O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
sábado, 22 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
BAUHAUS (Staatliches-Bauhaus) foi uma escola de design,
artes plásticas e arquitetura de vanguarda criada pelo
arquiteto Walter Gropius em Alemanha, no ano de 1919.
A intenção primeira era fazer da Bauhaus uma escola
combinada de artesanato, e uma academia de artes,
e foi grandemente subsidiada pela República de Weimar (1919-1933).
Em 1925 a escola mudou-se para Dessau,
cujo governo municipal naquele momento, era de esquerda.
Em 1932 ocorre uma nova mudança para Berlim,
devido a perseguição do recém implantado governo nazista.
Em 1933, após uma série de perseguições por parte do governo hitleriano,
a Bauhaus é fechada, também por ordem do governo.
Os nazistas opuseram-se a Bauhaus durante a década de 1920,
bem como a qualquer grupo que não tivesse uma orientação de direita.
A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões
do que é chamado de Modernismo no design e na arquitetura,
sendo a primeira escola de design do mundo.
extraído da Wikipédia
________________________________________________________________
A BAUHAUS, assim como a VANGUARDA RUSSA,
foram importantes referências para a criação do projeto gráfico
e logotipo de capa da revista KLAXON, marco do Modernismo Brasileiro.
artes plásticas e arquitetura de vanguarda criada pelo
arquiteto Walter Gropius em Alemanha, no ano de 1919.
A intenção primeira era fazer da Bauhaus uma escola
combinada de artesanato, e uma academia de artes,
e foi grandemente subsidiada pela República de Weimar (1919-1933).
Em 1925 a escola mudou-se para Dessau,
cujo governo municipal naquele momento, era de esquerda.
Em 1932 ocorre uma nova mudança para Berlim,
devido a perseguição do recém implantado governo nazista.
Em 1933, após uma série de perseguições por parte do governo hitleriano,
a Bauhaus é fechada, também por ordem do governo.
Os nazistas opuseram-se a Bauhaus durante a década de 1920,
bem como a qualquer grupo que não tivesse uma orientação de direita.
A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões
do que é chamado de Modernismo no design e na arquitetura,
sendo a primeira escola de design do mundo.
extraído da Wikipédia
________________________________________________________________
A BAUHAUS, assim como a VANGUARDA RUSSA,
foram importantes referências para a criação do projeto gráfico
e logotipo de capa da revista KLAXON, marco do Modernismo Brasileiro.
quinta-feira, 20 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
KLAXON foi uma revista mensal de arte moderna que circulou em São Paulo
de maio de 1922 a janeiro de 1923. Seu nome é derivado do termo
usado para designar a buzina externa dos automóveis.
O principal propósito da revista foi servir de divulgação para o Movimento
Modernista, e nela colaboraram nomes como Mario de Andrade, Oswald
de Andrade, Manuel Bandeira, Menotti del Pichia, Sergio Buarque de Holanda,
Tarsila do Amaral e Graça Aranha, entre outros artistas e escritores.
Também destacaram-se na revista a busca pelo atual, o culto ao progresso,
e a concepção de que a arte não deve ser uma cópia da realidade.
Aproveitamento de uma nova arte em evidência, o cinema.
KLAXON, a revista mais inovadora dos anos 1920, contava com diagramação inspirada nas técnicas da Bauhaus e da vanguarda gráfica soviética,
e as ilustrações de Victor Brecheret e Emiliano Di Cavalcanti.
Seu caráter cosmopolita era explícito, e anunciava: "KLAXON sabe que a humanidade existe, por isso é internacionalista"
Na revista predominava o tom futurista, e concluia: "KLAXON não é futurista,
KLAXON é Klaxista, um desejo de abolir o passado para viver o presente"
Irreverente e sarcástica, KLAXON apresentava um perfil de típica agressividade
vanguardista, e tornou-se uma referência histórica da cultura brasileira
da primeira metade do século XX.
de maio de 1922 a janeiro de 1923. Seu nome é derivado do termo
usado para designar a buzina externa dos automóveis.
O principal propósito da revista foi servir de divulgação para o Movimento
Modernista, e nela colaboraram nomes como Mario de Andrade, Oswald
de Andrade, Manuel Bandeira, Menotti del Pichia, Sergio Buarque de Holanda,
Tarsila do Amaral e Graça Aranha, entre outros artistas e escritores.
Também destacaram-se na revista a busca pelo atual, o culto ao progresso,
e a concepção de que a arte não deve ser uma cópia da realidade.
Aproveitamento de uma nova arte em evidência, o cinema.
KLAXON, a revista mais inovadora dos anos 1920, contava com diagramação inspirada nas técnicas da Bauhaus e da vanguarda gráfica soviética,
e as ilustrações de Victor Brecheret e Emiliano Di Cavalcanti.
Seu caráter cosmopolita era explícito, e anunciava: "KLAXON sabe que a humanidade existe, por isso é internacionalista"
Na revista predominava o tom futurista, e concluia: "KLAXON não é futurista,
KLAXON é Klaxista, um desejo de abolir o passado para viver o presente"
Irreverente e sarcástica, KLAXON apresentava um perfil de típica agressividade
vanguardista, e tornou-se uma referência histórica da cultura brasileira
da primeira metade do século XX.
O Manifesto Antropofágico, foi um manifesto literário escrito por Oswald de Andrade,
principal agitador ecultural do Modernismo no Brasil.
Foi lido em 1928 para seus amigos na casa de Mario de Andrade e publicado
na Revista de Antropofagia.
Mais político que o anterior manifesto de Oswald, o da poesia Pau-Brasil,
apregoava o uso de uma "lingua literária, não catequizada".
Ideologicamente se alinhava com as idéias de André Breton, Marx e Rousseau.
A Antropofagia como movimento cultural, foi tematizado por Oswald nesse
manifesto, mas também reapareceu outras vezes em sua obra. Em "Marco Zero"
(1943), romance do Oswald escrito sob influência do marxismo e da arte realista
mexicana, relembrando a Antropofagia, e reelembrando-a como uma saída para
o problema da identidade brasileira e mesmo como antídoto contra o imperialismo.
A ideologia da poesia "Pau-Brasil", desejava criar uma poesia de exportação,
o Movimento Antropofágico Brasileiro tinha por objetivo a "deglutição"
(daí o caráter metafórico da palavra antropofágico) da cultura do "outro externo",
como a norteamericana e europeia e do "outro interno", a cultura dos amerindios,
dos afrodescendentes, dos eurodescendentes, dos descendentes de orientais,
ou seja, não se deve negar a cultura extranjeira, mas ela não deve ser imitada.
Esse foi certamente um dos marcos do Modernismo Brasileiro.
Oswald de Andrade ironizava em suas obras a submissão da elite brasileira
aos países desenvolvidos.
Propunha a "devoração" cultural das técnicas importadas para reelaborá-las
com autonomia, convertendo-as em produto de exportação.
extraído da Wikipédia
principal agitador ecultural do Modernismo no Brasil.
Foi lido em 1928 para seus amigos na casa de Mario de Andrade e publicado
na Revista de Antropofagia.
Mais político que o anterior manifesto de Oswald, o da poesia Pau-Brasil,
apregoava o uso de uma "lingua literária, não catequizada".
Ideologicamente se alinhava com as idéias de André Breton, Marx e Rousseau.
A Antropofagia como movimento cultural, foi tematizado por Oswald nesse
manifesto, mas também reapareceu outras vezes em sua obra. Em "Marco Zero"
(1943), romance do Oswald escrito sob influência do marxismo e da arte realista
mexicana, relembrando a Antropofagia, e reelembrando-a como uma saída para
o problema da identidade brasileira e mesmo como antídoto contra o imperialismo.
A ideologia da poesia "Pau-Brasil", desejava criar uma poesia de exportação,
o Movimento Antropofágico Brasileiro tinha por objetivo a "deglutição"
(daí o caráter metafórico da palavra antropofágico) da cultura do "outro externo",
como a norteamericana e europeia e do "outro interno", a cultura dos amerindios,
dos afrodescendentes, dos eurodescendentes, dos descendentes de orientais,
ou seja, não se deve negar a cultura extranjeira, mas ela não deve ser imitada.
Esse foi certamente um dos marcos do Modernismo Brasileiro.
Oswald de Andrade ironizava em suas obras a submissão da elite brasileira
aos países desenvolvidos.
Propunha a "devoração" cultural das técnicas importadas para reelaborá-las
com autonomia, convertendo-as em produto de exportação.
extraído da Wikipédia
Modernismo foi uma denominação genérica do conjunto de movimentos
culturais, escolas e estilos que permearam as artes e o design da primeira
metade do século XX. Encaixaram-se nesta classificação a literatura,
a arquitetura, design, pintura, escultura, teatro e música modernos.
O movimento modernista baseou-se na idéia de que as formas "tradicionais"
das artes plásticas, literatura e design, organização social e da vida cotidiana
tornaram-se ultrapassadas. e que se fazia fundamental deixa-las de lado
e criar no lugar uma nova cultura. Esta constatação apoiou a idéia de
reexaminar cada aspecto da existência, do comércio à filosofia, como objetivo
de se achar o que seriam as "marcas antigas" e substituí-las por novas formas,
é possivelmente melhores, de se chegar ao progresso.
Em essência, o movimento moderno argumentava que as novas realidades
do século XX eram permanentes e eminentes, e que as pessoas deveriam
se adaptar em suas visões de mundo a fim de aceitar que o que era novo,
era também bom e belo.
extraído da Wikipédia
Arte degenerada foi uma expressão criada na Alemanha
pelo arquiteto nazista Paul Schultze-Naumburg para designar,
de forma genérica e pejorativa, as diversas vertentes de arte moderna,
constituindo-se num dos componentes centrais da política implantada
naquele país pelo regime nazista (1933-1945), e seu combate às formas
artísticas distanciadas da representação naturalista da realidade.
pelo arquiteto nazista Paul Schultze-Naumburg para designar,
de forma genérica e pejorativa, as diversas vertentes de arte moderna,
constituindo-se num dos componentes centrais da política implantada
naquele país pelo regime nazista (1933-1945), e seu combate às formas
artísticas distanciadas da representação naturalista da realidade.
segunda-feira, 17 de março de 2014
O conceito de arte degenerada (entarte kunst) remonta
a movimentos culturais racistas surgidos na Alemanha
no final do século XIX, especialmente as idéias de Max
Nordaus, que o tomou emprestado da biologia para
desqualificar as manifestações artísticas que se opunham
à tradição da cultura germánica, e em especial, a sua escola
de pintura realista. considerada, a um só tempo, exemplo de
arte "sadia" e evidência da superioridade étnica dos arianos.
Nas primeiras décadas do século XX, especialmente durante
a República de Weimar (1918-1933), a difusão da arte moderna
na Alemanha teve como contraponto o revigoramento da
aceitação de teses como as de Nordaus.
Em 1927, ainda antes da ascensão de Hitler ao poder,
Alfred Rosemberg, ideólogo do partido nazista, publicou varios
artigos na imprensa alemã caracterizando a arte moderna como
fruto de mentes doentias, vinculando-a ainda, confusamente,
ao avanzo do capitalismo e do bolchevismo.
Em 1928, o arquiteto e teórico de arte Paul Schultze-Naumburg
passou a associar, explicitamente, o termo arte degenerada
à estética moderna em seu livro "Arte e Raça", no qual estabelecia
comparações formais entre obras de grandes nomes do modernismo,
como Modigliani e Otto Dix, e fotografias de doentes mentais, procurando
com isso demonstrar a validade de suas teses. A idéia arte degenerada
era associada especialmente aos expressionistas alemães, que durante
a República de Weimar retrataram o quadro de esgarçamento social
então vivido pelo país, atraves de imagens e figuras propositalmente
distorcidas, o que foi interpretado pelo nazismo como uma afronta
a nação alemã. mas, como já se disse, a hostilidade de Hitler e seus
seguidores se estendia também as demais correntes modernistas.
a movimentos culturais racistas surgidos na Alemanha
no final do século XIX, especialmente as idéias de Max
Nordaus, que o tomou emprestado da biologia para
desqualificar as manifestações artísticas que se opunham
à tradição da cultura germánica, e em especial, a sua escola
de pintura realista. considerada, a um só tempo, exemplo de
arte "sadia" e evidência da superioridade étnica dos arianos.
Nas primeiras décadas do século XX, especialmente durante
a República de Weimar (1918-1933), a difusão da arte moderna
na Alemanha teve como contraponto o revigoramento da
aceitação de teses como as de Nordaus.
Em 1927, ainda antes da ascensão de Hitler ao poder,
Alfred Rosemberg, ideólogo do partido nazista, publicou varios
artigos na imprensa alemã caracterizando a arte moderna como
fruto de mentes doentias, vinculando-a ainda, confusamente,
ao avanzo do capitalismo e do bolchevismo.
Em 1928, o arquiteto e teórico de arte Paul Schultze-Naumburg
passou a associar, explicitamente, o termo arte degenerada
à estética moderna em seu livro "Arte e Raça", no qual estabelecia
comparações formais entre obras de grandes nomes do modernismo,
como Modigliani e Otto Dix, e fotografias de doentes mentais, procurando
com isso demonstrar a validade de suas teses. A idéia arte degenerada
era associada especialmente aos expressionistas alemães, que durante
a República de Weimar retrataram o quadro de esgarçamento social
então vivido pelo país, atraves de imagens e figuras propositalmente
distorcidas, o que foi interpretado pelo nazismo como uma afronta
a nação alemã. mas, como já se disse, a hostilidade de Hitler e seus
seguidores se estendia também as demais correntes modernistas.
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