O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
BRUNO MARON / Carioca, 31 anos / Formado em comunicação
visual pela PUC/Rio / É ilustrador e infografista, com passagens
pelo Jornal dos Sports, O Globo e Jornal do Brasil / Seu primeiro
curta metragem de animação "Praxedes", ganhou prêmio no
Festival de animação erótica em 2007 / Em 2008 teve seu trabalho
publicado com destaque na revista GRÁFICA Internacional, editada
pelo designer e ilustrador Oswaldo Miranda "Miran" de Curitiba -
Brasil / Atualmente trabalha como ilustrador free-lancer e videografista
sábado, 4 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
No universo da Pop-Art se misturaram
todo tipo de referências, numa colagem crítica do caos urbano e do consumismo exacerbado, cuja influência maior foi o movimento Dadaista.
No trabalho da geração posterior a Pop-Art,
se dá uma revalorização do expressionismo,
principalmente no "grafite". Vemos a presença
constante dos bonecos dos comics de humor,
expostos de forma ácida, como se estivesem julgando
o teatro dos horrores da nossa sociedade.
Como nos labirintos citados por Kafka no
seu mundo de fantoches, Bruno Maron nos
apresenta uma galeria de seres deformados
e loucos, em situações carregadas de dramáticidade,
reveladoras das fantasmagorias que se escondem
detrás das aparências. /
TRIMANO - Rio de Janeiro 2009
domingo, 21 de junho de 2009
No chão me deito à maneira dos desesperados. /
Estou escuro, estou rigorosamente noturno, estou vazio, /
esqueço que sou um poeta, que não estou sozinho, /
preciso aceitar e compor, minhas medidas partiram-se, /
mas preciso, preciso, preciso. //
Rastejando, entre cacos, me aproximo. /
Não quero, mas preciso tocar pele de homem, /
avaliar o frio, ver a cor, ver o silêncio, /
conhecer um novo amigo e nele me derramar. //
Porque é outro amigo. A explosiva descoberta /
ainda me atordoa. Estou cego e vejo. Arranco os olhos } e vejo /
Furo as paredes e vejo. A través do mar sangüineo vejo. /
Minucioso, implacável, sereno, pulverizado, /
é outro amigo. São outros dentes. outro sorriso. /
Outra palavra que goteja. /
CARLOS DUMMOND DE ANDRADE /
Trecho do poema "Mario de Andrade desce aos infernos" /
de "A Rosa do Povo" 1943 / 45
sábado, 20 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
PATRICIA MADO / São Paulo 1974 /
Formada bacharel em gravura pela Universidade
Federal do Rio de Janeiro em 1999. /
Integrante do grupo de gravadores cariocas
"Cavalo Preto". / Em fevereiro e março de 2009
partipou da exposição coletiva de gravadores
e ilustradores "Gráficos Rio" - Museu Nacional
de Belas Artes do Rio de Janeiro
Estas tramas, podem simplificar as construções
urbanas, como as cidades, como também provocar
a sombra como a trama de galhos, construir ocas
para as habitações indígenas, o habitat dos pássaros
como os ninhos e outra gama de motivos que esta
temática lhe favorece para sua própria existência.
O nascimento desta série surgiu para valorizar este
fluxo que interage no cotidiano das pessoas. /
PATRICIA MADO
sábado, 13 de junho de 2009
SOBRE A DEFORMAÇÃO FACIAL CHAMADA "CARICATURA" /
É um erro colocar o humor como uma manifestação apenas
engraçada ou hilária. O humor pode ser áspero, amargo ou crítico.
O caricato e a sátira estão registrados como uma constante na
história da arte, como nos insólitos desenhos dos mestres japoneses,
em particular Hokusai. Em outros com tremenda força dramática,
como nos "Disparates" ou "Os Desastres da Guerra" e as "Pinturas
Negras" de Goya. O fascinio da fantasmagoria. Ainda na atualidade,
estão os desenhos do inglés Steadman, violéncia máxima nos
grafismos e humor patético. A chamada "caricatura" está longe de ser
inserida apenas no contexto humoristico. Ela é filha do Expressionismo. /
TRIMANO / São Paulo 1995 /
Jornal Unidade / Sindicato dos Jornalistas de SP. /
trecho de entrevista concedida ao ilustrador Kipper
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