quarta-feira, 29 de outubro de 2014

PORTINARI - O café - óleo 1935


PORTINARI - Cabeça de índio - carvão 1940


PORTINARI - Favela - óleo - (versão em preto e branco


PORTINARI - Retrato de Mario de Andrade - óleo - (versão em preto e branco)


PORTINARI - O lavrador - óleo 1939


PORTINARI - Paisagem de Brodowski - óleo 1940


PORTINARI - Enterro na rede - óleo 1944 - (versão em preto e branco)


PORTINARI -São Francisco - óleo 1941


PORTINARI - lápiz


PORTINARI - lápiz


PORTINARI - Colheita de algodão - mural, afresco


PORTINARI - Mural Tiradentes - témpera sobre tela - 3,5 mt x 18 mt - 1949


PORTINARI - Mural Tiradentes - vista parcial


PORTINARI - Tiradentes - detalhe


PORTINARI - Ilustração para Dom Quixote - lápiz de cor


PORTINARI - Ilustração para Dom Quixote - lápiz de cor


PORTINARI - Ilustração para Dom Quixote - lápiz de cor


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
MODERNISMO

FLAVIO DE CARVALHO - Auto-retrato - óleo


Chama-se genericamente Modernismo ou Movimento Modernista, ao conjunto de movimentos culturais que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX. Apesar de ser possível encontrar pontos de convergência entre os varios movimentos, eles em geral
se diferenciavam e até mesmo antagonizavam.
O Movimento Modernista baseou-se na idéia de que as formas tradicionais das artes, da literatura e da organização
social tornaram-se ultrapassadas, e que se fazia fundamental deixa-las de lado e criar no lugar uma nova cultura. Esta constatação apoiou a idéia de reexaminar cada aspecto da existência, do comércio e a filosofia, com o objetivo de achar o que seriam as "marcas antigas"
e substitui-las por novas formas, possivelmente melhores,
de se chegar ao progresso.
Em essência, o Movimento Modernista argumentava que as novas realidades do século XX eram permanentes e eminentes, e que as pessoas deveriam adaptar as suas visões de mundo para aceitar o que era novo.
A palavra moderno também é utilizada em contraponto ao que é ultrapassado. Neste sentido, ela é sinônimo de 
contemporâneo, embora, do ponto de vista histórico-cultural,
"moderno" e "contemporâneo" abranjam contextos bastante diversos. 
No Brasil, os principais artificios do Movimento Modernista
não se opunham a toda realização artística anterior a deles.
A grande batalha se colocava contra o "passadismo", ou seja, tudo aquilo que impedisse a criação livre. Pode-se assim dizer que a proposta modernista era de uma ruptura
estética quase completa com o engrossamento da arte
encontrado nas escolas anteriores e de uma ampliação dos horizontes dessa arte antes delimitada pelos padrões académicos. Em paralelo a ruptura, não se pode negar o desejo dos escritores em conhecer e explorar o passado como fonte de criação não como norma para se criar.
Como manifestação desse desejo de ruptura, que ao mesmo
tempo respeitava obras da tradição literária, temos o Manifesto da Poesia Pau Brasil de Oswald de Andrade, Macunaima de Mario de Andrade, o retrato brasileiro através das influências cubistas de Tarsila do Amaral, 
e o livro Casa Grande e Senzala de Gilberto Freire
Revistas da época se dedicaram ao tema, como Estética,
Klaxon e Antropofagia, que foram meios de comunicação entre o movimento, os artistas e a sociedade.

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