terça-feira, 26 de julho de 2016

Paul Gauguin - "Manaò Tupapaú" - óleo


Gauguin foi um dos primeiros a compreender
que poderia aproximar a pintura da poesia
ao libertar a cor e a forma de suas funções descritivas.
Os atributos emotivos de sua pintura, muito além
do assunto retratado, eram também conferidos
pelas cores e formas.
O uso das cores era, por essa razão, totalmente
arbitrário. Em suas obras há referências a gravura
japonesa (cores puras, figuras bidimensionais,
o corte das figuras) e a teoria da síntese cromática
de Baudelaire, que traçava correspondências
entre as cores e os sentimentos.
Pela descrição que Gauguin faz de uma de suas pinturas
da fase tahitiana, Manaò Tupapaú, percebe-se
o uso simbólico que fazia das cores: 
"Ela repousa sobre uma cama coberta por um pareô azul
e um tecido em amarelo cromo. O fundo violeta avermelhado
está salpicado de flores que se asemelham a faíscas elétricas. Uma figura particularmente estranha acha-se de pé
ao lado da cama. Como o pareô desempenha um papel
importante na vida de uma mulher nativa, eu o utilizo
como lençol de baixo. O tecido  tem que ser amarelo,
não só porque essa cor aparece como uma surpresa
para o observador, como também porque ela cria uma ilusão
de um cenário iluminado por uma lâmpada, tornando assim
desnecessário simulá-la. O fundo deve parecer um pouco
aterrorizante, e por essa razão a cor perfeita é o violeta.
Desse modo, a parte musical da pintura está completa."

dados extraídos da Wikipédia 

domingo, 24 de julho de 2016

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
Les Nabis
PIERRE BONNARD
EXALTAÇÃO DA COR - A INTIMIDADE NO COTIDIANO
ANTECEDENTE DO ABSTRACIONISMO 
   

PIERRE BONNARD
Fontenay-aux-Roses, França 1867 - Le Cannet, França 1947
Foi um pintor pós impressionista associado ao grupo
Les Nabis.
Depois de dois anos de morar em Paris, em 1888, inscreveu-se na Academia de Belas Artes e na Academia Julian, onde formou-se um grupo de artistas do qual faziam parte Paul Sérusier, Maurice Denis e Eduard Vuillard.
Esse grupo ficou conhecido como Les Nabis.
Bonnard viu uma exposição de arte japonesa, e ficou 
tão impressionado com as obras apresentadas, que passou
a ser chamado pelos seus companheiros de o nabi japonés.
Teve um ateliê com os pintores Denis e Vuillard, onde recebia o seu amigo Toulouse Lautrec.
A primeira apresentação da sua obra ocorreu em 1893,
no Salão dos Independentes, e a segunda, meses depois
na galeria Durand Ruel. A essa altura também trabalhava como ilustrador para a revista La Revue Blanche
e o galerista Vuillard organizou uma exposição com suas
melhores litografias, muitas das quais mostravam influência
do simbolista Odilon Redon.
Em 1925 casou-se com Marie Boursin, conhecida por Marthe, que viria a servir de modelo em algumas das suas obras.
A sua pintura de interiores, de cores claras e luminosas,
reflete a capacidade de captar os pequenos detalhes sob um efeito emocional. Os objetos parecem se formar pela
solidificação do ar. Os nus de Bonnard nada mais são
do que experimentações, nas quais o pintor tenta pesquisar
as variações de cores sob a luz.

dados extraídos da Wikipédia
 

BONNARD


BONNARD


BONNARD


BONNARD


BONNARD


BONNARD


BONNARD - Auto-retrato = óleo


BONNARD


BONNARD