quarta-feira, 15 de outubro de 2008

ARTISTAS LATINOAMERICANOS Eduardo Muñoz Bachs / CUBA

"Festival de Rio" - cartaz / Muñoz Bachs

III Festival Internacional de Cine, TV y Video / Rio 1986
EDUARDO MUÑOZ BACHS nasceu em Valência, Espanha em 1937 e morreu em Havana, Cuba em 2001. Importante ilustrador e gráfico, integrante do grupo de artistas cubanos que modernizaram o cartaz a partir da Revolução. Pricipalmente nos cartazes para os filmes produzidos pelo ICAI Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematográfica. Alem de cartazista, Muñoz foi ilustrador de livros infantis, muitos deles tratados na técnica da aquarela, que manejaba com fina mestria. É o autor do tucano com bico em forma de claquete, cartaz do III Fest - Rio Festival de Cinema do Rio de Janeiro, em 1986.

Muñoz em Rio de Janeiro

Cartaz / Muñoz Bachs - ICAIC

Cartaz / Muñoz Bachs - ICAIC

Antesala de projeção decorada com cartazes

Festival de Cinema de Havana - 1997

Muñoz Bachs

Festival de Cinema de Havana - 1997

Cartaz / Muñoz Bachs - ICAIC

Cartaz / Muñoz Bachs - ICAIC

Cartaz / Muñoz Bachs - ICAIC

Cartaz / Muñoz Bachs - ICAIC

Cartaz / Muñoz Bachs - ICAIC

Cartaz / Muñoz Bachs - ICAIC

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

ARTISTAS LATINOAMERICANOS / Ricardo Longhini / Argentina
A Escultura Militante / "Tengo un pacto de amor con la hermosura, tengo un pacto de sangre con mi pueblo" Pablo Neruda

domingo, 28 de setembro de 2008

Longhini no Rio nos anos 70 - foto Marcelo Lartigue

Ricardo Longhini nasce em Temperley,
Provincia de Buenos Aires em 1949.
Egresso da Escola Nacional de Belas
Artes Manuel Belgrano e da escola
Prilidiano Pueyrredón.
Um fato, prenuncio da violéncia genocida
e dos saques cometidos pela ditadura militar, veio marcar
o trabalho de Longhini. Em 1973 na FOETRA,
Federación de Obreros y Empleados Telefónicos
de la República Argentina, realiza o mural
"Felipe Vallese presente carajo!", homenagem
ao obrero metalúrgico e ativista político gremial
peronista, sequestrado por forças policiais em
1962 e desaparecido.
O mural foi destruido por militares em 1976.
A residência-oficina de Longhini, funciona afastada do
circuito turístico da rua Caminito, na Boca do Riachelo, em Buenos Aires.
Alí encontramos a oficina cercada por um grande paredão cinza
e um portão de ferro amarelo,
perto dos estaleiros e dos navios abandonados na
beira do cais. Amontoados em
aparente desordem se encontram: velhas ferramentas,
ossos de animais, correntes, serras de cortar
mármore, ganchos de guindastes, garrafas, madeiras,
sucatas retiradas dos velhos navios e as peças
já acabadas e outras em elaboração.
Longhini realiza os seus "arranjos-esculturas"
com grandes peças metalúrgicas,
pesadas toras de madeira, chapas de ferro,
cordas de aço e arames, e os títulos que bota
nas suas esculturas são sempre carregados
de expressões políticas.
Trabalho de grande força, que representa uma
resposta contundente e definitiva ao horror
que se viveu na Argentina nos anos 70.

"LA JUVENTUD"

Busto de gesso anónimo,
madeiras quebradas e pregos - 1972

Felipe Vallese presente carajo! - 1973

Maquete em madeira do mural de 23 X 3 metros, composto
com uma chapa de ferro enferrujada.