terça-feira, 15 de dezembro de 2009

nanquim

E choviam almanaques, muitos deles entremeados e adornados de figuras, de versos, de contos, de anedotas, de mil coisas recreativas. E choviam. E chovem. E hão de chover almanaques. O Tempo os imprime. Esperança os brocha; é toda a oficina da vida. / M. DE A.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Fotografias: Horacio Coppola

foto: Ana Gulligan

HORACIO PILAR - Buenos Aires, Argentina 1935 - 1999 / Amigo incondicional dos "tempos bravos, casado, 4 filhos, universitário, artesão, jornalista, titirero, carpinteiro, funcionário público, publicitário, empleado. Foi castigado com desemprego, perseguições, cárceres e desterro pelo seu localismo político e falta de solenidade. Obras publicadas: Poemas (1959 - Ed. Mano) - 5 Poetas: González Trejo, Gorbea, Peroni, Pilar y Sicardi (1960 - Ed. Mano) - Amor y Conocimiento (1967 - Ed. Mano)

Riachuelo, ponte Almirante Brown, 1931

La delgada nostalgia / destilando sus siempres pasajeros, sus fugaces jamases, / sus presentes ligeros. / Y la quimera de tocar con las manos / lo que vuela lejano. / Si la memoria confunde los espacios, / no es olvido la ausencia, es presente el olvido. / El ajuar del exilio / es puro sentimiento. / Ante el recuerdo mudo / el aliento golpea con sus puños brumosos / y la letra se apoya sobre la puerta y entra. / de: EXILIO II - 1979

Gaivotas 1931

Calle Corrientes 1931

El fuego junto al muro / por dentro de estas ruinas / con sus manos calientes va levantando el humo / que se derrama afuera como lana carpida. / El resplandor sonámbulo convoca la mirada, / su perfume dorado baja por mi garganta. / y cristales sonoros con inquietud de chispas / encienden los espejos del recuerdo. / Abajo, madre brasa en frágil cáscara / contra el aire desgaja su naranja / en boca del vacío. Con su incesante giro lo alimentan, / y aplacando el pensar del pensamiento / borran la distancia sobre el tiempo / con sus nadas ardientes. / de: EXILIO I - 1976

Favela, Riachuelo 1936

La casa abandonada, / mi hambrienta soledad, / y estas ramas heladas que gané a la tormenta, / son razones de hogar que las llamas consumen. // Afuera, en los patios del cielo, / recrudecen los truenos traidos por el viento, / látigos y relámpagos ruedan entreverados, / lentas tropas de nubes cierran el horizonte. // En busca de madera retorno hacia la noche. / de: EXILIO I - 1976

Estação Retiro do metrô, linha Constitución - Retiro 1936

"Entre las palabras / los lazos del sonido, / entre los hermanos / la hambrienta soledad."/ de: HERMANOS - 1979

Bairro de La Boca 1931

Os Fotógrafos / ZEKA ARAUJO Paisagens Imaginárias / Fotografias e textos.

Zeka Araujo - La Boca del Riachuelo - Buenos Aires 1998

Conhecí o Zeka Araujo a meados dos anos 80. Nesse momento êle era diretor da galeria de fotografia da FUNARTE / Rio de Janeiro, e organizava exposições dos mestres, e coletivas de novos ou desconhecidos. Foi nessas exposições que eu "vi" o trabalho dos artistas da fotografia conduzido pela seleção da equipe do Zeka. Mais tarde tivemos encontros esporádicos, sempre relacionados as exposições que organizava, e a gente deixou de se ver por alguns anos. Viemos a nos reencontrar na exposição "Buena Memôria" do fotógrafo Marcelo Brodsky, uma rememoração dos jovens desaparecidos durante a ditadura militar na Agentina. Foi nesse reencontro que soubemos que ambos fariamos exposição na mesma época, nas galerias do Centro Cultural Recoleta de Buenos Aires. Durante a estadia visitamos o antigo porto chamado de "La Boca", referência a "la boca del riachuelo", como é chamado o Rio da Prata nessa região, e o Zeka produziú uma série de fotografias abstratas cujo tema eram as manchas e ferrugens dos velhos navios abandonados no cais. Essa série foi exposta pouco depois no CCBB: Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro. A vontade de realizar um trabalho fusionando varias linguagens, a procura de uma poética propria, já tinha se manifestado em conversas nossas anteriores.Nesta segunda série, já despojado do elemento figurativo, os navios no caso, suas imagens deixam margem as leituras e impressões mais pessoais do espectador. / TRIMANO

Corpo aberto 1

Meu trabalho e um "DEVIR"

Corpo aberto 2

Uma pobra sesi percorre o infinito labirinto entre noites.

Cabeça Hamburgo

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O pensamento como criação.

Natureza dos números

Sorvete na ribeira

Pensar capaz de produzir o inesperado, o belo e o verdadeiro.

Mapas no Chiúo

Fóssil

Fluxo de novas ideias, produção de diferenças e parcerias.

Gruta

Espelho dos sentidos

As imagens são feitas de histórias. Num permanente processo de aprendizado e transformação./ ZEKA ARAUJO / Rio de Janeiro 2009

Simone

TRIMANO - Retrato de Alice Inada

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PATRICIA MADO / BRASIL / Gravuras Atuais

xilogravura I

xilogravura II

xilogravura III

xilogravura IV

xilogravura V

xilogravura VI

TRIMANO / 6 retratos

retrato de Euclides da Cunha - nanquim e esferográfica / Academia Brasileira de Letras 2009

detalhe

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Dina Sfat e Paulo José / "Opinião" 1973

Miles Davis - nanquim 1988 - "Tribuna de Minas"

Charles Darwin - nanquim / EdiUERJ - 2006

retrato de Alvaro Caldas - nanquim e esferográfica - 2009

detalhe

retrato de Zé Ketty - nanquim / "Pasquim" 1987

AS INFLUÊNCIAS / HUGO PRATT

Hugo Pratt - foto: Carlos Saldi

O HOMEM DO PINCEL JAPONÉS / Este é o formidável Pratt! Um mestre do quadrinho mundial. Portador de uma história pessoal povoada de lances románticos e aventureiros acontecidos em varios países do mundo. Criador de personagens rudes e ternas, Hugo Pratt é um dos mais importantes criadores da narrativa gráfica contemporânea. O seu desenho está estreitamente emparentado à grafia dos pintores japoneses antigos que utilizavam o pincel e o nanquim como únicas armas de trabalho.

capa de "L'Univers de Hugo Pratt" - Editora Dargaud - París 1984

quadrinho ampliado / ilustração de página

página dupla do "Pasquim" - 1987

"Pasquim" - detalhe / Corto Maltese

nanquim - pincel

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

nanquim

lápiz e aquarela

Nasceu em Rinini, Itália, em 1927. Começou a trabalhar em 1945. Durante a Segunda Guerra Mundial foi prisioneiro dos ingleses e confinado a um campo de refugiados na África. Posteriormente, fugido da Itália, lutou ao lado das tropas aliadas na liberação do seu país, ocupado pelos nazistas. Recolhido por um bando de salteadores da Bacia de Danakil, viveu longo período nos desertos. O convivio de todos esses anos de guerra e marginalidade lhe ensinou a psicología e o perfil dos mais variados tipos humanos, os quais estão expressos nas suas histórias à maneira de Melville ou Hemingway.

página de "Il Corto Maltese" - nanquim

nanquim - pincel

nanquim - pincel

É criador das personagens "Sargento Kirk" e "Corto Maltese", este último, uma coleção de belas narrações acontecidas no Pacífico e intituladas "A Balada do Mar Salgado". O seu trabalho é publicado em varios países da Europa e da América. No Brasil foi lançado em portugués em forma de livros, pela editora L&PM de Porto Alegre. Rebeldia, firmeza e agilidade são os elementos do contexto de Pratt, O homem do Pincel Japonés. Aquí, uma breve resenha do seu traço. TRIMANO / "Pasquim" 1987

aquarela e nanquim

aquarela e nanquim colorido

aquarela

aquarela

aquarela