sábado, 30 de janeiro de 2010

Três Tahitianos (Conversa no Tahiti), 1899 - óleo sobre tela, 73 x 94 cmts.

Raparigas com Flores de Manga (Mulheres do Tahiti), 1899 - óleo sobre tela, 94 x 72 cmts.

A Rainha da Beleza, 1896 "Te Arii Vahine" - aquarela - 17,2 x 22,9 cmts.

Auto-Retrato ou Em Golgatha, 1896 - óleo sobre tela , 76 x 64 cmts.

Depois de permanecer 2 anos em França, consumido em saudade do Tahiti
e em sífilis, Paul Gauguin regresou à Oceânia para os 8 anos finais da sua vida. A experiência itinerária do NOA NOA só iria encontrar proplongamento
numas breves páginas sobre o Tahiti e as Marquesas, hoje incluídas como
capítulo autónomo do seu livro Avant et Aprés. Solitário e cego, Gauguin morreu na madrugada de 8 de maio de 1903. A sua cabana foi comprada por um leiloeiro americano. Existe ainda um dado curioso nesse desfecho.
Tempos depois, a sua última tela intitulada "Cachoeira na mata", foi leiloada
"de ponta cabeça", título: "Paisagem na neve"...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

"Sete Noites"

"Sete Noites"

"As Mamas de Tirésias" de Guillaume Apollinaire - 1985

I

II

III

IV

V

"O Cemitério Marinho" de Paul Valéry - 1984

"As Canções de Bilitis" de Pierre Louys - 1984

"O Nariz" e "A Terrível Vingança" de Nicolai Gógol - 1986

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

MARCEL VILLIER RIBAS ARQUITECTURA I PAISATGE DE MENORCA

Marcel Villier Ribas

PEQUENA CRONOLOGIA / 1948 - Chego ao mundo em Barcelona, na primavera / 1957-64 - Por motivos familiares (meus pais eram artistas) começo a detestar a arte e os artistas. Na minha casa só se falava nesse tema / 1962-66 - Trabalho como ourives em varios ateliers / 1964 - Conheço Jordi Batiste, Arnau Alemany e Jaune Sisa. Influenciado por eles, começo a me interessar por fotografia e cinema. Estudo na escola de cinema Aixela, dirigida por Pere Portabella (tudo isto depois de assistir Blow-Up de Antonioni) e na escola Massana / 1968 - Conheço Remei Margarit e colaboro com trabalhos fotográficos para a editora "Ciclope". Descubro a boa música, Bach, Beatles, Bob Dylan, Incredible, String Band, Música dispersa. Me reconcilio com a arte (assim é a vida). / 1970 - Conheço Josep Mascaró e logo depois começo a desenhar. Diferente de outros oficios, o desenho comporta grande economia de recursos materiais, pode ser realizado em qualquer lugar e a qualquer hora sem grandes preocupações com suportes e técnicas. / 1972 - Descubro Menorca como Colón descubriú América, por casualidade. Conheço Regan Bice, arquiteto que me ensina a enxergar a magia da arquitetura vernácula menorquina. Também conheço a Rafael Trénor, que me ajuda a sentir a poesia e a prehistória islenha, e a Susan Unger, com quem vivo a arte inspirada pela paisagem menorquina. / 1973 - Passo um ano nos Estados Unidos e Canadá onde reviso a história da arte. Descubro a arte oriental e vejo a pintura de Leonardo, Rembrandt, Picasso, Matisse, Miró, Dalí e muitos outros. / 1974 - Volto a Menorca onde resido definitavamente. Não parei de desenhar até hoje. / 1974 - 2005 - Realizo diversas exposições nos Estados Unidos, França, Alemanha, Madrid, Barcelona e Menorca. / 1980 - Nasce a minha primeira filha, Ona / 1982 - Um brilhante acontecimento: conheço Núria Gavin com quem compartilho vida e trabalho. Na nossa estreita colaboração, ela fabrica com as suas mãos o papel em que desenho. / 1988 - Nasce minha segunda filha: Cora. / 2001 - Começo a preparar o livro "Arquitetura e Paisagem de Menorca". / 2006 - Aquí, nas vossas mãos, o fruto de parte da minha vida. / MARCEL VILLIER RIBAS