O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
sábado, 18 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Nos anos 50, antes do aparecimento de Sabat
nas publicações portenhas, existiu um caricaturista,
possuidor de exelente técnica chamado Abel Ianiro.
Suas deformações eram bem estudadas,
mas a construção das suas caricaturas eram mecánicas,
não existe "linha sensível" no seus desenhos,
que se concentram na construção da figura
e na semelhança com o retratado.
Tive contato com as suas caricaturas ainda criança,
publicadas nas capas da revista semanal "Canal TV".
Eu admirava a sua técnica de guache, impecável!
Aguardava toda semana o novo retrato de Ianiro,
que eu desconstruia com o olhar como se fosse uma aula de caricatura.
Não tinha aparecido ainda o meu interesse pelo desenho e a pintura
que me levariam a entender mais tarde, a diferênça entre
o desenho do artista, e do ilustrador profissional,
não necessáriamente um artista.
Esse tipo de desenho planejado, pode ser até virtuoso,
mas responde a um modelo técnico fixo, (publico aquí alguns gráficos didáticos traçados pelo Ianiro para exemplificar como se desenha uma caricatura).
Isto seria o oposto do que chamaria de "linha sensível", um desenho "de autor",
em contraposição ao modelo empregado pela imprensa comercial,
de um desenho mecánico, que pode chegar a produzir belos efeitos visuais,
mas carece da "busca" do artista.
Eu sentí, na época, que o desenho de Sabat, subvertía os códigos da ilustração
para jornalismo, e abria posibilidades para mostrar o trabalho num suporte
popular, como era a página de jornal impresso, antes da internet.
nas publicações portenhas, existiu um caricaturista,
possuidor de exelente técnica chamado Abel Ianiro.
Suas deformações eram bem estudadas,
mas a construção das suas caricaturas eram mecánicas,
não existe "linha sensível" no seus desenhos,
que se concentram na construção da figura
e na semelhança com o retratado.
Tive contato com as suas caricaturas ainda criança,
publicadas nas capas da revista semanal "Canal TV".
Eu admirava a sua técnica de guache, impecável!
Aguardava toda semana o novo retrato de Ianiro,
que eu desconstruia com o olhar como se fosse uma aula de caricatura.
Não tinha aparecido ainda o meu interesse pelo desenho e a pintura
que me levariam a entender mais tarde, a diferênça entre
o desenho do artista, e do ilustrador profissional,
não necessáriamente um artista.
Esse tipo de desenho planejado, pode ser até virtuoso,
mas responde a um modelo técnico fixo, (publico aquí alguns gráficos didáticos traçados pelo Ianiro para exemplificar como se desenha uma caricatura).
Isto seria o oposto do que chamaria de "linha sensível", um desenho "de autor",
em contraposição ao modelo empregado pela imprensa comercial,
de um desenho mecánico, que pode chegar a produzir belos efeitos visuais,
mas carece da "busca" do artista.
Eu sentí, na época, que o desenho de Sabat, subvertía os códigos da ilustração
para jornalismo, e abria posibilidades para mostrar o trabalho num suporte
popular, como era a página de jornal impresso, antes da internet.
No início de 1960, as principais influências no desenho argentino
eram Lajos Szalay e Carlos Alonso. Foi um período único e rico
na formação de novos desenhistas e gravadores, cujo espaço de
exposição eram as galerias comerciais ou o saguão de alguns teatros
independentes. Não existia ainda a modalidade europeia de
juntar num único espaço: livraria, café e galeria de arte.
Nesse momento, surgem impressos nas páginas do semanário "Primera Plana",
de Buenos Aires, os desenhos do uruguaio Hermenegildo Sabat.
Eram retratos caricaturais de artistas e escritores, feitos a crayón,
utilizavando um grafismo próprio das artes plásticas,
nunca visto nas páginas da mídia portenha.
Existia uma tradição do livro ilustrado, exercida pelos maestros
do realismo social, mas as ilustrações publicadas na imprensa,
eram mecânicas, realizadas por ilustradores profissionais, mas não por artistas.
Foi a partir desse momento que comecei a direcionar meu desenho para a ilustração.
Ali está implícito o que falei algumas vezes, de abandonar as galerias que são
círculos restritos para poucos apreciadores, por um suporte capaz de popularizar
as imágem: a ilustração.
O inicio desta idéia em mim, se deu olhando o desenho sensível de Sabat,
num suporte frio e mecánico como são as páginas dos jornais e revistas.
A partir desse final de 1967, começou a minha "transição" para o Brasil,
e um novo período que irei comentando.
Aquí mostro alguns desenhos feitos na minha chegada, para Folha de São Paulo
e Revista Veja, e os artistas que influenciaram os desenhos de caricatura que fiz nessa época.
eram Lajos Szalay e Carlos Alonso. Foi um período único e rico
na formação de novos desenhistas e gravadores, cujo espaço de
exposição eram as galerias comerciais ou o saguão de alguns teatros
independentes. Não existia ainda a modalidade europeia de
juntar num único espaço: livraria, café e galeria de arte.
Nesse momento, surgem impressos nas páginas do semanário "Primera Plana",
de Buenos Aires, os desenhos do uruguaio Hermenegildo Sabat.
Eram retratos caricaturais de artistas e escritores, feitos a crayón,
utilizavando um grafismo próprio das artes plásticas,
nunca visto nas páginas da mídia portenha.
Existia uma tradição do livro ilustrado, exercida pelos maestros
do realismo social, mas as ilustrações publicadas na imprensa,
eram mecânicas, realizadas por ilustradores profissionais, mas não por artistas.
Foi a partir desse momento que comecei a direcionar meu desenho para a ilustração.
Ali está implícito o que falei algumas vezes, de abandonar as galerias que são
círculos restritos para poucos apreciadores, por um suporte capaz de popularizar
as imágem: a ilustração.
O inicio desta idéia em mim, se deu olhando o desenho sensível de Sabat,
num suporte frio e mecánico como são as páginas dos jornais e revistas.
A partir desse final de 1967, começou a minha "transição" para o Brasil,
e um novo período que irei comentando.
Aquí mostro alguns desenhos feitos na minha chegada, para Folha de São Paulo
e Revista Veja, e os artistas que influenciaram os desenhos de caricatura que fiz nessa época.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
LUIS TRIMANO
A figuração na Argentina - 1965-67
No período em que morei em Buenos Aires
até a minha saída para o Brasil em 1968, trabalhei com desenho
figurativo, sempre temático, mas ainda não pensava em me
tornar ilustrador. Vou mostrar uma série de desenhos
produzidos entre 1965 e 1967, e a continuação,
obras dos artistas que me influenciaram
e fizeram comque me encaminha-se para a ilustração.
LUIS TRIMANO
A figuração na Argentina - 1965-67
No período em que morei em Buenos Aires
até a minha saída para o Brasil em 1968, trabalhei com desenho
figurativo, sempre temático, mas ainda não pensava em me
tornar ilustrador. Vou mostrar uma série de desenhos
produzidos entre 1965 e 1967, e a continuação,
obras dos artistas que me influenciaram
e fizeram comque me encaminha-se para a ilustração.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
RON MUECK - Melbourne, Austrália 1958.
É um escultor hiperrealista que trabalha na Grã-Bretanha.
Utiliza efeitos especiais cinematográficos para criar as suas obras,
trabalhadas em poliester, que alteram os códigos do real.
Senão fosse o tamanho de suas esculturas,
certamente seriam confundidas com pessoas.
No inicio de carreira foi fabricante de marionetas e modelos para
televisão e filmes infantis, destaque para o filme "Labyrinth".
As suas esculturas reproducem fielmente os detalhes do corpo humano,
mas joga com a escala para criar desconcertantes imagens visuais,
produzindo figuras de até 5 metros de altura, como "Boy" de 1999,
exposto na Bienal de Veneza.
texto extraído da Wikipédia
É um escultor hiperrealista que trabalha na Grã-Bretanha.
Utiliza efeitos especiais cinematográficos para criar as suas obras,
trabalhadas em poliester, que alteram os códigos do real.
Senão fosse o tamanho de suas esculturas,
certamente seriam confundidas com pessoas.
No inicio de carreira foi fabricante de marionetas e modelos para
televisão e filmes infantis, destaque para o filme "Labyrinth".
As suas esculturas reproducem fielmente os detalhes do corpo humano,
mas joga com a escala para criar desconcertantes imagens visuais,
produzindo figuras de até 5 metros de altura, como "Boy" de 1999,
exposto na Bienal de Veneza.
texto extraído da Wikipédia
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