sexta-feira, 17 de julho de 2015

DORÉ - "As aventuras..." - Quando os vi todos caídos, mortos, a meu redor.


DORÉ - "As aventuras..." - Outros se dispunham em círculo e cantavam coros de uma beleza inexplrimível.


DORÉ - "As aventuras..." - Encontrava de vez em quando grandes peixes.


DORÉ - "As aventuras..." - Em vez de andar a cavalo, como fazemos nós, habitantes da terra, a gente da lua montava essa espécie de animais.


DORÉ - "As aventuras..." - A leitura da Viagem de Brydone a Sicília inspirou-me um ardente desejo de visitar o Etna.


DORÉ - "As aventuras..." - Fez-me Vulcano uma descrição muito pormenorizada do Etna. Explicou que aquela montanha não passava de um monte de cinzas saídas da fornalha.


DORÉ - "As aventuras..." - Quem quer que tenha navegado logo percebe as conseqüências de um acidente desses. Não mais sabíamos onde estávamos, nem aonde ir. Afinal a tempestade amainou e foi seguida por um bom vento contínuo.


DORÉ - "As aventuras..." - Elevou-o à altura de uma boa légua.


DORÉ - "As aventuras..." - Graças a essa proeza, inspirei tamanho respeito a todos os ursos que daí por diante nenhum deles quis mais briga comigo.


DORÉ - "As aventuras..." - O próprio sol ficou cheio de frieiras.


DORÉ - "As aventuras..." - Com um segundo salto consegui colocar a nossa diligência no caminho, para além do outro carro.


DORÉ - "As aventuras..." - Agarrei um debaixo de cada braço.


DORÉ - "As aventuras..." - Afinal, quis o acaso que um de meus parentes pelo lado materno viesse visitar-nos.


DORÉ - "As aventuras..." - Sua cabeça penetrara pela goela do outro animal.


DORÉ - "As aventuras..." - Quando viram surgir um homem completamente nu.


DORÉ - "As aventuras..." - Não longe dali estava um personagem de uma corpulência digna de John Falstaff, cujo dedo indicador apertava a narina direita.


DORÉ - "As aventuras..." - Com medo de fazer rodar os moinhos depressa demais, tapei uma narina


DORÉ - "As aventuras..." - Num átimo, agarrei-lhe as entranhas, pexei-as, virei o bicho pelo avesso, como se fosse uma luva, e larguei-o morto na neve.


DORÉ - "As aventuras..." - De outra vez, fui acossado tão de perto por um urso que não tive, para me defender, outro remédio senão meter-lhe o punho pela goela a dentro.


DORÉ - "As aventuras..." - Dia e noite ele era extraordinário; à noite eu lhe amarrava uma lanterna no rabo e, com esse equipamento, ele caçava tão bem, tal vez melhor, que em dia claro.