domingo, 15 de agosto de 2010

Colombo e a Descoberta - II - nanquim

Colombo e a Descoberta - III - nanquim

Colombo e a Descoberta - IV - nanquim

Colombo e a Descoberta - V / detalhe

TRIMANO / Ilustrações e capa da revista académica Interagir: Pensando a Extensão / UERJ - Rio de Janeiro 2003

INTERAGIR / UERJ - Capa

INTERAGIR / UERJ - Organização Interativa de Coleções Didáticas em Biologia

INTERAGIR / UERJ - estudo de uma escultura de Rodin

INTERAGIR / UERJ - Programa Cidadania e Direitos Humanos

INTERAGIR - UERJ - estudo de uma escultura de Bourdelle

INTERAGIR / UERJ - Políticas Públicas de Saúde

INTERAGIR - UERJ - estudo de uma escultura de Bourdelle

INTERAGIR - UERJ / Internet e educação a distância nas Instituições de Ensino Superior do Brasil

INTERAGIR / UERJ

TRIMANO / projeto gráfico da revista / Matraga 15 / Literatura - UERJ 2007

Matraga 15

Matraga 15 - I - estudo de escultura de Bourdelle

Matraga 15 - II - estudo de escultura de Brecheret

Matraga 15 - III - estudo de escultura de Bourdelle

Matraga 15 - IV - estudo de escultura grega

sábado, 14 de agosto de 2010

TRIMANO / Ilustrações para a pesquisa "Parto e Nascimento" / Comitê Estadual de Prevenção e Controle da Morte Materna / ALERJ / IFF / FioCruz - Rio de Janeiro 2010

Parto e Nascimento - Comité Estadual de Prevenção e Controle da Morte Materna / ALERJ - IFF - FioCruz

Sobre a mortalidade materna no Brasil / A não priorização do parto e do nascimento da própria sociedade e o valor que dá a estes eventos da vida.

Avaliação das consultas, do relacionamento no atendimento, a partir de conversas com as gestantes na sala de espera.

"Uma sociedade amorosa e ética, que não tema e não maltrate as suas crianças e os seus seres." - Lucia Souto, 1993

Comitê de Prevenção da Mortalidade Materno-infantil

A luta pela humanização da assistência ao parto e ao nascimento nas maternidades do Estado do Rio de Janeiro

CRUZ - P & B - BRASIL

Cruz - P & B - O Globo

Cruz - P & B - O Globo

detalhe

Cruz - P & B

GLAUCO CRUZ - Porto Alegre - Brasil 1962 / Cruz é ilustrador da imprensa comercial do Rio de Janeiro, da qual é contratado, o que significa ter que exercitar constantemente a destreza no desenho, e as mudanças características do ritmo acelerado do jornal. Paralelamente, tem desenvolvido seu desenho "autoral", semelhante por momentos à xilogravura, técnica que obtem por meio da "raspagem" sobre filme começando a desenhar escavando, a partir do fundo preto. São ilustrações com temática própria, livres das concessões impostas pela encomenda, onde convergem: Expressionismo, os comics, e una forte dose de "humor negro". Utiliza uma luz teatral em suas composições criando mistêrios que nos remetem aos filmes do chamado "cinema noir". É também um exelente desenhista do género erótico, onde observa a delicadeza do desenho japonés, junto as formas "brutas" na sua deformação picassiana. Cruz, junto com os ilustradores Lula Palomanes "Lula", Paulo Cavalcante e Walter Vasconcelos, e o editor Ary Roitman, edita a revista "Papel Brasil", publicação alternativa de desenho e ilustração, da editora Garamond. TRIMANO - Rio de Janeiro 2010

Cruz - P & B

Cruz - P & B

Cruz - P & B

Cruz - P & B

sábado, 31 de julho de 2010

Os Fotógrafos / ANTONIO D'ÁVILA

Antonio D'Ávila - foto: Trimano

ANTONIO CARLOS D'ÁVILA / São Paulo - Brasil 1955 - 1997 / Antonio D'Ávila desenvolveu seu olhar fotográfico ainda na adolescência, estudante do Colegio Equipe, onde nos conhecemos em 1971/72. O inicio da nossa amizade, foi um livro do cineasta russo Sergei Einsenstein sobre a montagem cinematográfica, que eu estava lendo nesse momento, sentado numa mesa do refeitório do colegio. Nessa época, Serginho Groisman, hoje um conhecido apresentador de TV, dirigia o centrinho cultural do colegio organizando exposições de artes visuais e shows de MPB, e a minha função era montar exposições de desenho, Antonio estava a cargo do departamento de fotografia. Sentou-se na minha mesa, e lembro que a nossa conversa girou em torno da fotografia documental e de reportagem. A prática destes géneros, o acompanharam até a sua morte prematura aos 42 anos. Foi pesquisador e professor de fotografia da Escola de Comunicações da USP. Graduado em cinema em 1979. Em 1995 defendeu a tese de doutorado "Fotógrafo viajante, Amazônia", tendo como referência "O Turista Aprendiz" de Mario de Andrade, diário de uma viagem ao Nordeste ilustrada com fotografias do escritor. É autor de extensas reportagens sobre as festas populares do interior dos estados brasileiros como: Amazônia, Ilha do Cardoso, Reserva da Juréia, Pantanal, Alcatrazes, Nordeste e Centro-Oeste. Nos anos 90 realizou um grande ensaio sobre as comunidades místicas congregadas em Brasilia. Fez duas viagens a Antártida a bordo de um navio de pesquiza científica da USP, documentando a paisagem. Este material viria a ilustrar mais tarde, os relatórios da expedição. O ensaio sobre a estação ferroviária do "Jardim da Luz", denominado "Jardim Público" ou "Jardim Botánico" no século XIX, teve por finalidade mostrar a elaborada arquitetura em ferro da estação, e também documentar o tránsito da população usuária. Este ensaio veio a realzar a importância que teve a extensão da rede entre as cidades de Santos e São Paulo em meados da década de 60. Extremado rigor técnico e visão humanista profunda marcaram a passagem de Antonio D'Ávila pela fotografia paulista. Meu amigo Antonio, o fotógrafo viajante. / TRIMANO - Rio de Janeiro 2010
ESTAÇÃO DA LUZ - 1980

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

D'Ávila - Estação da Luz

A fotografia é meu oficio: linguagem e expressão. Na lente, que no decorrer do tempo transformou-se em extensão do olhar, persigo a posição, como aquela dos pontos plotados em mapas de navegação, pela qual percebo, sinto, penso e significo. É na busca desse lugar que, precariamente vislumbro a possível, imaginada, unidade da expreriência. Pela fresta da cortina metálica da câmera localizo pontos de vista que demarcam territórios, articulam trajetórias, constroem redes, gerando uma tessitura que, enquanto inventa o espaço circundante, dispara a imagem, temporaliza a minha realidade. / A.D
ANTÁRTIDA

D'Ávila - Antártida

D'Ávila - Antártida

D'Ávila - Antártida