acrílico


JUAN GENOVÉS - acrílico


JUAN GENOVÉS - acrílico


JUAN GENOVÉS - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série 'Multidões" - acrílico


JUAN GENOVÉS - "Ponto de mira" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões" - fotografia


JUAN GENOVÉS - "Os presos" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões - "O limite" - acrílico


JUAN GENOVÉS - Série "Multidões" - acrílico


JUAN GENOVÉS - "Repressão" - acrílico


sábado, 3 de janeiro de 2015

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
SOBRE A LIBERDADE DE EXPRESSÃO
TEXTO DE ANÁLISE

JOSÉ CLEMENTE OROZCO - tinta


É POSSÍVEL LIBERDADE DE IMPRENSA
SEM LIBERDADE DE EXPRESSÃO?

"Mijam em nos e os jornais dissem "chove"...
Eduardo Galeano

"...y en los insultos como piedras, que nos escupen cada día,
los cuadrumanos de la tinta y del papel..."
Nicolás Guillén


A midia hegemônica sempre conviveu mal 
com a democracia pelo fato de ter plena liberdade
para mentir, omitir, manipular
e agredir. Enquanto isso, o povo vê televisão
em silêncio. Sem qualquer limite, a "liberdade
de empresa" suprime com facilidade a liberdade
de imprensa, irmã da liberdade de expressão.
Ou seja, para a liberdade de imprensa realizar-se,
é preciso que os meios de comunicação sejam
absolutamente plurais e que haja total facilidade
de acesso de todos os cidadãos e grupos sociais
à produção dos conteúdos através da midia.
Como falar em liberdade de imprensa quando
meia duzia de familias controla toda a circulação
de informações no país? Como falar em liberdade
de imprensa quando políticos com mandato 
e seus familiares possuem concessões de radio
e televisão? Quando todos os movimentos sociais
só ganham espaço na mídia para serem criminalizados?
Mais questões: Quem pode ter um jornal? Quem pode
escrever em um? Quem vê seu segmento social representado em emissoras de televisão e radio?
Quem consegue com facilidade concessões para transmitir?
Para garantir liberdade real é preciso igualdade, prioridade,
é preciso dar voz a todos, o que está muito longe 
de acontecer. O controle de toda a comunicação brasileira
por pouquíssimas pessoas é uma realidade incontestável.
A censura interna nas empressas de comunicação, 
em diálogo constante com a autocensura, enterra a liberdade de expressão, de imprensa, de informação.
As agressóes a jornalistas, recorrentes no período da Ditadura Militar, são mais um resquicio de uma história
escondida pelo estado com a complacência dos patrões
e de alguns desses jornalistas. É um ciclo onde ganham
as elites, ganham os donos da mídia, e quem perde são
os jornalistas e o povo. A violência contra o jornalista,
contra o jornalismo e contra a liberdade começa na formação
oligopólica da comunicação brasileira, passa pelas práticas
internas dos conglomerados da mídia e, como consequência
de tudo isso, chega ao desprestígio da função jornalística.
A liberdade de imprensa é impossível em um cenário de libertinagem empresarial, com desmandos à bel prazer,
com propriedade cruzada dos meios de comunicação,
com acordos publicitários antiéticos fustigando a possibilidade de expressão através dos veículos tradicionais.
Nesse panorama, vemos a velha liberdade sem igualdade,
liberdade para alguns poucos e aprisionamento e silêncio
para quase todos. A construção da verdadeira liberdade
passa pela ação, não pela omissão, passa necessariamente
pela limitação do direito de violar a liberdade do outro.

Alexandre Haubrich

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
LEONARDO CREMONINI
GEOMETRIA NA FIGURAÇÃO
OS MISTÊRIOS DA REALIDADE

LEONARDO CREMONINI
Bolonha, Itália 1925 - París, França 2010
Pintor figurativo discípulo de Mario Sironi
e dos pintores italianos da década de 1940.
Em 1950, vive e trabalha em Veneza, e nesta
fase, que se inicia em 1948, numa visita ao lago
de Malles e suas paisagens, que começa
a sua ruptura com a figuração tradicional. 
A descoberta por acaso de um osso de carneiro
achado nas geleias dos Alpes de Bolzano,
o levou a seguinte reflexão: "nesse osso
perfeitamente branco, limpo por aves de rapina,
eu percebí que a forma era o receptáculo
mais generoso para refletir o irracional, o inconciente,
em seguida, o imaginário. Como se a forma desse osso
em sua durabilidade estrutural, fosse o sentido da vida.
A partir desse momento comecei a desenhar de imaginação"

CREMONINI


CREMONINI


CREMONINI


CREMONINI


CREMONINI


CREMONINI


CREMONINI


CREMONINI