domingo, 13 de novembro de 2016

GRÁFICA SOVIÉTICA - Vladimir Maiakovski - litografia - 60 x 45 cm. - Cartaz "Eis a quem o soldado defendia antes"


GRÁFICA SOVIÉTICA - Vladimir Maiakovski 1917 - litografia - 60 x 45 cm - Cartaz "Eis a quem o soldado defendia antes"


GRÁFICA SOVIÉTICA - Vladimir Maiakovski - 1914 - Cartaz - 35 x 66 cm


GRÁFICA SOVIÉTICA - Arte de K. Malevich com texto de Maiakovski - 1914 - Cartaz - 38,5 x 56,5 cm


GRÁFICA SOVIÉTICA - Vladimir Maiakovski, 1920 - litografia - 64 x 64 cm - Cartaz "O grito de ucranianos e russos é um só: não haverá senhor algum a dominar o trabalhador"


GRÁFICA SOVIÉTICA - Vladimir Maiakovski, 1918 - 108 x 71 cm - Cartaz do filme "Acorrentada pelo filme"


MAIAKOVSKI - RODCHENKO
Fotomontagens

No período entre dezembro de 1922 e fevereiro de 1923,
Maiakovski escreveu o poema Isto, dedicado à sua amante
Lili Brik, esposa de Osip Brik. O poema foi publicado 
em março de 1923 pelo editorial LEF - Front dos Artistas de Esquerda - e era ilustrado por fotomontagens de Rodchenko.
As imagens se referem a trechos específicos do poema.
Além de serem inovadoras no uso da fotomontagem, 
as imagens de Rodchenko para Isto são importantes por
representarem a primeira vez em que um livro é ilustrado
com o uso desta técnica.
A tradução dos poemas para o português é de Paulo Cypriano 

ALEXANDER RODCHENKO - Retrato de Vladimir Maiakovski


GRÁFICA SOVIÉTICA - MAIAKOVSKI - RODCHENKO - Fotomontagens - Ilustração para o poema "Isto" - (Na cama, ela, deitada, - Ele - Sobre a mesa. o telefone)


GRÁFICA SOVIÉTICA - MAIAKOVSKI - RODCHENCO - Fotomontagens - Ilustração para o poema "Isto" - (Com as patas eu tapo os ouvidos - Amassa-os em vão! - Eu escuto - a minha - minha própria voz - a faca da voz fura-me as patas)


GRÁFICA SOVIÉTICA - MAIAKOVSKI - RODCHENKO - Fotomontagens - Ilustração para o poema "Isto" - (Tento o equilíbrio - Agito terrivelmente os braços)


GRÁFICA SOVIÉTICA - MAIAKOVSKI - RODCHENKO - Fotomontagens - Ilustração para o poema "Isto"


GRÁFICA SOVIÉTICA - MAIAKOVSKI - RODCHENCO - Fotomontagens - Ilustração para o poema "Isto" - (E novamente - As candentes estepes das paredes - Ao alcance dos ouvidos tinem e suspiram no "two-step")


GRÁFICA SOVIÉTICA - MAIAKOVSKI - RODCHENKO - Fotomontagens - Ilustração para o poema "Isto" - (Quatro vezes envelhecerei, quatro vezes rejuvenecido)


GRÁFICA SOVIÉTICA - MAIAKOVSKI - RODCHENKO - Fotomontagem - Ilustração para o poema "Isto" - (E isso está assim parado há séculos - como era - não açoitam - E não moveu-se o jumento do doa-a-dia).


domingo, 6 de novembro de 2016

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
Vanguarda Russa
PAVEL FILONOV
ANTI-CUBISMO - REALISMO ANALÍTICO
A FIGURAÇÃO NA ABSTRAÇÃO
   

FILONOV COM A SUA IRMÃ EVDOKIA


PAVEL FILONOV
Nasceu em Moscou em 1892, no seio de uma familia
operária, que em 1897 se transladou a Petrogrado, 
onde Pavel recebeu aulas de arte.
Em 1908 egressou na Academia Imperial de Artes 
de Petrogrado, de onde foi expulso em 1910. 
Após a sua saída da Academia, integrou o grupo União
dos Jovens, nucleado pelo mecenas Levki Jever, e entre
cujos membros destacados estavam Elena Guro, Olga
Razanova, Varvara Bubnova, Mikhail Matiushin, David Burliuk, Vladimir Burliuk, Iuri Annenkov, Kazimir Malevitch,
Vladimir Tatlin e Ivan Kliun.
Em 1912, escreveu o artigo intitulado O Cânone e a Lei,
no qual formulou os princípios do "realismo analítico" ou
"anti-cubismo". De acordo com Filonov, os artistas cubistas
representavam os objetos segundo a sua geometria de superfície, enquanto os "realistas analíticos" deviam
representar a geometria interior dos objetos. 
Esses princípios mantiveram-se em toda a obra posterior 
de Filonov, que entre 1913 e 1914, esteve muito próximo
de Vladimir Maiakovski, Velimir Khlebinkov e outros artistas
futuristas. 
Nesta época, trabalhou como ilustrador de livrinhos futuristas
e publicou seu poema transracional Canção da Florescência
Universal (Propoved o Porosli Mirovoi).
Em 1917, Filonov participou de forma ativa na Revolução
de Outubro, dirigindo o Comité de Guerra Revolucionária
da região de Dunai, mas, quando o poder dos bolcheviques se estabeleceu, regressou à pintura.
Em 1919 expõe na Primeira Mostra Livre de Artistas 
de Todas as Tendências, que se celebra no Museu Hermitage. 
A sua obra, como a de outros artistas de vanguarda,
foi apoiada pelo "Narkompros", dirigido por Anatoli Lunatcharski, o que fez com que Filonov ingressasse como
professor na Academia de Artes de Petrogrado e como membro do Instituto de Cultura Artística, sob direção
de Kazimir Malevich, onde organizou mais de setenta artistas que seguiam os princípios do realismo analítico.
Em 1929, com o estabelecimento de uma linha estética
oficial que perseguia as vanguardas, o Stalinismo proibiu
uma exposição retrospectiva de Filonov no Museu Estatal
da Rússia. 
Na altura de 1932, embora passando fome, continuou
a recusar a imposição do realismo socialista, e a venda
de suas obras a coleções particulares, visando criar,
em algum momento, um museu do realismo analítico.
Morreu de inanição em 3 de dezembro de 1941, durante
o cerco nazista de Leningrado.
A maior parte do trabalho de Filonov, foi conservado pela
sua irmã Evdokia Nikolaevna Glebova, que armazenou
as obras no arquivo do Museu Estatal da Rússia.
Durante a vida de Stalin, a exibição das obras foi interditada
e sua primeira exposição após a morte do autor celebrou-se
em Novosibirsk, em 1967, depois que o culto 
a personalidade do Stalinismo já tinha sido condenado
oficialmente e começou a se reverter a censura do regime.
Entre 1989 e 1990 celebrou-se em Paris a primeira exposição internacional do seu trabalho.

dados extraídos da Wikipédia  

FILONOV


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FILONOV - Retrato de Stalin - óleo


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sábado, 5 de novembro de 2016

FILONOV


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