domingo, 14 de dezembro de 2008

Elisa - 1926-28

Cabeça de Cristo - 1925-27

Mulher com a bandeira - 1928

Carolina Amor de Fournier - 1929

Cinto de balas, espiga e foice - 1927

Maternidade - 1926-27

Copo de leite - 1924-26

Menino e cactus - 1926-28

Mulher de Tehuantepec com cántaro - 1929

"Los sombreros" / Manifestação camponesa - 1926

Maternidade Azteca - 1926-27

Fios telefónicos - 1925

Dolores del Rio - 1925

Cana de açúcar - 1929

"Chapeu, foice e martelo" - 1927

Mulher de Tehuantepec ( O sorriso) - 1929

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

ARTISTAS DA AMÉRICA LATINA AMADOR PEREZ / Brasil

Amador Perez

AMADOR PEREZ / Rio de Janeiro 1952./ O desenho brasileiro tem no Amador um virtuoso cultor do oficio./ Ele controi as imagens, parte a parte, a olho nú, sem a utilização de lentes./ Seus desenhos, de formatos muito pequenos, exigem um virtuosismo de miniaturista./ Temos uma impressão semelhante quando olhamos uma gravura de Rembrandt com lupas, e percebemos a precisão na construção do desenho, a pesar da "miniaturização" das imagens./ A primeira vez que vi um grafite do Amador, foi num salão de artes que se realizava no mesanino da estação Carioca do metró./ Era um pequeno desenho de 8 a 10 cmts de altura, representando uma mulher debruçada numa janela e um lençol dependurado. No ángulo oposto, um portal em sombras./ A pesar do tamanho, se destacava do resto, austero, precisso./ Influênciado inicialmente pelo Hiperrealismo seu desenho foi se transformando, incorporando elementos do Simbolismo e criando climas que lembram sonhos, se distanciando do espírito que animava as criações dos Hiperrealistas./ O seu trabalho se caracteriza por uma minuciosa escolha dos temas, alguns baseados em pinturas clássicas traduzidas pelo Amador para o p e b./ Em algumas de éstas séries existem citações a representação cénica como no album "Nijinski - Imagem", retratos do famoso bailarino ruso baseados em antigas fotografias, "Ensaios de ballet", pintura de Edgard Degas, e as composições baseadas no quadro "A ilha dos mortos", do simbolista suiço Arnold Böklin, que lembram cenografias para ópera. TRIMANO - Rio de Janeiro 2008

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008