quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

ERNESTO DEIRA - Buenos Aires 1928-1986


ERNESTO DEIRA - acrílico


ERNESTO DEIRA - acrílico


LUIS FELIPE NOÉ - Buenos Aires 1933


LUIS FELIPE NOÉ - "A divina quimera" - acrílico


LUIS FELIPE NOÉ - "A perda do Paraíso" - acrílico


LUIS FELIPE NOÉ - "A noite na cidade" - acrílico


A CONTINUAÇÃO VOU MOSTRAR ARTISTAS QUE EM1960,
FIZERAM PARTE DO MOVIMENTO CHAMADO DE "NUEVA FIGURACIÓN"
QUE ALEM DA POSTURA CRÍTICA, TRABALHAVA UMA GRAFIA QUE IA DE ENCONTRO A "DISOLUÇÃO DA FIGURA".
EU VEJO PONTOS DE CONTATO COM A GRAFIA EMPREGADA POR SABAT
NAS SUAS CARICATURAS.
O GRUPO "NUEVA FIGURACIÓN" (OU NOVO EXPRESSIONISMO),
ESTEVE FORMADO POR 4 INTEGRANTES = LUIS FELIPE NOÉ
                                                                                     RÓMULO MACCIÓ
                                                                                     ERNESTO DEIRA
                                                                                     JORGE DE LA VEGA
E OUTROS ARTISTAS INDIVIDUAIS QUE PODEMOS CITAR COMO PROTAGONISTAS
DAS TRANSFORMAÇÕES NA PLÁSTICA DA ÉPOCA.
PARALELAMENTE SURGE O "MOVIMENTO ESPARTACO", PINTORES MURALISTAS
CONTINUADORES DA PROPOSTA DA "OFICINA DE MURAL" INICIADA POR SIQUEIROS NO SEU "EXERCÍCIO PLÁSTICO".
VAMOS VER A "NUEVA FIGURACIÓN", E A CONTINUAÇÃO
O "MOVIMENTO ESPARTACO". OS DOIS GRUPOS DE PINTORES QUE DIVIDIAM
AS OPINIÕES, DA MESMA FORMA QUE AS DIVIDIRAM ANOS ATRÁS,
O GRUPO "MARTIN FIERRO" E O GRUPO "BOEDO".

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
ANNEMARIE HEINRICH
A iluminação no retrato de estúdio

ANNEMARIE HEINRICH


ANNEMARIE HEINRICH - Alemanha 1912 - Argentina 2005
Fotógrafa retratista, reconhecida como uma das melhores
entre os fotógrafos argentinos. Seus retratos de atrices, 
atores e "estrelas" do cinema e da cultura , foram as imagens obrigatórias
que "nos olharam" durante anos, 
desde as capas das revistas de lazer em Buenos Aires.
Heinrich é o caso típico de um bom artista malogrado esteticamente
pelo péssimo gosto imposto pelo mercado.
Podemos extender ese mal gosto para o mercado fonográfico, 
que até entrados os anos 60, lançava capas dos mestres do tango
e do folklore ilustradas com qualquer garatuja ou retratos "feitos"
por pessoas que não eram artistas e muito menos ilustradores.
A valorização da capa do disco vinil se da a partir de 70.
Nesse momento (único) na história das artes gráficas,
se juntaram forma e conteúdo  = poema-música-imagem, criando
uma nova maneira de se olhar para um produto de consumo.
Isso foi uma revolução no olhar, acompanhando a revolução que se operava na atitude das pessoas nesse momento.
Isso significou o oposto ao que os prestidigitadores da midia denominam de "popular", ou "cultura de massa". 
Se compararmos os retratos inteligentes e bem iluminados
que Annemarie Heinrich realizou em preto e branco,
interpretando a personalidade do retratado, com os retratos hiper-coloridos
e retocados das capas das revistas de fofocas televisivas, percebemos 
o abismo que existe entre o seu trabalho  autoral,
e o "serviço burocrático" que poderia ter sido feito por qualquer fotógrafo.
Sara Facio, discípula de Annemarie Heinrich  aplicou nos seus retratos, a lição apreendida com a mestra, mas já despojados do clima melodramático
produzido no estúdio que caracterizaram  a fotografia cinematográfica
dos anos 40 e 50.

ANNEMARIE HEINRICH


ANNEMARIE HEINRICH


ANNEMARIE HEINRICH


ANNEMARIE HEINRICH


ANNEMARIE HEINRICH


ANNEMARIE HEINRICH


ANNEMARIE HEINRICH - Mercedes Sosa


ANNEMARIE HEINRICH - Raquel Forner


ANNEMARIE HEINRICH - Jorge Luis Borges