quarta-feira, 16 de agosto de 2017

PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISTA - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO - CÉZANNE


PÓS-IMPRESSIONISMO
Texto Informativo
 

PAUL CÉZANNE - "A Montanha Sainte-Victoire" - óleo


Pós-Impressionismo é a expressão para definir
um período artistico europeu iniciado no final
do século XIX, no ano de 1886, logo depois da última
exposição impressionista, e continuou até a primeira
metade do século XX, quando começaram as vanguardas
artísticas.
1886, foi também marcado pelo início de importantes mudanças na cidade de Paris. Gustave Eiffel ganhou
o concurso para a construção de um monumento
em homenagem a Revolução Francesa, celebrado
na Exposição Universal de 1889. 
A estética arquitetónica da Torre Eiffel, foi acolhida
por diversos pintores pós-impressionistas, como Paul
Gauguin. Ademais a Exposição Universal também mostrou
à cena parisiense o mundo exótico do Oriente, trazendo templos indianos e danças javanesas, além da construção
do pavilhão da Índia, que impressionou Gauguin.
O contato com novas culturas foi determinante para
as mudanças radicais da era pós-impressionista.
Por raramente se reunirem e não compartilharem
de uma mesma opinião, os pintores pós-impressionistas
eram solitários, sendo este o legado deixado pelos
impressionistas, o único fator de união entre eles.
Da mesma forma ao que ocorreu com seus antecesores,
os pós-impressionistas não foram aceitos pelo Salão
Oficial, tendo que encontrar novas alternativas: criaram
suas próprias e exclusivas exposições. 
Em 1884 foi inaugurado o Salão dos Artistas Independentes,
no qual não havia juri nem premiação, dando condições
de liberdade para os artistas.
O aspecto relativo às escolas de pintura, não era importante
para os pós-impressionistas: Van Gogh e Gauguin eram autodidatas, Paul Cézanne (um ex impressionista),
era independente, e Toulouse Lautrec, não obstante 
a sua formação rígica, experimentava um estilo 
sem aprovação unânime. Georges Seurat, tratava a teoria
das cores de Chevreul com rigor científico. Deste método,
fundamentado na aplicação de pequenas manchas de cores
complementares, surgiram o Pontilhismo e o Divisionismo.
Paul Signac, parceiro de Seurat, foi outro bom representante
destas vertentes. 
O grupo dos Nabis, fortemente influenciado pelo Simbolismo
e pelo Sintetismo de Gauguin, foi também de grande 
relevância no contexto pós-impressionista. O grupo, iniciado
por Paul Sérusier e Pierre Bonard na Academia Julian, produzia obras carregadas de misticismo e refinamento.
Os principais pintores pós-impressionistas foram:
Paul Cézanne
Vinvent Van Gogh
Paul Gauguin
Geroges Seurat 
Paul Signac
Henri de Toulouse-Lautrec
Pierre Bonard
Eduard Vuillard
Émile Bernard
Paul Sérusier
Felix Valloton
Maurice Denis
Cuno Amiet
Robert Antoine Pinchon
Georges Lemmen
Paul Ranson
Théo van Rysselberghe
Charles Lavall
Marius Borgeaud
René Schützenberger
Maximilien Luce
Henri-Edmond Cross
Charles Angland
Odilon Redon
e Henri Rousseau

dados extraídos da Wikipédia

sábado, 12 de agosto de 2017

Luis Trimano - foto: Tizuko Shiraiwa


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
A História Humana Contada Pela Arte
ARTE DO IMPRESSIONISMO
FERNANDO FADER
Pioneiro do Impressionismo na Argentina
A Paisagem Serrana
 
 

FERNANDO FADER
Burdeos, França 1882 - Córdoba, Argentina 1935
Pintor impressionista argentino nascido na França.
Cursou seus estudos na Alemanha, onde também
estudou pintura com Heinrich von Zügel, um artista
partidário da pintura ao ar livre, derivada da escola 
do Barbizón. Fez sua primeira exposição na Argentina
em 1906, onde participou do grupo "Nexus", junto
com Pio Collivadino, Ripamonte, Bernaldo de Quirós 
e Emilio Caraffa.
Doente de tuberculose, mudou-se para a Provincia
de Córdoba em 1917, onde realizou a maior parte 
de sua obra. As suas paisagens serranas são 
um dos momentos mais importantes da pintura argentina.

dados extraídos da Wikipédia 

ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER - Autorretrato - óleo


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


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ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


ARTE DO IMPRESSIONISMO - FADER


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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
A História Humana Contada Pela Arte
ARTE DO IMPRESSIONISMO
MAYNARD DIXON
O Índio Americano 
Pinturas do Deserto 

MAYNARD DIXON
Fresno, California 1875 
Tucson, Arizona, Estados Unidos 1946
Pintor e ilustrador ligado ao Movimento Tonalista
norteamericano, uma variante do Impressionismo
com características próprias, derivado da escola francesa
de Barbizon. Os maiores representantes desse movimento
foram George Iness e James McNeill Whistler.
Dixon nasceu em uma familia de confederados aristocráticos
da California. No início da carreira trabalhou como ilustrador
no Overland Monthly e outros jornais de San Francisco. 
Em 1900 visitou o Arizona e o Novo México. 
Este foi o começo de sua paixão ao longo da vida
por percorrer e registrar, da mesma forma que Georgia O'Keeffe, as paisagens desérticas do oeste americano.
No ano seguinte, acompanhou o artista Edward Borein
em uma viagem a cavalo através de vários estados.
Na California, ilustrou livros e revistas com temas 
da paisagem local e seus habitantes indígenas, que ele
retratou em imagens poéticas que nos lembram 
as fotografias do seu contemporâneo Edward Sheriff Curtis.
Alguns dos trabalhos mais memoráveis desses primeiros anos, apareceram nos livros da escritora Clarence Mulford, sobre o legendário cowboy Hopalong Cassidy.
Em 1920 casou-se com a fotógrafa documentarista Dorothea
Lange famosa por retratar a chamada Grande Depressão
Americana, quem teve significativa influência em sua arte.
Em 1925, nasceu o primeiro filho do casal, Daniel Rhoades, e o estilo de Dixon mudou para composições 
de um realismo mais dramático, afastando-se progressivamente da influência impressionista. Em 1929,
nasceu seu segundo filho, John Eaglefeather.
Durante a Grande Depressão, pintou uma série de telas
de realismo social, que descrevem os trabalhadores deslocados e as pessoas afetadas pelo flagelo. Simultaneamente, Dorothea, capturou as imagens 
dos migrantes do Vale das Salinas. Uma destas fotografias
emblemáticas, a da mãe retirante, ficou mundialmente famosa por denunciar as condições de extrema pobreza
em que viviam os camponeses norteamericanos.
Dixon e Dorothea se divorciaram em 1935.
Dois anos depois, ele se casou com a muralista de San
Francisco, Edith Hamlin. O casal foi morar em Utah, fonte
de algumas das melhores obras do pintor.
Maynard Dixon morreu em sua casa de inverno em Tucson,
em 11 de novembro de 1946.

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