segunda-feira, 11 de maio de 2009

Alonso - "Muerte del sargento Cruz" - nanquim

Aquel bravo compañero / En mis brazos expiró. / Hombre que tanto sirvió, / Varón que fué tan prudente. / Por humano y por valiente / en el desierto murió. ________________________ Y yo, con mis propias manos. / Yo mesmo lo sepulté. / A Dios por su alma rogué, / De dolor el pecho lleno, / Y humedeció aquel terreno / El llanto que redamé. / _________________________ Cumplí con mi obligación; / No hay falta de que me acuse, / Ni deber de que me excuse, / Aunque de dolor sucumba. / Allá señala su tumba / Una cruz que yo le puse. / __________________________ Andaba de toldo en toldo / Y todo me fastidiaba; / El pesar me dominaba, / Y entregao al sentimiento, / Se me hacia cada momento / Oir a Cruz que me llamaba. ___________________________ Cual más, cual menos, los criollos / Saben lo que es amargura. / En mi triste desventura / No encontraba otro consuelo / Que ir a tirarme al suelo / Al lao de su sepoltura. / ____________________________

Castagnino - "El adivino" - nanquim

Cartagnino - "Potro" - nanquim

Castagnino - "La Pulperia" - nanquim

Breccia "Viejo Viscacha" - estudo / lápiz

Breccia - Folha de rosto do album - tecnica mixta - Doedytores - Buenos Aires / Barcelona 2004

Castagnino - "Viejo Viscacha" - nanquim

Siempre andaba retobao; / Con ninguno solia hablar; / Se divertia en escarbar / Y hacer marcas con el dedo, / Y cuando se ponia en pedo / Me empezaba a aconsejar. / ________________________ Me parece que lo veo / con su poncho calamaco. / Después de echar un güen taco, / Ansí principiaba a hablar: / "Jamás llegués a parar / Ande veas perros flacos." _________________________ "El primer cuidao del hombre / Es defender el pellejo. / Llevate de mi consejo, Fijate bien en lo que hablo: / El diablo sabe por diablo, / Pero más sabe por viejo." __________________________

domingo, 10 de maio de 2009

Breccia - Estudo para "Martin Fierro" - lápiz

Breccia - Estudo para "Martin Fierro" - lápiz

Breccia - Estudo para "Martin Fierro" - lápiz

Yo he visto en esa milonga / Muchos Jefes con estancia. / Y piones en abundancia. / Y majadas y rodeos; / He visto negocios feos, / A pesar de mi inorancia. ________________________ Y colijon que no quieren / La barunda componer. / Para eso no ha de tener / El Jefe que esté de estable, / Más que su poncho y su sable, / Su caballo y su deber. ----------------------------------------- Ansina pues, conociendo / Que aquel mal no tiene cura, / Que tal vez mi sepoltura / Si me quedo iba a encontrar, / Pensé en mandarme a mudar / Como cosa más sigura. _________________________ Y pa mejor, una noche / Qué estaquiada me pegaron; / Casi me descoyuntaron / Por motivo de una gresca; / Aijuna que me estiraron / Lo mesmo que guasca fresca / __________________________

Castagnino - "El Rodeo" - ( Fierro reencontra os filhos) - nanquim

Alonso - "Martin Fierro" - nanquim

Castagnino - "Estaqueado" - nanquim

Dende que elige a su gusto, / Lo más espinoso elige; / Pero esto poco me aflige, / Y le contesto a mi modo: / La ley se hace para todos, / Mas sólo al pobre le rige. ________________________ La ley es tela de araña, / En mi inorancia lo explico. / No la tema el hombre rico; / Nunca la tema el que mande, / Pues la ruempe el bicho grande / Y sólo enrieda a los chicos. _________________________ Es la ley como la lluvia : / Nunca puede ser pareja. / El que la aguanta se queja, / Pero el asunto es sencillo: / La ley es como el cuchillo: / No ofiende a quien la maneja. __________________________

Castagnino - "El Moreno" - nanquim

Después a los cuatro vientos / Los cuatro se dirigieron. / Una promesa se hicieron; / Que todos debian cumplir; / Mas no la puedo decir, / Pues secreto prometieron. _________________________

Castagnino - "La Partida" - nanquim

TRIMANO - A Ilustração na Imprensa

jornal "Leia Livros" - nanquim - São Paulo 1985

Matéria "Demarcação das Terras Indígenas" - revista Tempo e Presença - CEDI - nanquim

"Cinema Novo" - jornal Ultima Hora - Rio - nanquim

Matéria: "Escritores" - Caderno 2 - O Estado de São Paulo - nanquim e colagem

Matéria: "Escritores" - Caderno 2 - O Estado de São Paulo - nanquim e caneta esferográfica

Contra Revolução Permanente = ilustração para matêria de Newton Carlos / Pasquim 1985 - nanquim / detalhe

Cartaz - UNIVERTA - nanquim

sábado, 9 de maio de 2009

série "Urbana" - guache

revista "Tempo e Presença" - CEDI / guache

revista "Tempo e Presença" / contracapa

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TRIMANO / Blues - Jazz

revista do Free Jazz Festival do Rio de Janeiro - ShowBras - nanquim

retrato de Aretha Franklin - revista do Free Jazz Festival do Rio de Janeiro - ShowBras - nanquim

Máscara - Cabeça Africana / revista do Free Jazz Festival do Rio de Janeiro - ShowBras - guache e nanquim

retrato de Sarah Vaughan - revista do Free Jazz Festival do Rio de Janeiro - ShowBras - nanquim

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

revista Free Jazz Festival / ShowBras - nanquim

Blues - Jazz / revista do Free Jazz Festival do Rio Janeiro -ShowBras - guache e nanquim

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Blues - Revista Free - Jazz Festival do Rio de Janeiro - ShowBras - nanquim

retrato de Mick Jagger / coletánea - PoliGram Discos - guache

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Série Erótica

Ilustração para "A Dama do Cachorrinho" conto de Dalton Trevisan (detalhe) - revista Ele & Ela

Nó 1 / nanquim - 2006

Nó 2 / nanquim 2006

Nó 3 / nanquim 2006

Nó 4 / nanquim 2006

Ilustração para "Macunaima" de Mario de Andrade - revista Ele & Ela

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O Poema Ilustrado
SUR
3 poemas de Jorge Luis Borges / tradução: Jorge Wanderley / fotos: Juan José Raffaele
LIMITES / Dessas ruas que afundam no poente, / Uma haverei (não sei qual) percorrido / Pela última vez, indiferente / E sem saber, estando submetido / A quem prefixa onipotentes normas / E uma secreta e rígida medida / Para as sombras e sonhos, para as formas / Que tecem e destecem esta vida. / Se tudo tem seu preço e o tempo apraza, / Se há "nunca mais" e "última vez" e olvido, / Quem nos dirá de quem, já, nesta casa, / Sem saber, nos teremos despedido? / (fragmento)
DESPEDIDA / Entre mim e o meu amor hão de se erguer / trezentas noites como trezentas paredes / e o mar será magia entre nós dois. / Nada haverá, senão lembranças, / Oh tardes que valeram a pena, / noites esperançosas de te ver, / campos de meu caminho, firmamento / que estou vendo e perdendo... / Definitiva como o mármore, / tua ausência entristecerá outras tardes.