O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
segunda-feira, 24 de março de 2014
SIMPLICISSIMUS foi um semanário satírico alemão,
fundado por Albert Langen em 1896 e publicado até 1967.
Combinando um conteúdo ousado, e um estilo gráfico
brilhante, SIMPLICISSIMUS publicou o trabalho
de escritores como Thomas Mann e o poeta Rainer Maria Rilke.
Alem das ilustrações temáticas, os alvos mais frequentes
dos caricaturistas da revista, eram as figuras do militarismo prusiano,
dos políticos do sistema, e da aristocracia.
Em 1898, o Kaiser Wilhelm II, foi ridicularizado numa ilustração,
o que levou a apreensão da revista, uma multa de 30 mil marcos ouro,
e o exilio do seu editor Albert Langen, durante cinco anos na Suiça.
O cartunista Heine, e o escritor Frank Wedekind, autores da charge,
foram condenados a 6 meses de prisão.
Em 1906, o editor Ludwig Thoma ficou preso, também durante 6 meses
por atacar o clero.
Essas controversias só serviram para aumentar a circulação da revista
que atingiú o pico de 85.000 exemplares.
Após a entrada da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, o semanário
diminuiu seu tom satírico, e começõu a apoiar o esforço de guerra.
Durante a era da República de Weimar, SIMPLICISSIMUS publicou
os melhores chargistas e gravadores alemães do período,
como o desenhista George Grosz e a gravadora Käthe Kollwitz.
A medida que os nacional-socialistas foram chegando ao poder, emitiram
ameaças contra os artistas e escritores do SIMPLICISSIMUS,
mas ainda não a proibiram. Tempo depois o editor Thomas Theodor Heine,
que era judeu, foi forçado a demitir-se e se exilar.
A publicação da revista cessou em 1944. Foi revitalizada em 1954, e encerrou definitivamente a sua publicação, em 1967.
extraído da Wikipédia
fundado por Albert Langen em 1896 e publicado até 1967.
Combinando um conteúdo ousado, e um estilo gráfico
brilhante, SIMPLICISSIMUS publicou o trabalho
de escritores como Thomas Mann e o poeta Rainer Maria Rilke.
Alem das ilustrações temáticas, os alvos mais frequentes
dos caricaturistas da revista, eram as figuras do militarismo prusiano,
dos políticos do sistema, e da aristocracia.
Em 1898, o Kaiser Wilhelm II, foi ridicularizado numa ilustração,
o que levou a apreensão da revista, uma multa de 30 mil marcos ouro,
e o exilio do seu editor Albert Langen, durante cinco anos na Suiça.
O cartunista Heine, e o escritor Frank Wedekind, autores da charge,
foram condenados a 6 meses de prisão.
Em 1906, o editor Ludwig Thoma ficou preso, também durante 6 meses
por atacar o clero.
Essas controversias só serviram para aumentar a circulação da revista
que atingiú o pico de 85.000 exemplares.
Após a entrada da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, o semanário
diminuiu seu tom satírico, e começõu a apoiar o esforço de guerra.
Durante a era da República de Weimar, SIMPLICISSIMUS publicou
os melhores chargistas e gravadores alemães do período,
como o desenhista George Grosz e a gravadora Käthe Kollwitz.
A medida que os nacional-socialistas foram chegando ao poder, emitiram
ameaças contra os artistas e escritores do SIMPLICISSIMUS,
mas ainda não a proibiram. Tempo depois o editor Thomas Theodor Heine,
que era judeu, foi forçado a demitir-se e se exilar.
A publicação da revista cessou em 1944. Foi revitalizada em 1954, e encerrou definitivamente a sua publicação, em 1967.
extraído da Wikipédia
domingo, 23 de março de 2014
A República de Weimar, foi uma república implementada na Alemanha
logo após a Primeira Guerra Mundial, tendo como sistema de governo
o modelo parlamentarista democrático.
O presidente da república nomeava um chanceler que seria responsável
pelo poder executivo.
Quanto ao poder legislativo, era constituido por parlamentares (reichstaf),
como sucedeu no Império Alemão.
Este período tem este nome, porque a República foi proclamada
na cidade de Weimar, localizada no centro do país.
As circunstâncias em que foi criada a República de Weimar foram muito especiais.
Prestes a perder a Primeira Guerra Mundial, a liderança militar alemã,
altamente autocrática e conservadora, atirou o poder para as mãos dos democratas,
em particular para o SPD, que acabou por ter que negociar a paz,
(ou seja, a derrota na guerra).
Com isso ficava o saudosismo de uma nação outrora poderosa,
nos tempos do Imperador, em comparação com a nova realidade democrática ,
cheia de derrotas e humilhações.
Sebastian Haffner chamou-lhe de "uma república sem republicanos".
Kurt Tucholwski chamou-lhe "o negativo de uma monarquia, que só não o é,
porque o monarca fugiú. (O Imperador Wilhelm II viu-se obrigado a abdicar).
Face a esta situação política, que alguns compararam a "um presente envenenado
à democracia", acabou por lançar os fundamentos que permitiram mais tarde
a Adolfo Hitler, posisionar-se como o arauto do um regresso ao passado imperial
e antidemocrático da Alemanha, ao implantar o nazismo.
1933 é o ano terminal da República, já que, embora a constituição de 1919
não tenha sido revista até o final da Segunda Guerra Mundial, as reformas levadas a cabo pelo Partido Nazista, invalidaram-na muito antes.
extraído da Wikipédia
logo após a Primeira Guerra Mundial, tendo como sistema de governo
o modelo parlamentarista democrático.
O presidente da república nomeava um chanceler que seria responsável
pelo poder executivo.
Quanto ao poder legislativo, era constituido por parlamentares (reichstaf),
como sucedeu no Império Alemão.
Este período tem este nome, porque a República foi proclamada
na cidade de Weimar, localizada no centro do país.
As circunstâncias em que foi criada a República de Weimar foram muito especiais.
Prestes a perder a Primeira Guerra Mundial, a liderança militar alemã,
altamente autocrática e conservadora, atirou o poder para as mãos dos democratas,
em particular para o SPD, que acabou por ter que negociar a paz,
(ou seja, a derrota na guerra).
Com isso ficava o saudosismo de uma nação outrora poderosa,
nos tempos do Imperador, em comparação com a nova realidade democrática ,
cheia de derrotas e humilhações.
Sebastian Haffner chamou-lhe de "uma república sem republicanos".
Kurt Tucholwski chamou-lhe "o negativo de uma monarquia, que só não o é,
porque o monarca fugiú. (O Imperador Wilhelm II viu-se obrigado a abdicar).
Face a esta situação política, que alguns compararam a "um presente envenenado
à democracia", acabou por lançar os fundamentos que permitiram mais tarde
a Adolfo Hitler, posisionar-se como o arauto do um regresso ao passado imperial
e antidemocrático da Alemanha, ao implantar o nazismo.
1933 é o ano terminal da República, já que, embora a constituição de 1919
não tenha sido revista até o final da Segunda Guerra Mundial, as reformas levadas a cabo pelo Partido Nazista, invalidaram-na muito antes.
extraído da Wikipédia
sábado, 22 de março de 2014
VANGUARDA RUSSA é um termo comumente utilizado
para se referir a uma série de movimentos artísticos
e culturais que ocorreram na Rússia, aproximadamente
entre as décadas de 1890 e 1930, especialmente durante
a primeira fase da Revolução Russa.
A pesar da variedade de artistas e escolas que o termo
pode abranger, normalmente ele está associado
aos movimentos Construtivista e Suprematista, que em geral
ocorreram paralelo a revolução política, e os quais inserem-se
no contexto das vanguardas artísticas europeias.
Entre os participantes do movimento se destacaram: Gustav
Klutsis, Vladimir e Giorgi Stenberg, Nicolai Prusakov, Alexander
Rodchenko, El Lissitzky, Vladimir Maiakovski, e Kasimir Malevich,
além de Dziga Vertov e Serguei Einsenstein na área cinematográfica,
e Evan Leonidov na arquitetura.
Com a chegada de José Stalin ao poder, ocorre um incentivo estatal
ao Realismo Socialista, uma escola baseada em uma estética naturalista
e totalitária, considerada antagónica de todas as vanguardas anteriores.
A partir desse momento, as experimentações realizadas pelos vanguardistas
são abandonadas e recuperadas apenas em espaços como Bauhaus e De Stijil,
movimentos externos à Rússia.
Ver também:
Futurismo Russo
Construtivismo Russo
Suprematismo
Cubo Futurismo
extraído da wikipédia
para se referir a uma série de movimentos artísticos
e culturais que ocorreram na Rússia, aproximadamente
entre as décadas de 1890 e 1930, especialmente durante
a primeira fase da Revolução Russa.
A pesar da variedade de artistas e escolas que o termo
pode abranger, normalmente ele está associado
aos movimentos Construtivista e Suprematista, que em geral
ocorreram paralelo a revolução política, e os quais inserem-se
no contexto das vanguardas artísticas europeias.
Entre os participantes do movimento se destacaram: Gustav
Klutsis, Vladimir e Giorgi Stenberg, Nicolai Prusakov, Alexander
Rodchenko, El Lissitzky, Vladimir Maiakovski, e Kasimir Malevich,
além de Dziga Vertov e Serguei Einsenstein na área cinematográfica,
e Evan Leonidov na arquitetura.
Com a chegada de José Stalin ao poder, ocorre um incentivo estatal
ao Realismo Socialista, uma escola baseada em uma estética naturalista
e totalitária, considerada antagónica de todas as vanguardas anteriores.
A partir desse momento, as experimentações realizadas pelos vanguardistas
são abandonadas e recuperadas apenas em espaços como Bauhaus e De Stijil,
movimentos externos à Rússia.
Ver também:
Futurismo Russo
Construtivismo Russo
Suprematismo
Cubo Futurismo
extraído da wikipédia
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