sexta-feira, 4 de abril de 2014

PABLO PICASSO - Retrato de Igor Stravinski - lápiz 1920 --


PABLO PICASSO - SÉRIE ROSA - Uma "manola" - Barcelona - óleo 1917 --


PABLO PICASSO - FASE ROSA - Pablito vestido de arlequim - óleo 1924 --


PABLO PICASSO - FASE ROSA - Arlequim de Barcelona - óleo 1917 --


PICASSO - O CUBISMO - Auto-retrato - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Estudo de cabeça - crayón --


PICASSO - O CUBISMO - Estudo -óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Retrato de Gertrude Stein - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Estudo - crayón --


PICASSO - O CUBISMO - Torso de mulher - crayón --


PICASSO - O CUBISMO - Retrato de Fernande - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Estudo de nú - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Estudo de banhista - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Nú de mulher - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Mesa com natureza morta - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - A fábrica de tijolos de Tortosa - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Casas na colina - (Horta de Ebro) - óleo


PICASSO - O CUBISMO - O depósito de águas de Horta de Ebro - óleo / O cubismo cézanneano, com influência notória de Paul Cézanne - Lembra muito também a pintura de paisagens de Carlos Scliar

PICASSO - O CUBISMO - Retrato - busto de mulher - óleo --


PICASSO - O CUBISMO - Paisagem - óleo --


PICASSO - O CUBISMO Paisagem - óleo --


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
ARTE AFRICANA
INSPIRAÇÃO DO CUBISMO

ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA

A arte africana representa os usos e costumes
das tribos africanas. O objeto de arte é funcional,
e nas pinturas, assim como nas esculturas,
a presença da figura humana identifica a preocupação
com os valores étnicos, morais e religiosos.
A escultura foi uma forma de arte muito utilizada
pelos artistas africanos, usando-se o ouro, bronze e marfim
como matéria prima.
Representando um disfarce para a incorporação 
dos espíritos, e a posibilidade de adquirir forças mágicas,
as máscaras têm um significado místico, importante na arte africana, sendo usadas nos rituais e funerais.As máscaras são confeccionadas em barro, marfim, metais, 
mas o material mais utilizado é a madeira. Para estabelecer
a purificação e a ligação com a entidade sagrada,
são modeladas em segredo na selva.
extraído da Wikipédia 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


ARTE AFRICANA --


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
CUBISMO
CUBISMO ANALÍTICO E CUBISMO SINTÉTICO
A INFLUÊNCIA DE CÉZANNE E DOS AFRICANOS

PABLO PICASSO - "Les Demoiselles D'Avignon" - óleo - 1907 --


CUBISMO

Cubismo é um movimento artístico
que surgiu no século XX nas artes plásticas.
Foram seus principais fundadores Pablo Picasso
e Georges Braque, tendo se expandido para a literatura
e a poesia pela influência de escritores como Guillaume
Apollinaire e Vladimir Maiakovski. 
O quadro Les Demoiselles D'Avignon" (1907) de Picasso,
é  conhecido como marco do inicio do Cubismo.
Nele ficaram evidentes as referências às máscaras africanas,
que inspiraram a fase inicial do Cubismo, juntamente com
a obra de Paul Cézanne.
O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando as partes de um objeto
no mesmo plano. A representação do mundo passava 
a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas.
Historicamente o Cubismo originou-se na obra de Cézanne,
pois para ele a pintura deveria tratar as formas da natureza
como se fossem cones, esferas e cilindros. Entretanto,
os cubistas foram mais longe do que Cézanne. Passaram
a representar os objetos com todas as suas partes 
no mesmo plano. É como se eles estivessem abertos
e apresentassem  todos os seus lados no plano frontal
em relação ao espectador. 
O pintor cubista representa os objetos em três dimensões,
numa superficie plana, sob formas geométricas, 
com o predominio de linhas retas. 
Não representa mas sugere a estrutura dos corpos 
ou objetos. Representa-os como se o espectador 
se movimentasse em torno deles, vendo-os sob todos os ângulos, por cima e por baixo, percebendo todos os planos
e volumes.    
O CUBISMO ANALÍTICO

O cubismo analítico (1910-1912) e uma face evoluída
do cubismo cézanniano. Apareceu depois da junção
do trabalho desenvolvido por Picasso e Braque.
A forma é analizada num plano, decomposta e montada novamente nesse mesmo plano.
A prioridade dada à forma é máxima, tal que a composição
cromática aponte quase para uma só cor.
O objeto é de tal forma distorcido que quase tende
para a abstração, ficando no limite do perceptível 
e do abstrato. Foi nessa fase que se procedeu a uma 
teorização do cubismo. 
No cubismo analítico há a predominância de pocas cores
(preto, cinza e tons de marrom e ocre).

O CUBISMO SINTÉTICO


O cubismo sintético (1913-1914) é a última fase do cubismo.
Também conhecida como cubismo de colagens. Qualquer
aspecto decorativo e/ou acessório ao objeto representado
era extraído. A representação de objetos do cotidiano ajuda
a compreensão das obras, pois de hábito reconhecem-se
mais facilmente atraves de um outro pormenor, 
como por exemplo o cachimbo que remete a representação
de um fumante. 
Os planos são mais redutores e esquemáticos em relação
ao cubismo analítico, isto é, sobrepoem-se e a sua relativa
aparência dá um novo aspecto a obra. A cor volta aqui
a tomar importância depois de ter sido desvalorizada
na fase analítica.
O cubismo sintético buscou recuperar um pouco 
a "imagem real" do objeto tornando as cores mais fortes
e as formas mais decorativas.
Desta fase docorrem os movimentos que quebram 
o imobilismo patente nas obras cubistas, apontando para 
o Futurismo e o Cubo-futurismo.
Existe um texto escrito pelo poeta Guillaume Apollinaire,
intitulado "A Anti-Tradição Futurista", considerado 
uma especie de manifesto cubista, lançado pelos poetas
do Cubo futurismo russo, do qual era membro Vladimir Maiakovski.
extraído da Wikipédia


quarta-feira, 2 de abril de 2014

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
J. CARLOS
A INFLUÊNCIA ART-DECO NA ILUSTRAÇÃO CARIOCA

J, CARLOS --


JOSÉ CARLOS DE BRITO E CUNHA, conhecido como
J. CARLOS, nasceu no Rio de Janeiro em 1884 e morreu
na mesma cidade em 1950. Foi um ilustrador e chargista
carioca, considerado um dos maiores representantes do estilo Art-Deco no design gráfico brasileiro.
Seu primeiro trabalho foi publicado em 1902, na revista 
Tagarela, e a partir daí, as suas ilustrações começaram
a aparecer nas revistas mais importantes da época.
As suas capas da revista Para Todos, onde combina
desenho gráfico e ilustração num jogo de grande beleza
e equilibrio, ficaram sendo um marco nas artes gráficas
do país até a primeira metade do século XX.
Seus desenhos mais conhecidos, são as figuras típicas
do Rio de Janeiro, os políticos da então capital,os sambistas, os foliões no carnaval, e principalmente
a "melindrosa", uma mulher elegante e urbana que surgia
com a modernidade.
Em 1941, Walt Disney visitou o Brasil, ficou impressionado com o estilo de J. Carlos e o convidou para trabalhar em
Hollywood, o ilustrador recusou o convite, porem enviou a Disney o desenho de um papagaio que, segundo alguns pesquisadores, serviu de inspiração para a criação do personagem Zé Carioca.
extraído da Wikipédia 

J. CARLOS - Herman Lima - nanquim e guache 1940 --


J. CARLOS - Charles Chaplin e Buster Keaton - guache 1925 --


J. CARLOS - Principe de Gales - colagem e nanquim - 1931 --


J. CARLOS - Os vendilhões do templo - nanquim --


J. CARLOS - A filha do sapateiro - nanquim --


J. CARLOS - O rapa - nanquim --


J. CARLOS - Capa da revista "Para Todos" - 1930 --


J. CARLOS - Capa da revista "Para Todos" - 1929 --


J. CARLOS - Capa da revista "Para Todos" --


J. CARLOS - Suicídio - nanquim --


J. CARLOS - Vice - versa - nanquim --