O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
A arte egípcia foi desenvolvida e aplicada
pela civilização do Antigo Egito, localizada
no vale do rio Nilo ao Norte da África, e teve
supremacia na região durante um longo período,
extendiéndose aproximadamente pelos últimos
3000 anos antes de Cristo.
A arte do Egito, serve a políticos e religiosos,
exaltando a figura do faraó como soberano
absoluto. Ele é dado como o representante de
Deus na terra.
No culto aos mortos, onde é tratada a trasição
da vida terrena è vida após a morte, o faraó é
imortal, e seus familiares e altos representantes
da sociedade, têm o privilegio de poder também
ter acesso à outra vida.
A hierarquia social e religiosa traduz-se, na representação artistica, na atribuição de diferentes
tamanhos às diferentes personagens, de acordo
com a sua importância.
Grande parte da arte egípcia é consagrada ao culto
aos mortos, representado em retratos póstumos,
máscaras e caixas mortuárias ricamente decoradas
por carpinteiros e pintores, onde era colocado o corpo
embalsamado.
O governo dos faraós, terminou oficialmente no
ano 31 a.C. quando o Egito caiu sob o dominio do
Império Romano, tornando-se uma provincia romana.
pela civilização do Antigo Egito, localizada
no vale do rio Nilo ao Norte da África, e teve
supremacia na região durante um longo período,
extendiéndose aproximadamente pelos últimos
3000 anos antes de Cristo.
A arte do Egito, serve a políticos e religiosos,
exaltando a figura do faraó como soberano
absoluto. Ele é dado como o representante de
Deus na terra.
No culto aos mortos, onde é tratada a trasição
da vida terrena è vida após a morte, o faraó é
imortal, e seus familiares e altos representantes
da sociedade, têm o privilegio de poder também
ter acesso à outra vida.
A hierarquia social e religiosa traduz-se, na representação artistica, na atribuição de diferentes
tamanhos às diferentes personagens, de acordo
com a sua importância.
Grande parte da arte egípcia é consagrada ao culto
aos mortos, representado em retratos póstumos,
máscaras e caixas mortuárias ricamente decoradas
por carpinteiros e pintores, onde era colocado o corpo
embalsamado.
O governo dos faraós, terminou oficialmente no
ano 31 a.C. quando o Egito caiu sob o dominio do
Império Romano, tornando-se uma provincia romana.
sábado, 11 de agosto de 2012
TUTANKHAMON, (também conhecido pela grafia Tutankhamon),
foi um faraó do Antigo Egito, que morreu ainda na adolescência.
Era filho de Akhenaton, o faraó que instituiu o culto de Aton, deus
do sol. Casou-se aos 10 anos com a sua meia irmã Ankhesenamon.
Assumiu o trono quando tinha cerca de 10 anos, restaurando os
antigos cultos aos deuses e os privilégios do clero. Morreu em 1324 a. C.
aos dezenove anos, sem herdeiros.
foi um faraó do Antigo Egito, que morreu ainda na adolescência.
Era filho de Akhenaton, o faraó que instituiu o culto de Aton, deus
do sol. Casou-se aos 10 anos com a sua meia irmã Ankhesenamon.
Assumiu o trono quando tinha cerca de 10 anos, restaurando os
antigos cultos aos deuses e os privilégios do clero. Morreu em 1324 a. C.
aos dezenove anos, sem herdeiros.
domingo, 5 de agosto de 2012
ISABEL MENDES DA CUNHA, conhecida como "dona Isabel",
nasceu em 1924 na zona rural do municipio de Itanga em Minas
Geraes. Ainda pequena, aprende a trabalhar o barro com sua mãe.
Criava potes, travessas e figuras de presépio, que seguiu reproduzindo
mesmo depois que se casou e se mudou para Santana de Araçuaí,
na mesma região. Trabalhando com muita dedicação, suas obras
sempre foram muito consideradas. Suas noivas, feitas em grandes
formatos, marcaram definitivamente seu estilo. Sua disponibilidade
para ensinar fez com que ela se tornasse uma mestre de sua arte,
e influenciou grande parte da produção dos artistas
do Vale do Jequitinhonha, hoje, um centro de arte popular.
extraído do livro "Caminhos da Arte Popular - O vale do Jequitinhonha"
de Angela Mascelani - Edição: Museu do Pontal - Rio de Janeiro 2008
nasceu em 1924 na zona rural do municipio de Itanga em Minas
Geraes. Ainda pequena, aprende a trabalhar o barro com sua mãe.
Criava potes, travessas e figuras de presépio, que seguiu reproduzindo
mesmo depois que se casou e se mudou para Santana de Araçuaí,
na mesma região. Trabalhando com muita dedicação, suas obras
sempre foram muito consideradas. Suas noivas, feitas em grandes
formatos, marcaram definitivamente seu estilo. Sua disponibilidade
para ensinar fez com que ela se tornasse uma mestre de sua arte,
e influenciou grande parte da produção dos artistas
do Vale do Jequitinhonha, hoje, um centro de arte popular.
extraído do livro "Caminhos da Arte Popular - O vale do Jequitinhonha"
de Angela Mascelani - Edição: Museu do Pontal - Rio de Janeiro 2008
sábado, 4 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
Luís Urquizo soltou uma gargalhada e, engolindo a última pólvora do riso,
bebeu sofregamente a cerveja. Colocou o copo vazio sobre o zinco do balcão,
quebrou-o e vociferou:
- Isso não é nada! Cavalgue muitas vezes sobre o lombo do meu cavalo
que caminhava com os quatro cascos negros sempre em movimento.
Oh, o meu soberbo alazão! É o paquiderme mais extraordinário da terra.
E mais do que cavalgar, surpreende, encanta, causa pavor o espetáculo
simples y puro de linhas e movimentos que este potro oferece quando
está parado numa gravitação impossível sobre a superficie inferior
de um plano suspenso no espaço. Não posso contemplá-lo sem sentir-me
alterado e fujir da sua presença, apavorado, como se a garganta fosse apunhalada.
É admirável! Assemelha-se a uma mosca varejeira, dessas que pousam
nas vigas que equilibram os tetos humildes. Isto é maravilhoso!
É sublime e irracional!
Luís Urquizo fala e se entusiasma, o rosto fica marcado, como se jorrasse sangue,
os olhos úmidos. Ele treme, guilhotina as sílabas, solda e acende adjetivos;
imita um ginete, ensaia algumas fintas, reforça em interjeções glaciais
as mais amplas insinuações da sua voz; gesticula, ergue o braço; ri é patético,
ridículo, se inspira e se contagia demencialmente.
E acrecenta:
- Vou-me embora - E saiu correndo, saltou o umbral da taberna e desapareceu.
- Coitado! - exclamaram em uníssono - Está completamente loco.
Na verdade, Urquizo estava desequilibrado. Não havia dúvida. O curso posterior
da sua conduta confirmou tudo isso. Aquele homem continuou vendo as coisas
pelo avesso, alterando tudo através dos cinco cristais baços dos seus sentidos enfermos. As pessoas de Cayna, o povoado onde habitava, fizeram dele o alvo
da curiosidade cruel e do divertimento cotidiano de adultos e crianças.
bebeu sofregamente a cerveja. Colocou o copo vazio sobre o zinco do balcão,
quebrou-o e vociferou:
- Isso não é nada! Cavalgue muitas vezes sobre o lombo do meu cavalo
que caminhava com os quatro cascos negros sempre em movimento.
Oh, o meu soberbo alazão! É o paquiderme mais extraordinário da terra.
E mais do que cavalgar, surpreende, encanta, causa pavor o espetáculo
simples y puro de linhas e movimentos que este potro oferece quando
está parado numa gravitação impossível sobre a superficie inferior
de um plano suspenso no espaço. Não posso contemplá-lo sem sentir-me
alterado e fujir da sua presença, apavorado, como se a garganta fosse apunhalada.
É admirável! Assemelha-se a uma mosca varejeira, dessas que pousam
nas vigas que equilibram os tetos humildes. Isto é maravilhoso!
É sublime e irracional!
Luís Urquizo fala e se entusiasma, o rosto fica marcado, como se jorrasse sangue,
os olhos úmidos. Ele treme, guilhotina as sílabas, solda e acende adjetivos;
imita um ginete, ensaia algumas fintas, reforça em interjeções glaciais
as mais amplas insinuações da sua voz; gesticula, ergue o braço; ri é patético,
ridículo, se inspira e se contagia demencialmente.
E acrecenta:
- Vou-me embora - E saiu correndo, saltou o umbral da taberna e desapareceu.
- Coitado! - exclamaram em uníssono - Está completamente loco.
Na verdade, Urquizo estava desequilibrado. Não havia dúvida. O curso posterior
da sua conduta confirmou tudo isso. Aquele homem continuou vendo as coisas
pelo avesso, alterando tudo através dos cinco cristais baços dos seus sentidos enfermos. As pessoas de Cayna, o povoado onde habitava, fizeram dele o alvo
da curiosidade cruel e do divertimento cotidiano de adultos e crianças.
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