terça-feira, 11 de setembro de 2018

NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NONO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


NOVO REALISMO - DOMINIQUE RENSON


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
LUIS TRIMANO 
SÉRIE MODELO DE ARMAR 
Ilustrações para "Gaza - O Tempo dos Assassinos"
hidrográfica e esferográfica

"El Barco" - Edição virtual - Monte Alto - Rio de Janeiro - 2018 

NA PALESTINA, DIGNIDADE E VIOLÊNCIA
Ataques de Israel São Crimes de Guerra
Noam Chomsky

 A tragédia de Gaza remonta a 1948, quando
centenas de milhares de palestinos fugiram em horror
ou foram expulsos à força para Gaza pelas forças
conquistadoras israelenses.
O primeiro ministro David Ben-Gurion disse que: "Só resta
uma função aos árabes na terra de Israel: fugir".
Vale notar que atualmente o apoio mais forte a Israel
na arena internacional, vem dos Estados Unidos, Canadá
e Austrália, a chamada anglosfera - sociedades coloniais
baseadas no extermínio ou expulsão das populações
indígenas em prol de uma raça superior, 
onde esse comportamento é considerado natural
e digno de louvor.
Por décadas, Gaza foi um montruário de toda sorte
de violências. O recorde inclui atrocidades cuidadosamente
planejadas como a operação Chumbo fundido em 2008-09,
"infanticídio" como foi chamado pelos médicos noruegueses
Mads Gilbert e Erik Fosse, que trabalhavam no hospital
Al Shifa de Gaza com seus colegas palestinos durante
o ataque criminoso. A palavra é adequada, considerando
as centenas de crianças massacradas.
A violência varia de todo tipo de crueldades concebidas
pelas faculdades mentais superiores dos seres humanos,
até a dor do exílio.
_______________________________________________

GAZA

Faixa de Gaza é um território palestino composto
por uma estreita faixa de terra localizada na costa oriental
do Mar Mediterrâneo, no Oriente Médio, que faz fronteira
com Egito no sudoeste e com Israel no leste e no norte.
Capital: Gaza
População: 450.000 habitantes.
É a maior cidade dos territórios palestinos.
Habitada desde o século XV, aC, Gaza tem sido dominada
por varios povos e impérios diferentes ao longo da história.
Os idiomas falados na região são o hebraico e o árabe.
O significado de Gaza é: O Forte, O Poderoso ou O Violento.
Gaza caiu diante das forças britânicas durante a Primeira Guerra Mundial, tornando-se parte do Mandato Britânico
da Palestina. 
Como resultado da Guerra Árabe-Israelense de 1948
o Egito administrou o recém formado território da Faixa
de Gaza, e várias melhorias foram realizadas na cidade.
Gaza foi anexada a Israel durante a Guerra dos 6 Dias,
em 1967, mas em 1993 foi transferida para a Autoridade
Nacional Palestina, conforme o Acordo de Oslo.
As principais atividades econômicas de Gaza 
são de industrias de pequena escala e a agricultura
de subsistência. No entanto, a economia foi devastada 
pelo bloqueio e pelos conflitos recorrentes.
A maioria dos habitantes são musulmanos.
A cidade tem uma população muito jovem, com cerca
de 75% com idade em torno dos 25 anos, alem de ter
uma das maiores densidades populacionais do mundo.
Na Guerra dos 6 Dias de 1967, Gaza foi capturada
por Israel, que se manteve no controle direto da região.
O levante popular chamado Primeira Intifada eclodiu
em 1987. Durante a revolta as condições econômicas
da cidade pioraram e em setembro de 1993 e líderes
da Organização Para a Libertação da Palestina (OLP),
assinaram o Acordo de Oslo, transferindo a administração
da Faixa de Gaza, da Cisjordânia e de Jerico,
para os palestinos. Em cumprimento do acordo, em maio
de 1994, a "Autoridade Nacional Palestina (ANP), liderada
por Yasser Arafat, passou a administrar a cidade.
Em 2005, Israel decidiu entregar Gaza ao povo palestino
e retirou de forma forçada, os judeus que ali viviam.
Uma das exigencias americanas para que Israel se retirasse
seria a organização de eleições para decidir 
quem governaría o território. Nas eleições de 25 de janeiro de 2006 o braço político do grupo fundamentalista islâmico
Hamas obteve a maioria das cadeiras no conselho legislativo
da Palestina (CLP), órgão legislativo da Autoridade Nacional Palestina (ANP), con 74 dos 132 eleitos, enquanto Fatah
conquistou 43 assentos.
Diante da oposição dos países do quarteto: Estados Unidos,
Rússia, União Europeia e ONU, o Fatah recusou-se
a transmitir o poder à maioria vitoriosa. O Hamas acusou
o Fatah de estar promovendo um golpe, e após uma série
de conflitos sangrentos que seriam chamados de Batalha
de Gaza, o Hamas conquistou o poder em toda a Faixa
de Gaza, expulsando o Fatah.
Entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009, as forças
de defesa de Israel realizaram uma série de operações
militares na Faixa de Gaza, em resposta aos constantes
lançamentos de foguetes contra as cidades da região
sul de Israel. A operação Chumbo Fundido, deixou
1314 mortos e cerca de 5000 feridos no território palestino.
Grande parte da infraestrutura da cidade de Gaza
foi seriamente danificada nos ataques.
Uma escalada de violência israelense ocorreu após a morte
de três adolescentes israelenses na Cisjordânia
no final de junho de 2014. Como vingança, um jovem
palestino foi queimado vivo e assassinado em Jerusalém.
Aviões de guerra passaram a bombardear Gaza, destruindo
casas e instituições, e foram realizadas execuções extra-judiciais. Os ataques israelenses causaram a morte de 600 palestinos civis, entre eles 147 crianças e 74 mulheres.
Em 23 de julho de 2014, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas denunciaram que os ataques do exército israelense contra Gaza, constituiam crimes de guerra,
e aprovaram uma resolução que condena Israel 
por sua ofensiva militar e violação dos direitos humanos
na empreitada.

dados extraídos da Wikipédia
 

TRIMANO - SÉRIE MODELO DE ARMAR - "Gaza - O Tempo dos Assassinos"


TRIMANO - SÉRIE MODELO DE ARMAR - "Gaza - O Tempo dos Assassinos"


TRIMANO - SÉRIE MODELO DA ARMAR - "Gaza - O Tempo dos Assassinos"


TRIMANO - SÉRIE MODELO DE ARMAR - "Gaza - O Tempo dos Assassinos"


TRIMANO - SÉRIE MODELO DE ARMAR - "Gaza - O Tempo dos Assassinos"


TRIMANO - SÉRIE MODELO DE ARMAR - "Gaza - O tempo dos Assassinos"


TRIMANO - SÉRIE MODELO DE ARMAR - "Gaza - O Tempo dos Assassinos"


quinta-feira, 6 de setembro de 2018

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
A História Humana Contada Pela Arte
NOVO REALISMO - SITUACIONISMO
ERNEST PIGNON-ERNEST
A Solidariedade
O Humanismo Militante
"El Barco" - Edição virtual - Monte Alto - Rio de Janeiro - 2018  

ERNEST PIGNON-ERNEST
Nice, França 1942
Desenhista político associado ao Movimento Situacionista.
O trabalho de Pignon-Ernest se compõe essencialmente
do desenho, de inspiração renascentista, em grafite, realizado em grandes superfícies.
Esses desenhos, que atuam como gigantescas colagens, são colados, em diversos lugares da cidade, 
aos muros, que servem como suporte e cenário, 
criando, com a interferência, inúsitados contrastes 
entre o real e o imaginário.
Seu primeiro trabalho data de 1966, foi uma reação
a Força de Greve Nuclear da França.
Em 1971, exibiu cartazes retratando cenas da "Comuna".
Em 1978-79, seus cartazes retratando o poeta Arthur Rimbaud, podia ser visto por toda a França.
Em 1996, junto com Antonio Saura, iniciou a coleção
de arte internacional chamada Art Against Apartheid.
Os cartazes de Pignon-Ernest estão na coleção do Centro
Para o Estudo de Gráficos Políticos da CGT: Confederação
Geral do Trabalho da França, da qual Pignon-Ernest
é integrante. 

dados extraídos da Wikipédia
 
INTERNACIONAL SITUACIONISTA

A Internacional Situacionista foi um movimento artístico
ativo no final da década de 1960, que aspirava por grandes
transformações políticas e sociais. A primeira IS foi desfeita
após o ano de 1972.
O movimento surgiu na vila italiana de Cosio di Arrosia,
Liguria, em 1957, com a fusão de várias tendências
artísticas que se auto definiam como a vanguarda da época.
Internationale Lettriste, International Movement 
for an Imaginist Bauhaus, e a London Psychogeographical
Association, esta fusão incluiu influências adicionais
do Movimento Cobra, Surrealismo e Fluxus, e foi inspirado
pelo Comunismo de Conselhos, tendência que surgiu
como oposição ao comunismo de estado e ao leninismo,
e pela Revolução Húngara de 1956. 
As correntes  que precederam a IS viam no seu propósito
a redefinição radical do papel da arte no século XX.
Os própios situacionistas tinham um ponto de vista dialético,
assumindo a tarefa de superar a arte, abolindo a noção
de arte como uma atividade especializada e separada,
transformando-a naquilo que seria parte da vida cotidiana.
Do ponto de vista situacionista, a arte ou é revolucionária
ou não é nada. Desta forma, os situacionistas se viam
como os responsáveis por completar o trabalho 
dos dadaistas e surrealistas enquanto aboliam 
os dois movimentos. A respeito disso, os situacionistas
respondiam a pergunta: "o que é revolucionário",
de maneiras diferentes em momentos diferentes.
Mas se no início a idéia era criticar a arte, a comprensão
era de que a superação da arte só viria pela transformação
ininterrupta do meio urbano. Não era construir cidades ideais, mas fazer do urbanismo e da arquitetura, ferramentas
de uma revolução do cotidiano.
A IS sofreu divisões, e muitos membros foram expulsos
desde o seu início. Uma dessas divisões resultou na criação
de dois grupos: a Seção Parisiense, que manteve o nome
original, e a Seção Alemã, conhecida como Segunda
Internacional Situacionista, que se organizou sob o nome
de Gruppe Spur.
Enquanto a história da IS foi marcada por um ímpeto
de revolucionar a vida, a separação entre franceses
e alemães marcou a transição de uma visão artística
da revolução para uma visão claramente política, que viu
nos acontecimentos de maio de 1968 uma consequência
lógica da abordagem dialética da IS. Enquanto enfrentavam
a sociedade atual, buscavam uma sociedade revolucionária
que poderia incorporar as tendências positivas
do desenvolvimento capitalista.
Um importante evento que conduziu a maio de 1968
foi o chamado Escândalo de Estrasburgo. Um grupo
de estudantes utilizou fundos públicos para publicar
um panfleto com um libelo da IS: A Miséria do Meio
Estudantil. O panfleto circulou em milhares de cópias
e fez os situacionistas ficarem conhecidos por toda
a esquerda não stalinista.
As ocupações de 1968 começaram na Universidade 
de Paris em Nanterre e chegaram até a Sorbonne,
que distribuiu as demandas da IS numa escala muito maior.
O governo e as uniões sindicais chegaram a um acordo
mas nenhum trabalhador voltou ao trabalho.
A greve terminou somente quando o presidente de Gaulle
colocou as forças armadas nas ruas de Paris.
Logo após a polícia retomou a Sorbonne e o C.M.D.O
foi disolvido.
_______________________________________________
 
"Vivemos em uma sociedade do espetáculo, isto é,
toda a nossa vida é envolta por uma imensa acumulação
de espetáculos. As coisas que eram vivenciadas diretamente
agora são vivenciadas através de um intermediário.
A partir do momento em que uma experiência é tirada
do mundo real, ela se torna um produto comercial,
ela se torna um substituto da experiência" - trecho do livro
"Spectacular Times" de Larry Law
_________________________________________________

"O espetáculo não é uma coleção de imagens
mas uma relação social entre as pessoas, intermediada
por imagens...O espetáculo em geral, como uma concreta
"inverção da vida", é um movimento autônomo 
do não vivente...mentiu para si mesmo... - Guy Bord
______________________________________________

O espetáculo não é uma conspiração. 
Os situacionistas augumentariam em favor da separação entre um "espetáculo falso" e a verdadeira vida cotidiana.
Os situacionistas diriam que a sociedade chega ao nível
do espetáculo quando praticamente todos os aspectos
da cultura e experiência são intermediados
por uma relação social capitalista.

dados extraídos da Wikipédia