O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Auto-Retrato ou Em Golgatha, 1896 - óleo sobre tela , 76 x 64 cmts.
Depois de permanecer 2 anos em França, consumido em saudade do Tahiti
e em sífilis, Paul Gauguin regresou à Oceânia para os 8 anos finais da sua vida. A experiência itinerária do NOA NOA só iria encontrar proplongamento
numas breves páginas sobre o Tahiti e as Marquesas, hoje incluídas como
capítulo autónomo do seu livro Avant et Aprés. Solitário e cego, Gauguin morreu na madrugada de 8 de maio de 1903. A sua cabana foi comprada por um leiloeiro americano. Existe ainda um dado curioso nesse desfecho.
Tempos depois, a sua última tela intitulada "Cachoeira na mata", foi leiloada
"de ponta cabeça", título: "Paisagem na neve"...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
PEQUENA CRONOLOGIA /
1948 - Chego ao mundo em Barcelona,
na primavera / 1957-64 - Por motivos
familiares (meus pais eram artistas)
começo a detestar a arte e os artistas.
Na minha casa só se falava nesse tema /
1962-66 - Trabalho como ourives em varios ateliers /
1964 - Conheço Jordi Batiste, Arnau Alemany e
Jaune Sisa. Influenciado por eles, começo a me
interessar por fotografia e cinema. Estudo na
escola de cinema Aixela, dirigida por Pere Portabella
(tudo isto depois de assistir Blow-Up de Antonioni)
e na escola Massana / 1968 - Conheço Remei Margarit
e colaboro com trabalhos fotográficos para a editora
"Ciclope". Descubro a boa música, Bach, Beatles, Bob Dylan,
Incredible, String Band, Música dispersa. Me reconcilio
com a arte (assim é a vida). / 1970 - Conheço Josep Mascaró
e logo depois começo a desenhar. Diferente de outros oficios,
o desenho comporta grande economia de recursos materiais,
pode ser realizado em qualquer lugar e a qualquer hora
sem grandes preocupações com suportes e técnicas. /
1972 - Descubro Menorca como Colón descubriú América,
por casualidade. Conheço Regan Bice, arquiteto que me
ensina a enxergar a magia da arquitetura vernácula menorquina.
Também conheço a Rafael Trénor, que me ajuda a sentir
a poesia e a prehistória islenha, e a Susan Unger, com quem vivo
a arte inspirada pela paisagem menorquina. / 1973 - Passo um ano nos
Estados Unidos e Canadá onde reviso a história da arte. Descubro
a arte oriental e vejo a pintura de Leonardo, Rembrandt, Picasso,
Matisse, Miró, Dalí e muitos outros. / 1974 - Volto a Menorca onde
resido definitavamente. Não parei de desenhar até hoje. / 1974 - 2005 -
Realizo diversas exposições nos Estados Unidos, França, Alemanha,
Madrid, Barcelona e Menorca. / 1980 - Nasce a minha primeira filha, Ona /
1982 - Um brilhante acontecimento: conheço Núria Gavin com quem
compartilho vida e trabalho. Na nossa estreita colaboração, ela fabrica
com as suas mãos o papel em que desenho. / 1988 - Nasce minha
segunda filha: Cora. / 2001 - Começo a preparar o livro "Arquitetura
e Paisagem de Menorca". / 2006 - Aquí, nas vossas mãos, o fruto de
parte da minha vida. / MARCEL VILLIER RIBAS
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