O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
GEORGE LOVE - George Leary Love
Charlot, Carolina do Norte, Estados Unidos 1937
São Paulo, Brasil 1995.
Estudou matemática aplicada, filosofia e economia
na New York School For Social Research, mas, em 1963,
decide-se pela fotografia, quando torna-se
um dos fundadores da The Association of Helio Graphers.
Em 1966, radica-se em São Paulo, Brasil, onde integra
a equipe de fotógrafos da revista Realidade,
e publica os livros:
"Amazônia", em parceria com Claudia Andujar, e "Water",
ambos em 1978.
"São Paulo - Anotações", em 1982
"Alma e Luz", em 1995.
George Love, teve também importante papel
na consolidação da fotografia de expressão pessoal
no Brasil, como editor das revistas Novidades Fotoptica (1970), e Revista de Fotografia (1971-73),
e como coordenador no laboratório e cursos
do Museu de Arte de São Paulo, entre 1970 e 1980.
dados extraídos da Wikipédia
Charlot, Carolina do Norte, Estados Unidos 1937
São Paulo, Brasil 1995.
Estudou matemática aplicada, filosofia e economia
na New York School For Social Research, mas, em 1963,
decide-se pela fotografia, quando torna-se
um dos fundadores da The Association of Helio Graphers.
Em 1966, radica-se em São Paulo, Brasil, onde integra
a equipe de fotógrafos da revista Realidade,
e publica os livros:
"Amazônia", em parceria com Claudia Andujar, e "Water",
ambos em 1978.
"São Paulo - Anotações", em 1982
"Alma e Luz", em 1995.
George Love, teve também importante papel
na consolidação da fotografia de expressão pessoal
no Brasil, como editor das revistas Novidades Fotoptica (1970), e Revista de Fotografia (1971-73),
e como coordenador no laboratório e cursos
do Museu de Arte de São Paulo, entre 1970 e 1980.
dados extraídos da Wikipédia
MAUREEN BISILLIAT - Sheila Maureen Bisilliat
Englefield Green, Surrey, Inglaterra 1931
Fotógrafa, naturalizada brasileira.
Filha de uma pintora e um diplomata.
Estudou pintura com André Lhote, em Paris, em 1955.
Em 1957, muda-se para São Paulo. A partir de 1962,
abandona a pintura e passa a dedicar-se à fotografia.
Trabalhou como fotojornalista para a editora Abril, entre
1964 e 1972, destacando-se sobretudo na extinta revista
Realidade.
Entre 1972 e 1992, co-funda a galeria de arte popular
"O Bode". Nesse período viaja pelo Brasil em busca
de trabalhos de artistas populares e artesãos, para compor
o acervo da galeria. Ainda nessa época, 1988, a pedido
do seu amigo o antropólogo Darcy Ribeiro, Mureen
é convidada a atuar na formação do acervo de arte popular latino americano, na Fundação Memorial da América Latina
de São Paulo. Para isto recorre México, Guatemala, Equador, Perú e Paraguai, recolhendo peças para a coleção
permanente do Pavilhão da Criatividade do Memorial,
do qual se tornou curadora.
Livros publicados:
"A João Guimarães Rosa" - Editora Gráficos Brunner - 1969
"Sertóes, Luz e Trevas" - (inspirado no clássico de Euclides da Cunha) - co-edição: Editora Raízes e Rhodia - 1982
"O Cão Sem Plumas" (inspirado no poema homônimo
de João Cabral do Melo Neto) - Editora Nova Fronteira
Rio de Janeiro 1983.
"Xingu - Detalhes de Uma Cultura" - Editora Raízes - 1978
"Terras do Rio São Francisco" - Editora Raízes e BEMGE
São Paulo 1985
dados extraídos da Wikipédia
Englefield Green, Surrey, Inglaterra 1931
Fotógrafa, naturalizada brasileira.
Filha de uma pintora e um diplomata.
Estudou pintura com André Lhote, em Paris, em 1955.
Em 1957, muda-se para São Paulo. A partir de 1962,
abandona a pintura e passa a dedicar-se à fotografia.
Trabalhou como fotojornalista para a editora Abril, entre
1964 e 1972, destacando-se sobretudo na extinta revista
Realidade.
Entre 1972 e 1992, co-funda a galeria de arte popular
"O Bode". Nesse período viaja pelo Brasil em busca
de trabalhos de artistas populares e artesãos, para compor
o acervo da galeria. Ainda nessa época, 1988, a pedido
do seu amigo o antropólogo Darcy Ribeiro, Mureen
é convidada a atuar na formação do acervo de arte popular latino americano, na Fundação Memorial da América Latina
de São Paulo. Para isto recorre México, Guatemala, Equador, Perú e Paraguai, recolhendo peças para a coleção
permanente do Pavilhão da Criatividade do Memorial,
do qual se tornou curadora.
Livros publicados:
"A João Guimarães Rosa" - Editora Gráficos Brunner - 1969
"Sertóes, Luz e Trevas" - (inspirado no clássico de Euclides da Cunha) - co-edição: Editora Raízes e Rhodia - 1982
"O Cão Sem Plumas" (inspirado no poema homônimo
de João Cabral do Melo Neto) - Editora Nova Fronteira
Rio de Janeiro 1983.
"Xingu - Detalhes de Uma Cultura" - Editora Raízes - 1978
"Terras do Rio São Francisco" - Editora Raízes e BEMGE
São Paulo 1985
dados extraídos da Wikipédia
domingo, 18 de dezembro de 2016
LUIGI MAMPRIN
Veneza, Itália 1921 - São Paulo, Brasil 1995
Fotógrafo e pintor italiano.
Serviu no exército do seu país na Segunda Guerra
Mundial, em 1940, aliando-se no ano seguinte
aos correligionários do general comunista Tito,
na Iugoslávia.
Radicou-se na capital paulista em 1949, onde começou
a trabalhar para o jornal Folha de São Paulo, transferindo-se
para o Rio de Janeiro em 1950. Participou do lançamento
do jornal Ultima Hora, integrando em 1956, a equipe responsável pelo relançamento da revista Mundo
Ilustrado, em 1961, e o grupo de fotógrafos contratados
para viabilizar a reforma gráfica do Jornal do Brasil,
considerada a mais radical e inovadora do gênero no país.
Em 1965, começa a trabalhar na revista Realidade, tendo
documentado nesse mesmo ano, a célebre expedição
dos irmãos Villas Boas, que consegue estabelecer
o primeiro contato com os chamados índios gigantes,
os Kren-a-Karore. Mamprin é um dos grandes nomes
da profissionalização do fotojornalismo no Brasil,
no período de transição entre a fotografia em preto e branco
e a fotografia colorida.
dados extraídos da Wikipédia
Veneza, Itália 1921 - São Paulo, Brasil 1995
Fotógrafo e pintor italiano.
Serviu no exército do seu país na Segunda Guerra
Mundial, em 1940, aliando-se no ano seguinte
aos correligionários do general comunista Tito,
na Iugoslávia.
Radicou-se na capital paulista em 1949, onde começou
a trabalhar para o jornal Folha de São Paulo, transferindo-se
para o Rio de Janeiro em 1950. Participou do lançamento
do jornal Ultima Hora, integrando em 1956, a equipe responsável pelo relançamento da revista Mundo
Ilustrado, em 1961, e o grupo de fotógrafos contratados
para viabilizar a reforma gráfica do Jornal do Brasil,
considerada a mais radical e inovadora do gênero no país.
Em 1965, começa a trabalhar na revista Realidade, tendo
documentado nesse mesmo ano, a célebre expedição
dos irmãos Villas Boas, que consegue estabelecer
o primeiro contato com os chamados índios gigantes,
os Kren-a-Karore. Mamprin é um dos grandes nomes
da profissionalização do fotojornalismo no Brasil,
no período de transição entre a fotografia em preto e branco
e a fotografia colorida.
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