sexta-feira, 4 de abril de 2014

PICASSO - O CUBISMO - Casas na colina - (Horta de Ebro) - óleo


PICASSO - O CUBISMO - O depósito de águas de Horta de Ebro - óleo / O cubismo cézanneano, com influência notória de Paul Cézanne - Lembra muito também a pintura de paisagens de Carlos Scliar

PICASSO - O CUBISMO - Retrato - busto de mulher - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Paisagem - óleo --


PICASSO - O CUBISMO Paisagem - óleo --


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
ARTE AFRICANA
INSPIRAÇÃO DO CUBISMO

ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA

A arte africana representa os usos e costumes
das tribos africanas. O objeto de arte é funcional,
e nas pinturas, assim como nas esculturas,
a presença da figura humana identifica a preocupação
com os valores étnicos, morais e religiosos.
A escultura foi uma forma de arte muito utilizada
pelos artistas africanos, usando-se o ouro, bronze e marfim
como matéria prima.
Representando um disfarce para a incorporação 
dos espíritos, e a posibilidade de adquirir forças mágicas,
as máscaras têm um significado místico, importante na arte africana, sendo usadas nos rituais e funerais.As máscaras são confeccionadas em barro, marfim, metais, 
mas o material mais utilizado é a madeira. Para estabelecer
a purificação e a ligação com a entidade sagrada,
são modeladas em segredo na selva.
extraído da Wikipédia 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
CUBISMO
CUBISMO ANALÍTICO E CUBISMO SINTÉTICO
A INFLUÊNCIA DE CÉZANNE E DOS AFRICANOS

PABLO PICASSO - "Les Demoiselles D'Avignon" - óleo - 1907 --


CUBISMO

Cubismo é um movimento artístico
que surgiu no século XX nas artes plásticas.
Foram seus principais fundadores Pablo Picasso
e Georges Braque, tendo se expandido para a literatura
e a poesia pela influência de escritores como Guillaume
Apollinaire e Vladimir Maiakovski. 
O quadro Les Demoiselles D'Avignon" (1907) de Picasso,
é  conhecido como marco do inicio do Cubismo.
Nele ficaram evidentes as referências às máscaras africanas,
que inspiraram a fase inicial do Cubismo, juntamente com
a obra de Paul Cézanne.
O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando as partes de um objeto
no mesmo plano. A representação do mundo passava 
a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas.
Historicamente o Cubismo originou-se na obra de Cézanne,
pois para ele a pintura deveria tratar as formas da natureza
como se fossem cones, esferas e cilindros. Entretanto,
os cubistas foram mais longe do que Cézanne. Passaram
a representar os objetos com todas as suas partes 
no mesmo plano. É como se eles estivessem abertos
e apresentassem  todos os seus lados no plano frontal
em relação ao espectador. 
O pintor cubista representa os objetos em três dimensões,
numa superficie plana, sob formas geométricas, 
com o predominio de linhas retas. 
Não representa mas sugere a estrutura dos corpos 
ou objetos. Representa-os como se o espectador 
se movimentasse em torno deles, vendo-os sob todos os ângulos, por cima e por baixo, percebendo todos os planos
e volumes.    
O CUBISMO ANALÍTICO

O cubismo analítico (1910-1912) e uma face evoluída
do cubismo cézanniano. Apareceu depois da junção
do trabalho desenvolvido por Picasso e Braque.
A forma é analizada num plano, decomposta e montada novamente nesse mesmo plano.
A prioridade dada à forma é máxima, tal que a composição
cromática aponte quase para uma só cor.
O objeto é de tal forma distorcido que quase tende
para a abstração, ficando no limite do perceptível 
e do abstrato. Foi nessa fase que se procedeu a uma 
teorização do cubismo. 
No cubismo analítico há a predominância de pocas cores
(preto, cinza e tons de marrom e ocre).

O CUBISMO SINTÉTICO


O cubismo sintético (1913-1914) é a última fase do cubismo.
Também conhecida como cubismo de colagens. Qualquer
aspecto decorativo e/ou acessório ao objeto representado
era extraído. A representação de objetos do cotidiano ajuda
a compreensão das obras, pois de hábito reconhecem-se
mais facilmente atraves de um outro pormenor, 
como por exemplo o cachimbo que remete a representação
de um fumante. 
Os planos são mais redutores e esquemáticos em relação
ao cubismo analítico, isto é, sobrepoem-se e a sua relativa
aparência dá um novo aspecto a obra. A cor volta aqui
a tomar importância depois de ter sido desvalorizada
na fase analítica.
O cubismo sintético buscou recuperar um pouco 
a "imagem real" do objeto tornando as cores mais fortes
e as formas mais decorativas.
Desta fase docorrem os movimentos que quebram 
o imobilismo patente nas obras cubistas, apontando para 
o Futurismo e o Cubo-futurismo.
Existe um texto escrito pelo poeta Guillaume Apollinaire,
intitulado "A Anti-Tradição Futurista", considerado 
uma especie de manifesto cubista, lançado pelos poetas
do Cubo futurismo russo, do qual era membro Vladimir Maiakovski.
extraído da Wikipédia


quarta-feira, 2 de abril de 2014

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
J. CARLOS
A INFLUÊNCIA ART-DECO NA ILUSTRAÇÃO CARIOCA

J, CARLOS --


JOSÉ CARLOS DE BRITO E CUNHA, conhecido como
J. CARLOS, nasceu no Rio de Janeiro em 1884 e morreu
na mesma cidade em 1950. Foi um ilustrador e chargista
carioca, considerado um dos maiores representantes do estilo Art-Deco no design gráfico brasileiro.
Seu primeiro trabalho foi publicado em 1902, na revista 
Tagarela, e a partir daí, as suas ilustrações começaram
a aparecer nas revistas mais importantes da época.
As suas capas da revista Para Todos, onde combina
desenho gráfico e ilustração num jogo de grande beleza
e equilibrio, ficaram sendo um marco nas artes gráficas
do país até a primeira metade do século XX.
Seus desenhos mais conhecidos, são as figuras típicas
do Rio de Janeiro, os políticos da então capital,os sambistas, os foliões no carnaval, e principalmente
a "melindrosa", uma mulher elegante e urbana que surgia
com a modernidade.
Em 1941, Walt Disney visitou o Brasil, ficou impressionado com o estilo de J. Carlos e o convidou para trabalhar em
Hollywood, o ilustrador recusou o convite, porem enviou a Disney o desenho de um papagaio que, segundo alguns pesquisadores, serviu de inspiração para a criação do personagem Zé Carioca.
extraído da Wikipédia 

J. CARLOS - Herman Lima - nanquim e guache 1940 --


J. CARLOS - Charles Chaplin e Buster Keaton - guache 1925 --


J. CARLOS - Principe de Gales - colagem e nanquim - 1931 --


J. CARLOS - Os vendilhões do templo - nanquim --


J. CARLOS - A filha do sapateiro - nanquim --


J. CARLOS - O rapa - nanquim --


J. CARLOS - Capa da revista "Para Todos" - 1930 --


J. CARLOS - Capa da revista "Para Todos" - 1929 --


J. CARLOS - Capa da revista "Para Todos" --


J. CARLOS - Suicídio - nanquim --


J. CARLOS - Vice - versa - nanquim --


J. CARLOS - Poetas de chocolate - nanquim --


J. CARLOS - Conversa na fila d'água - nanquim --


J. CARLOS - Reunião dançante - nanquim --


J. CARLOS - Um quebra cabeças - guache - Capa da revista "Careta" - 1919 --


J. CARLOS - A exuberancia da cidade em tons amarelos - Capa da revista "Para Todos" - 1927


J. CARLOS - Melindrosa e duas caricaturas de velhos 0 guache --


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
ANDRÉS GUEVARA
A GEOMETRIZAÇÃO CUBISTA NA CARICATURA

ANDRÉS GUEVARA --


ANDRÉS GUEVARA 
Villeta, Paraguai 1904 - Buenos Aires, Argentina 1963
Caricaturista, ilustrador e designer gráfico paraguaio,
que junto a J.Carlos e Antonio Nássara: (outro chargista muito importante e "atualíssimo" como veremos mais tarde), modernizaram a ilustração autoral brasileira, principalmente o chamado portrait-charge, elevando o desenho do país
ao nível da ilustração europeia e muitas vezes superando-o
Iniciou a sua carreira de ilustrador no Paraguai, publicando
nos jornais "El Diário" e "El Liberal" de Asunción, jornais
que abriram suas páginas para uma nova geração 
de artistas que ficou conhecida como "la generación intelectual de 1923" da qual Guevara foi participante.
Ainda em 1923, ganha um premio de viagem de navio
para Europa. Na escala no Rio de Janeiro, visitou o embaixador paraguaio, e a convite deste resolveu permanecer alguns dias na cidade. Ele não mais continuaria
sua viagem, permanecendo no Brasil por varios anos.
Nesta primeira passagem pelo país, ficou conhecido principalmente como caricaturista e ilustrador, deixando uma marca única na ilustração carioca, com as suas caricaturas
de geometrização cubista.
Sua carreira no Brasil começõu com a colaboração para
A Maça, entre os anos 1923 e 1925.
Em janeiro de 1926, o jornalista Mario Rodrigues lança
no Rio de Janeiro o jornal A Manhã que conta com
a participação de Guevara como chargista e de seu amigo
Aparicio Torelly, o famoso "Barão de Itararé", 
com uma coluna humoristica.
A Manhã encerra as suas atividades em setembro de 1929,
e nesse mesmo ano Mario Rodrigues lança outro jornal 
Crítica no qual Guevara também colabora.
Nesse periodo também publicou seus desenhos em Papagaio, O Malho, Para Todos, Ilustração Brasileira
e O Cruzeiro. Em 1930 muda-se para a Argentina.
Em Buenos Aires, Guevara foi designer gráfico e ilustrador
do diário Crítica, cujo dono era o empresário Natalio Botana, homem culto e politizado, que em 1933 contratou o pintor mexicano David Alfaro Siqueiros, para executar o mural
"Exercício Plástico, na sua casa de campo.
A partir desta data passou a ser conhocido principalmente como designer gráfico. Foi o criador do projeto gráfico 
e o logotipo do jornal Clarín, lançado em agosto de 1945
em formato tabloide, sendo o primeiro veículo a utilizar
este padrão na Argentina.
Retorna ao Brasil em 1949, quando repete a parceria
com o "barão de Itararé", agora na cidade de São Paulo,
com o lançamento do Almanhaque.
Em 1950 foi contratado por Samuel Wainer para implantar o projeto gráfico do seu jornal Última Hora, cujo número 1
circulou no dia 12 de junho de 1951.
Nessa época Guevara voltou definitivamente para Buenos Aires, onde faleceu em 1963.
extraído da Wikipédia


GUEVARA - Mario Rodrigues Filho - aguada e nanquim 1927 - jornal "A Manhã" --


GUEVARA - O poeta Nicolás Olivari - nanquim e aguada 1926 - jornal "A Manhã" --


GUEVARA - Ilustração para um conto - nanquim 1927 - Revista Jazz --


GUEVARA - Le Dix (aviador francès) - crayón e nanquim 1927 - jornal "O Globo" --


GUEVARA - "Dança de Negros" - nanquim 1928 - revista "Ilustração Brasileira" / (Esta ilustração lembra o geometrismo cubista de Vicente do Rego Monteiro, outro importantíssimo pinto e ilustradorr modernista brasileiro que veremos mais adiante)


GUEVARA - Serguei Voronov - crayón e colagem 1928 - Revista "Ilustração Brasileira" --


GUEVARA - Prado Junior - nanquim 1929 - jornal "O Malho" --


GUEVARA - Jarbas de Carvalho - aguada e crayón 1929 - jornal "O Malho" --


GUEVARA - Francisco Matarazo - crayón 1929 - jornal Crítica --