sexta-feira, 11 de abril de 2014

GIACOMO BALLA
FUTURISMO

BALLA - "Marcha Sobre Roma" - óleo 1933


GIACOMO BALLA nasceu em Turin em 1871.
Foi pintor futurista e professor. Sua obra exaltou os novos avanços científicos e técnicos por meio da repetição
e sobreposição de elementos geométricos e arabescos
abstratos. Mostrou grande preocupação com o dinamismo
das formas, com a situação da luz e a integração 
do aspecto cromático. Ele foi essencialmente autodidata,
a sua formação académica restringiu-se 
a um curso noturno de desenho de dois meses de duração, 
na Academia Albertina de Turin, sua cidade natal.
Em 1895, mudou-se para Roma. 
Cinco anos mais tarde, fez uma viagem a Paris, 
onde entrou em contato com a obra dos impressionistas 
e neo-impressionistas, e participou de varias exposições.
Na volta a Roma, conhece Marinetti, Boccioni e Severini.
Um ano mais tarde, junta-se a eles para assinar o Manifesto
Técnico da Pintura Futurista".
Em 1912 apresentou seu primeiro quadro futurista intitulado
"Cão na coleira".
Um recurso original que ele usou para representar o dinamismo foi a simultaneidade, ou desintegração das formas, numa repetição infinita, que permitia ao espectador
captar de uma só vez todas as sequências do movimento.
A evolução do Futurismo acompanha a linha 
de desenvolvimento do Movimento Nacional Socialista
Italiano. Atingindo um grande radicalismo em 1913-14,
torna-se apoiador da guerra imperialista e tem sua situação
encerrada nos anos posteriores ao fim da guerra em 1918.
Quando a burguesia italiana apoia em massa as milicias
fascistas de Mussolini contra o movimento operário ascendente, começa a decadência mais brutal do Futurismo, apoiador de uma política francamente
contra-revolucionária acompanhando este mesmo desenvolvimento político, os futuristas se destruiriam
nesse processo. Balla, na década de 30 abandona 
a abstração e passa a pintar em um estilo realista
próximo do naturalismo, ultrapassado pela fotografia, e defendido como arte oficial na Alemanha Nazista.
Ele executa em 1933, a obra "Marcha Sobre Roma",
por encomenda direta de Mussolini
A tela apresentava os principais líderes do Partido Fascista,
com o "Duce" no centro, marchando pelas ruas da capital.
Balla, do mesmo modo que Severini, se tornaram artistas
oficiais do regime.
O pintor só resolveu renegar o fascismo às vésperas
da Segunda Guerra Mundial, em 1937. Decisão que
o colocou no ostracismo ao longo do período seguinte.
Balla morreu esquecido em sua residência em Roma em 1958, aos 87 anos.
dados extraídos da Wikipédia

GIACOMO BALLA --


BALLA - Composição - aquarela --


BALLA - Composição - óleo --


BALLA - Projeto para cenografia - guache --


BALLA - Biombo futurista - óleo sobre madeira --


BALLA - Decomposição dos raios de luz - óleo --


BALLA - Retrato - pastel e crayón --


BALLA - Gesto - crayón e guache --


BALLA - Gesto - óleo --


BALLA - Auto-retrato - óleo --


BALLA - Retrato - crayón --


BALLA - Escultor -crayón --


BALLA - Cartaz --


Sequencias de movimento --


BALLA - Composição - crayón e guache --


BALLA - Composição - óleo --


BALLA - Cartaz de exposição --


BALLA - Composição - óleo --


BALLA - Composição - guache sobre papelão --


BALLA - Composição - óleo --


quinta-feira, 10 de abril de 2014

UMBERTO BOCCIONI
FUTURISMO 

UMBERTO BOCCIONI 
Reggio de Calabria 1882 - Verona, Itália 1916
Pintor, escultor e importante teórico do Futurismo.
Forma-se em Roma, junto com Gino Severini,
no atelê de Giacomo Balla, nos primeiros anos 
do século XX. 
Aprendendo a pintura neo-impressionista,
torna-se um mestre no género do divisionismo
italiano de Segantini.
Fixa-se em Milão em 1908, e no ano seguinte, 
adere ao Futurismo junto com os pintores
Giacomo Balla, Carlo Carrá, e Luigi Russolo,
pouco depois do "Primeiro manifesto Fundador
do Futurismo", em 1909.
Contribui para os manifestos dos Pintores Futuristas,
e para o "Técnico de Pintura Futurista", publicados
em 1910 e 1911.
A sensação dinámica é o principal valor da sua arte.
A ação se traduz na pintura pela prática das técnicas
neo-impressionistas, associadas aos princípios cubistas,
particularmente depois de seu contato, em Paris,
com Picasso e outros artistas do grupo, em 1912.
Suas pinturas abordam temas político-anarquistas,
cenas de grande movimentação de figuras em tensão
dinâmica, e mesmo composições quase abstratas,
articuladas pelas linhas-força.
É inovador na escultura, na medida em que rompe
com a tradição de Rodin e procura solucionar
todos os aspectos da forma dinâmica na linguagem
tridimensional.
Realiza experiências com materiais não tradicionais 
da escultura, justapondo e articulando vidro, madeira
e couro, em trabalhos que ele chama de "polimatéricos".
A produção artística e intelectual de Boccioni flui até 1916,
ano em que publica "Manifesto Dos Pintores Meridionais"
Convocado para lutar na Primeira Guerra Mundial, serve
na artilharia, em Sorte, próximo a Verona, onde morre
após uma queda de cavalo durante exercícios militares.
dados extraídos da Wikipédia

BOCCIONI - Formas únicas de continuidade no espaço - bronce 1913 --


BOCCIONI- Movimento de um homem caminhando - estudo --


BOCCIONI - "Carga de cavalaria" - óleo --


BOCCIONI - Estudo de movimento - crayón --


BOCCIONI- Auto-retrato - óleo --


BOCCIONI - Retrato - óleo --


BOCCIONI - Retrato - água-forte --


BOCCIONI - Retrato - óleo --


BOCCIONI - Retrato em azul - óleo --


BOCCIONI - Retrato - óleo --


BOCCIONI - Estudo para um retrato - lápiz --


BOCCIONI - Composição com retrato - óleo --


BOCCIONI - Composição - tinta --


-SEVERINI - Composição - óleo --


BOCCIONI - Retrato da mãe - tinta --


BOCCIONI - Auto-retrato - água-forte --


BOCCIONI - Retrato - óleo --


BOCCIONI - Composição - óleo --


BOCCIONI - Construção geométrica de uma cabeça - óleo --


BOCCIONI - Desconstrução de uma cabeça - lápiz --


BOCCIONI - Composição - lápiz --


BOCCIONI - Composição - óleo --


BOCCIONI - Figura em movimento - crayón --


BOCCIONI - Composição - óleo --