terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Espanha

Espanha

CHINA

China 1938

INGLATERRA

Inglaterra

Guerra é um confronto sujeito a interesses da disputa entre dois ou mais grupos distintos de individuos mais ou menos organizados, utilizandose de armas para tentar derrotar o adversário. Expressões como "guerra econômica" e "guerra psocológica" designam também os confrontos provocados pelos pequenos conflitos efervescentes agudos com ações igualmente violentas mas sem o uso de armas, necessáriamente. O confronto ou guerra pode ter motivos religiosos, étnicos, ideológicos, econômicos, territoriais, de vingança ou de posse (quando um grupo deseja algo do outro). A "guerra fria" ocorre quando nações digladiam-se pela liderança global, através de conflitos indiretos, de corrida armamentista e tecnológica, "espionagem" ou "subversão", guerras por procuração e guerras doutrinárias, sempre evitando o confronto militar direto, uma vez que este, na era nuclear, levaria a uma escalada de aniquilação. A "guerra nuclear", "guerra psicológica" ou de propaganda é manipulada de dentro do sistema, e pode ocorrer mediante a transmissão de informações falsas ou assistência médica, por exemplo. Na "guerra psicológica" se manobra a fidelidade do povo ao suprir-lhe precariamente suas necessidades básicas sem intenção de viabilizar soluções. Aparentando apoio e atenção, mas sem perder o foco voltado em mantê-lo atado e fiel através do medo, ignorante do fato de que se trata apenas da manutenção de sua mísera sobrevivência. Dessa forma o interessado os mantem calados, pasivos, inoperantes e gratificados. Mantendo-os temerosos com seu futuro e ignorantes de cultura e informações de verdade, o interessado não terá oponente: "uma mentira dita varias vezes, acaba transformando-se em verdade, se não tiver respaldo legal que a negue..." afirmou Goebbels, ministro de propaganda da Alemanha nazista.
ÁFRICA

África

África

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

ITÁLIA

Itália

Itália

Itália

Itália

Itália

NÁPOLES

Nápoles

detalhe

Guerra nuclear ou "terror atômico" também conhecida como "terrorismo estressante" em que foguetes de alcance mundial são utilizados para causar destruição total e, irreverssível no oponente. A ameaça de terror iminente, da espada de Demóscrito sobre a cabeça da humanidade sempre existiú, de haver o fim do mundo, o que inspirou de fato a "guerra fria" entre URSS e EUA (1945-1989). A síntese desta modalidade de tensão estratégica foi a "destruição mutua assegurada" ou "mutual assured destruction" (mad) em inglés, também significa "louco" ou "estressante". Esta lógica garantiria que, se um lado atacasse, o outro revidaria com força total, e ambos acabariam destruidos. Outra forma de "terror atõmico" foi a estratégia proposta pelos EUA: em último caso, atacar preventivamente alguns pontos estratéticos dos seus inimigo , para assim neutralizar uma possível reação nuclear destes. Esta seria conhecida como "estratégia de alvos de uso nuclear", ou "nuclear utilization target strategies" (ou apenas) "nuts", em inglés: "maluco".