segunda-feira, 12 de abril de 2010

A. Siskind - "Harlem Document" - Cabaret, 1938

AARON SISKIND - 1903-1991 - Estados Unidos
Fotógrafo considerado expressionista abstrato
pelo exercicio constante de utilizar a cámera
para registrar grafittis, manchas ocasionais e
texturas nos muros e ruinas urbanos, Siskind
pode ser visto como um artista plástico que utiliza
a fotografia em quanto ferramenta, mas cuja verdadeira
finalidade é "mostrar pintura", "re-fazer" a pintura
em preto e branco.
Antes do seu interesse pelo abstracionismo, ele teve
importante participação no fotojornalismo: de 1936
a 1940, supervisionou a "Liga Feature Group",
responsável pela criação do documentário foto-ensaio
de importação política, incluindo "Harlem Document",
"Retrato de um cortiço" e "St. Joseph House: O Movimento
Operário Católico".
Em 1940 seu trabalho mudou no contato com os pintores
Newman Barret, Adolph Gottlieb, Mark Rothko, e Franz
Kline, de quem recebeu influência, e a quem dedica uma
série das suas pinturas-fotografia, na "Homenagem a Franz Kline" de 1966.

domingo, 11 de abril de 2010

R. Frank - "Convention Hall" - Chicago 1956

ROBERT FRANK - 1924 - Suiça
Emigrou para os Estados Unidos em 1947.
Frank crio um livro feito a mão de fotografias
tiradas no Perú.
A sua fotografia mostra de forma crítica a
énfase exagerada da sociedade norteamericana
sobre o dinheiro.
É autor do ensaio fotográfico "Os Norteamericanos"
com texto de apresentação do romancista Jack Kerouac,
editado em 1958, que teve influência sobre a geração
pos-guerra.
Foi um dos principais fotógrafos a documentar a sub-cultura beat.

C. Beaton - "Aldous Huxley" - 1935

CECIL BEATON - 1904-1980 - Inglaterra
Fotógrafo de modas e publicidade.
Figurinista de teatro e cinema,
e retratista de destaque.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

SERGIO TOPPI / SHARAZ-DE

Sharaz-De - cena I

a Janaina e Luciano
SERGIO TOPPI - Italia 1932 / Desenhista de estilo marcadamente pessoal, Toppi trabalha a ilustração transitando entre o folhetim e os quadrinhos. Nas suas composições, da prioridade ao bico de pena, e os grandes planos de preto, criando climas de mistério nos relatos. Em seus desenhos, resgata para o género popular das historietas, a tradição figurativa italiana, que tem no Renascimento, seu principal antecedente na ilustração dos grandes temas. A montagem de personagens diferentes em cenas simultáneas, e a elaborada "teatralidade" nos lembra as ilustrações dos cartazes para cinema. Percebemos também reminiscências da Art-Nouveau e do Simbolismo na escolha de modelos e ornamentos. Toppi subordina a referência fotográfica, base de toda a ilustração contemporánea, ao traço pessoal, valorizando o desenho artesanal, numa época em que a eletrónica e o conceitualismo tomaram conta do visual nas artes gráficas.

Sharaz-De - cena II

Sharaz-De - cena III

Sharaz-De - cena IV

Sharaz-De - cena V

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sharaz-De - cena VI

Sharaz-De - cena VII

Sharaz-De - cena VIII

Sharaz-De - IX

Sharaz-De - X

Sharaz-De - XI

Sharaz-De - XII

Sharaz-De - XIII

Sharaz-De - cena XIV

Sharaz-De - cena XV