sexta-feira, 5 de agosto de 2016

HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


HAUSMANN


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
HANNAH HÖCH
DADAISMO
A IMAGEM EXPERIMENTAL
  

HANNAH CH
Gota, Alemanha 1889 - Berlim, Alemanha 1978
Foi uma das mais importantes representantes do Movimento
Dadaista e precursora da fotomontagem.
De 1912 a 1914 estudou no Colégio de Artes de Berlim
desenho em vidro e artes gráficas. 
Em 1915 começou uma influente relação com Raoul
Hausmann, membro do Movimento Dada de Berlim. 
A partir de 1919, totalmente envolvida com o Dadaismo,
colaborou com suas publicações, tornando-se pioneira
na arte da fotomontagem.
Sua primeira exposição importante foi organizada
em conjunto com outros artistas dadaistas alemães,
em Berlim.
No ano de 1920 mudou-se para Roma e depois para Praga,
onde participou das manifestações dadaistas. Mais tarde, em Paris, fez amizade com Mondrian. 
Hannah passou os anos do Terceiro Reich tentando permanecer quieta e no plano de fundo. O Nacional Socialismo incluiu-a na lista de artistas degenerados, e só
em 1946 pôde expor novamente em seu país.
Casou-se em 1938 com o pianista Kurt Matthies, divorciando-se em 1944.
Embora durante a sua vida o seu trabalho nunca tivesse
sido verdadeiramente aclamado, ela continuou a produzir
as suas fotomontagens e a exibi-las até a data 
da sua morte. 
Hannah refletiu em suas obras a justaposição entre 
a mulher alemã moderna e a mulher alemã colonial. 
Ao fazé-lo desafiou as representações culturais, levantando
questões relativas à sexualidade das mulheres e aos seus papeis de género na nova sociedade.
Com as suas imagens, Höch abordou os medos, 
as posibilidades e as novas esperanças para as mulheres
na Alemanha moderna.

dados extraídos da Wikipédia

HANNA HÖCH


HANNA HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNA HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


HANNAH HÖCH


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
DADAISMO
Texto informativo
  

MARCEL DUCHAMP - "Roda de Bicicleta" - 1913


O Dadaismo ou Movimento Dada foi um movimento
da chamada vanguarda artística moderna, iniciado
em Zurique, em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial,
no chamado Cabaret Voltaire, formado por escritores,
poetas e artistas plásticos, dois deles desertores
do serviço militar alemão, liderados por Tristan Tzara,
Hugo Ball e Hans Harp.
Embora a palavra dada em francês signifique cavalo
de madeira, sua utilização marca a falta de sentido
que pode ter a linguaguem (como na fala de um bebê).
Para reforçar esta idéia estabeleceu-se o mito
de que o nome foi escolhido aleatoriamente, abrindo-se
uma página de um dicionário e inserindo um estilete
sobre ela, de forma a simbolizar o caráter irracional
do movimento, claramente contrário a guerra e aos padrões
da arte estabelecida da época. 
Em poucos anos, o Dadaismo alcançou, além de Zurique,
as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hanôver, 
New York e Paris. Muitos de seus seguidores deram início
posteriormente ao Surrealismo, e seus parámetros
influenciaram a arte até hoje.
Diz Tristan Tzara: "Eu redijo um manifesto e não quero nada,
eu digo portanto certas coisas e sou por princípio
contra manifestos. Eu redijo este manifesto para mostrar
que é possível fazer as ações opostas simultaneamente,
numa única fresca respiração; sou contra a ação
pela contínua contradição, pela afirmação também, eu não
sou nem pró nem contra e não explico por que odeio
o bom-senso".
O impacto causado pelo Dadaismo justifica-se plenamente
pela atmosfera de confusão e desafio à lógica sugerido
por ele, optando por expressar de modo inconfundível
suas opiniões acerca da arte oficial e também das próprias
vanguardas.
O Dada veio para abolir de vez a lógica, a organização,
a postura racional, trazendo para a arte um caráter
de espontaneidade e gratuidade total.
o principal problema de todas as manifestações artísticas
estava, segundo os dadaistas, em almejar algo que era impossível: explicar o ser humano. Na esteira de todas
as outras afirmações retumbantes, Tzara decreta: " A obra
de arte não deve ser a beleza em si mesma, porque 
a beleza está morta".
No seu esforço por expressar a negação de todos os valores
estéticos e artísticos correntes, os dadaistas usaram
com frequência, métodos deliberadamente incompreensíveis. Nas pinturas e esculturas, por exemplo,
tinham por hábito aproveitar pedaços de materiais encontrados pelas rúas ou objetos que haviam sido jogados fora. Vamos encontrar esse tipo de prática, anos mais tarde, nos anos 50, nos artistas da Pop Art.

dados extraídos da Wikipédia 

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
Les Nabis
FÉLIX VALLOTON
O RETRATO
REINVENÇÃO DA PAISAGEM   

FÉLIX VALLOTON
Félix Edouard Valloton foi um pintor e gravador suiço
associado ao grupo Les Nabis, uma figura importante
no desenvolvimento da xilogravura moderna.
Nasceu em Lousanne, no cantão francófono de Vaud,
em 1865, numa familia de classe média, e aos dezessete anos foi estudar em Paris, na Academie Julian.
Valloton começou sua carreira artística pintando retratos.
A partir de 1885 passou a pintar cenas de interior.
Foi durante esse período que desenvolveu a sua própria
técnica de pintura: trabalhar com pinceladas pequenas
e precisas, transmitindo cuidadosamente cada detalhe
e criando uma superfície lisa.
Em 1893, expôs no Salão dos Independentes 
e aproximou-se do Les Nabis, participando de suas exposições.
Em 1900 obteve a cidadania francesa, graças ao seu casamento, em 1899, com uma jovem da familia Bernheim,
e expunha constantemente junto com Bonnard e Vuillard.
Foi somente em 1910 que o seu trabalho foi conhecido
na Suiça.
Em 1913 visitou a Rússia a convite do colecionador G. Haasen.
Durante a Primeira Guerra Mundial, produziu uma série de desenhos contra o conflito, e pintou sua famosa tela "Verdun".
Valloton morreu em Paris em 29 de dezembro de 1925.

dados extraídos da Wikipédia