quinta-feira, 16 de julho de 2015

DORÉ - "As aventuras..." - Içaram primeiro o criado.


DORÉ - "As aventuras..." - Fui para cima da própria mesa.


DORÉ - "As aventuras..." - Vislumbrei um projetil, dirigido da fortaleza contra o nosso acampamento, que pasava voando a alguns passos de mim; saltei-lhe em cima e regressei ao meio dos meus, semter, é certo, realizado o meu projeto, mas pelo menos a salvo.


DORÉ - "As aventuras..." - Se eu não tivesse puxado pelo próprio rabicho.


DORÉ - "As aventuras..." - Instruído por essa experiência, encontrei um meio melhor de me ver livre de ursos, que eram a praga de minhas abelhas e colméias.


DORÉ - "As aventuras..." - O sultão, que viera pasear por aqueles lugares, quase morreu de rir ao ver a peça que eu pregara ao urso.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
OS FOTÓGRAFOS
MAX PAM
REGISTROS DOS POVOS DO ORIENTE  

MAX PAM
Melbourne, Austrália 1949
Pam cresceu na Melbourne suburbana de pós-guerra,
sombría, opressiva e culturalmente isolada, encontrando
refúgio na contra cultura, no surf, e nas imagens da National
Geographic, que o determinaram a viajar para o exterior.
Deixou a Austrália aos 20 anos, depois de aceitar um emprego de fotógrafo para um astrofísico, e ambos foram
dirigindo um wolkswagen de Calcutá até Londres.
Esta jornada foi a inspiração para continuar com as viagens documentais, uma constante no seu trabalho.
Cada fotografia de Pam, é moldada por incidentes e encontros nos mais distantes lugares do mundo, cada
vislumbre faz parte de uma história que se desdobra,
em vez de simplesmente registros de lugares observados.
Ele trabalhou em varios países asiáticos como Índia, Paquistão, Iêmen, República da Tanzânia e Madagascar.
Atualmente leciona "Photomedia" na Edith Cowan University
Austrália Ocidental.

dados extraídos da Wikipédia
  

MAX PAM


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