terça-feira, 16 de setembro de 2014

HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER - Auto-retrato - óleo


HODLER - Auto-retrato - óleo


HODLER - Auto-retrato - óleo


HODLER - Auto-retrato - óleo


HODLER - Auto-retrato - óleo


HODLER - Auto-retrato - óleo


HODLER - Auto-retrato - óleo


HODLER - Auto-retrato - óleo


HODLER - Auto-retrato - lápiz


HODLER - Auto-retrato - lápiz e guache


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

HODLER - Auto-retrato - óleo


HODLER - Auto-retrato - lápiz


-HODLER - Auto-retrato - lápiz


HODLER


HODLER


HODLER


HODLER


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
SIMBOLISMO
A ORIGEM

FERDINAND HODLER


Movimento literário de poesia e das outras artes
que surgiu na França no final do século XIX, como
oposição ao Realismo, ao Naturalismo e ao Positivismo
da época. Movido pelos ideais románticos, estendeu suas raízes na literatura, no teatro e nas artes plásticas. 
Não sendo considerado uma escola literária, teve as suas origens nos poemas de "As Flores Do Mal" de Charles Baudelaire. Na França, a partir de 1881, os poetas, pintores, 
dramaturgos e escritores em geral, influenciados pelo
misticismo advindo do grande intercâmbio com as culturas orientais, procuram refletir en suas produções a atmosfera
desses novos conhecimentos.
Marcadamente individualista e místico, o Simbolismo foi, apelidado com desdém de decadentismo, numa clara alusão a decadência dos valores estéticos então vigentes e a uma certa afetação que deixava a marca nos seus integrantes. 
O maior interesse dos simbolistas era pelo particular
e individual, a visão objetiva da realidade não lhes
despertava mais interesse, e sim, as evocações 
da imaginação. É uma poesia que se opõe à poética parnasiana e se aproxima da estética romântica, porém,
mais do que voltar-se para o coração, os simbolistas
procuram o mais profundo "eu" e buscam o inconsciente, o sonho.
Oriundo do Impressionismo, Paul Gauguin deixa-se influenciar pelas pinturas japonesas que aparecem na Europa, provocando um verdadeiro choque cultural, e cria
o Sintetismo que seria a inspiração do grupo dos Nabis,
ambos relacionados com o Simbolismo.
Os temas alegóricos começam a dominar na sua obra
a partir de 1890. Já não lhe basta pintar a realidade, mas
a essência sentimental dos personagens. Em Gauguin esta
busca das fontes o levam a romper com a sua cidadania francesa, e a penetrar no primitivismo da cultura maorí,
morando com os nativos na Polinesia Francesa.
Na França, outros artistas, como Gustave Moureau, Odilon Redon, Maurice Denis, Paul Serusier e Aristides Maillol,
aderem a nova estética. Na Áustria, utilizando motivos
eminentemente europeus do estilo rococó, Gustav Klimt,
assim como Gauguin, torna-se conhecido e apreciado.
O noruegués Edvard Munch, autor do célebre quadro 
"O Grito", alia-se primeiro ao simbolismo, antes de tornar-se
um dos expoentes do Expressionismo.
No Brasil, o Movimento Simbolista influenciou a obra do
italo-brasileiro Eliseu Visconti. A tela "Recompensa de São
Sebastião" é um exemplo.
dados extraídos da Wikipédia

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
DAVID HOCKNEY
"O CONHECIMENTO SECRETO"
UM ENSAIO SOBRE A ARTE OCIDENTAL

David Hockney e o Conhecimento Secreto - Documentário (2003)