O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
O estudo do retrato foi esquecido hoje.
No entanto é uma fonte de interesse
inesgotável para quem tenha o dom de realizá-lo,
ou apenas curiosidade.
Podemos dizer que o retrato fotográfico é suficiente.
Para a antopometria, sim, mas para o artista que está
a procura do caráter profundo de um rosto,
a reflexão é diferente: nos rasgos do modelo
descobre sentimentos com frecuência desconhecidos
do mesmo mágico que os trouxe a luz.
A análise de um fisionomista seria quase imprescindível,
para tratar de traduzir esa fisionomia em linguagem clara,
ya que esses rasgos sintetizam e contem muita coisa
que o pintor nem suspeita existirem.
Os verdadeiros retratos, aqueles cujos elementos,
da mesma forma que os sentimentos, parecem sair do modelo,
são bastante raros.
Na minha juventude visitava a miude o museu Lécuyer em
San Quintin. Alí estavam reunidos uma centena de esboços
feitos por Quentin Latour a pastel, prêvios aos seus grandes
retratos. Impressionado por esses amáveis rostos, comprovei logo,
que cada um deles era muito pessoal. Eu estava surpresso,
ao sair do museu, pelas variações dos rostos dessas máscaras,
e mesmo naturais e encantadoras na sua totalidade,
me impressionavam ao ponto de eu ter os músculos do rosto,
cansados de tanto rir.
No século XVII, Rembrandt,com seu pincel e seu buril,
fez verdadeiros retratos. Meu mestre Gustave Moreau dessia
que antes desse mestre, tinham se pintado só caricatos.
E o próprio Rembrandt afirmava que toda a sua obra era só de retratos.
No entanto é uma fonte de interesse
inesgotável para quem tenha o dom de realizá-lo,
ou apenas curiosidade.
Podemos dizer que o retrato fotográfico é suficiente.
Para a antopometria, sim, mas para o artista que está
a procura do caráter profundo de um rosto,
a reflexão é diferente: nos rasgos do modelo
descobre sentimentos com frecuência desconhecidos
do mesmo mágico que os trouxe a luz.
A análise de um fisionomista seria quase imprescindível,
para tratar de traduzir esa fisionomia em linguagem clara,
ya que esses rasgos sintetizam e contem muita coisa
que o pintor nem suspeita existirem.
Os verdadeiros retratos, aqueles cujos elementos,
da mesma forma que os sentimentos, parecem sair do modelo,
são bastante raros.
Na minha juventude visitava a miude o museu Lécuyer em
San Quintin. Alí estavam reunidos uma centena de esboços
feitos por Quentin Latour a pastel, prêvios aos seus grandes
retratos. Impressionado por esses amáveis rostos, comprovei logo,
que cada um deles era muito pessoal. Eu estava surpresso,
ao sair do museu, pelas variações dos rostos dessas máscaras,
e mesmo naturais e encantadoras na sua totalidade,
me impressionavam ao ponto de eu ter os músculos do rosto,
cansados de tanto rir.
No século XVII, Rembrandt,com seu pincel e seu buril,
fez verdadeiros retratos. Meu mestre Gustave Moreau dessia
que antes desse mestre, tinham se pintado só caricatos.
E o próprio Rembrandt afirmava que toda a sua obra era só de retratos.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
GRANDE OTELO - pseudônimo de Sebastião
Bernardes de Souza Prata - Uberlândia - MG.
Brasil 1915 - París, França 1993.
Foi um famoso ator e comediante. Grande artista
dos cassinos cariocas e do chamado teatro de revistas.
Em 1920 participou da Companhia Negra de Revistas,
que tinha Pixinguinha como maestro.
Protagonizou as comedias do cinema brasileiro
das décadas de 40 e 50, que estrelou em parcería
com o cômico Oscarito
Em 1942 participou do film "It's All True" de Orson Welles,
realizado na passagem do diretor por Fortaleza, Ceará,
e que ficou inacabado ante a recusa dos produtores americanos.
Em 1969 teve grande atuação no film "Macunaima" de
Joaquim Pedro de Andrade, baseado na peça
de Mario de Andrade, marco do cinema brasileiro dos anos 70.
Bernardes de Souza Prata - Uberlândia - MG.
Brasil 1915 - París, França 1993.
Foi um famoso ator e comediante. Grande artista
dos cassinos cariocas e do chamado teatro de revistas.
Em 1920 participou da Companhia Negra de Revistas,
que tinha Pixinguinha como maestro.
Protagonizou as comedias do cinema brasileiro
das décadas de 40 e 50, que estrelou em parcería
com o cômico Oscarito
Em 1942 participou do film "It's All True" de Orson Welles,
realizado na passagem do diretor por Fortaleza, Ceará,
e que ficou inacabado ante a recusa dos produtores americanos.
Em 1969 teve grande atuação no film "Macunaima" de
Joaquim Pedro de Andrade, baseado na peça
de Mario de Andrade, marco do cinema brasileiro dos anos 70.
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