quarta-feira, 18 de agosto de 2010

"Vem Na Mão"

Grafite (do italiano graffito) é o nome dado as inscrições feitas em paredes desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente para esta finalidade. Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais com a denominação de "arte urbana", em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para "interferir" na cidade.

"Vem Na Mão"

"Vem Na Mão"

"Vem Na Mão" - detalhe

"Vem Na Mão" - detalhe

"Vem Na Mão"

"Vem Na Mão"

"Vem Na Mão" - detalhe

Normalmente, distingue-se o grafite de elaboração mais complexa, da simples pichação. No caso da exposição "Vem Na Mão", vemos as técnicas de grafite muito evoluidas, junto a imagens e tratamentos próprios das artes gráficas e da pintura considerada "erudita". O comentário é essencialmente político e urbano. Alguns grafiteiros, hoje considerados artistas plásticos, admitem terem começado como pichadores. A partir do movimento chamado de "contracultural" de maio de 1968, quando os muros de París foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de "tags" repetidas, utilizadas pelas "tribos urbanas" como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando importancia como obra de arte. No final dos anos 70 Jean-Michel Basquiat, considerado mais tarde como um artista neo-expressionista, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, pelas imagens poéticas que deixava nas paredes da cidade de Manhattan.

"Vem Na Mão"

"Vem Na Mão" - detalhe

"Vem Na Mão"

"Vem Na Mão"

"Vem Na Mão"

domingo, 15 de agosto de 2010

TRIMANO / Ilustrações para / Colombo e a Descoberta da América / Editora FTD - 1992

Colombo e a Descoberta - Ilustração para a capa - guache

Colombo e a Descoberta - I - nanquim - bico de pena

Colombo e a Descoberta - II - nanquim

Colombo e a Descoberta - III - nanquim

Colombo e a Descoberta - IV - nanquim

Colombo e a Descoberta - V / detalhe

TRIMANO / Ilustrações e capa da revista académica Interagir: Pensando a Extensão / UERJ - Rio de Janeiro 2003

INTERAGIR / UERJ - Capa

INTERAGIR / UERJ - Organização Interativa de Coleções Didáticas em Biologia

INTERAGIR / UERJ - estudo de uma escultura de Rodin

INTERAGIR / UERJ - Programa Cidadania e Direitos Humanos

INTERAGIR - UERJ - estudo de uma escultura de Bourdelle

INTERAGIR / UERJ - Políticas Públicas de Saúde

INTERAGIR - UERJ - estudo de uma escultura de Bourdelle

INTERAGIR - UERJ / Internet e educação a distância nas Instituições de Ensino Superior do Brasil

INTERAGIR / UERJ

TRIMANO / projeto gráfico da revista / Matraga 15 / Literatura - UERJ 2007

Matraga 15

Matraga 15 - I - estudo de escultura de Bourdelle

Matraga 15 - II - estudo de escultura de Brecheret

Matraga 15 - III - estudo de escultura de Bourdelle

Matraga 15 - IV - estudo de escultura grega

sábado, 14 de agosto de 2010

TRIMANO / Ilustrações para a pesquisa "Parto e Nascimento" / Comitê Estadual de Prevenção e Controle da Morte Materna / ALERJ / IFF / FioCruz - Rio de Janeiro 2010

Parto e Nascimento - Comité Estadual de Prevenção e Controle da Morte Materna / ALERJ - IFF - FioCruz

Sobre a mortalidade materna no Brasil / A não priorização do parto e do nascimento da própria sociedade e o valor que dá a estes eventos da vida.

Avaliação das consultas, do relacionamento no atendimento, a partir de conversas com as gestantes na sala de espera.

"Uma sociedade amorosa e ética, que não tema e não maltrate as suas crianças e os seus seres." - Lucia Souto, 1993

Comitê de Prevenção da Mortalidade Materno-infantil

A luta pela humanização da assistência ao parto e ao nascimento nas maternidades do Estado do Rio de Janeiro

CRUZ - P & B - BRASIL

Cruz - P & B - O Globo

Cruz - P & B - O Globo

detalhe

Cruz - P & B

GLAUCO CRUZ - Porto Alegre - Brasil 1962 / Cruz é ilustrador da imprensa comercial do Rio de Janeiro, da qual é contratado, o que significa ter que exercitar constantemente a destreza no desenho, e as mudanças características do ritmo acelerado do jornal. Paralelamente, tem desenvolvido seu desenho "autoral", semelhante por momentos à xilogravura, técnica que obtem por meio da "raspagem" sobre filme começando a desenhar escavando, a partir do fundo preto. São ilustrações com temática própria, livres das concessões impostas pela encomenda, onde convergem: Expressionismo, os comics, e una forte dose de "humor negro". Utiliza uma luz teatral em suas composições criando mistêrios que nos remetem aos filmes do chamado "cinema noir". É também um exelente desenhista do género erótico, onde observa a delicadeza do desenho japonés, junto as formas "brutas" na sua deformação picassiana. Cruz, junto com os ilustradores Lula Palomanes "Lula", Paulo Cavalcante e Walter Vasconcelos, e o editor Ary Roitman, edita a revista "Papel Brasil", publicação alternativa de desenho e ilustração, da editora Garamond. TRIMANO - Rio de Janeiro 2010

Cruz - P & B

Cruz - P & B

Cruz - P & B

Cruz - P & B

sábado, 31 de julho de 2010

Os Fotógrafos / ANTONIO D'ÁVILA

Antonio D'Ávila - foto: Trimano

ANTONIO CARLOS D'ÁVILA / São Paulo - Brasil 1955 - 1997 / Antonio D'Ávila desenvolveu seu olhar fotográfico ainda na adolescência, estudante do Colegio Equipe, onde nos conhecemos em 1971/72. O inicio da nossa amizade, foi um livro do cineasta russo Sergei Einsenstein sobre a montagem cinematográfica, que eu estava lendo nesse momento, sentado numa mesa do refeitório do colegio. Nessa época, Serginho Groisman, hoje um conhecido apresentador de TV, dirigia o centrinho cultural do colegio organizando exposições de artes visuais e shows de MPB, e a minha função era montar exposições de desenho, Antonio estava a cargo do departamento de fotografia. Sentou-se na minha mesa, e lembro que a nossa conversa girou em torno da fotografia documental e de reportagem. A prática destes géneros, o acompanharam até a sua morte prematura aos 42 anos. Foi pesquisador e professor de fotografia da Escola de Comunicações da USP. Graduado em cinema em 1979. Em 1995 defendeu a tese de doutorado "Fotógrafo viajante, Amazônia", tendo como referência "O Turista Aprendiz" de Mario de Andrade, diário de uma viagem ao Nordeste ilustrada com fotografias do escritor. É autor de extensas reportagens sobre as festas populares do interior dos estados brasileiros como: Amazônia, Ilha do Cardoso, Reserva da Juréia, Pantanal, Alcatrazes, Nordeste e Centro-Oeste. Nos anos 90 realizou um grande ensaio sobre as comunidades místicas congregadas em Brasilia. Fez duas viagens a Antártida a bordo de um navio de pesquiza científica da USP, documentando a paisagem. Este material viria a ilustrar mais tarde, os relatórios da expedição. O ensaio sobre a estação ferroviária do "Jardim da Luz", denominado "Jardim Público" ou "Jardim Botánico" no século XIX, teve por finalidade mostrar a elaborada arquitetura em ferro da estação, e também documentar o tránsito da população usuária. Este ensaio veio a realzar a importância que teve a extensão da rede entre as cidades de Santos e São Paulo em meados da década de 60. Extremado rigor técnico e visão humanista profunda marcaram a passagem de Antonio D'Ávila pela fotografia paulista. Meu amigo Antonio, o fotógrafo viajante. / TRIMANO - Rio de Janeiro 2010
ESTAÇÃO DA LUZ - 1980