O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Técnica estética e pictórica francesa de fins da década
de 1880 baseada no uso de grandes chapadas de cor
com contornos vigorosamente cerrados; oposto
a disolução de formas do Impressionismo.
O sintetismo, elaborado em Pont aven por Émile Bernard
e Paul Gauguin, influenciou especialmente os nabis
e alguns pintores do Simbolismo.
Nas últimas duas décadas do século XIX, artistas e críticos
procuravam por uma linguagem que pudesse reproduzir,
nas artes plásticas, a proposta simbolista de mistêrio
e evocação que poetas como Mallarmé apresentavam
na literatura.
Gauguin era convicto de que buscava produzir uma pintura
sem precedentes, tanto nas idéias quanto no trabalho
prático. Seu estímulo intelectual provinha da estreita
correspondência que mantinha com outros artistas e poetas, com quem discutia longamente questões de interesse
tanto dos poetas quanto dos pintores.
Além do contato com nomes como Paul Cézanne e Vincent
Van Gogh, relacionava-se também com jovens talentosos
como Émile Bernard e Paul Sérusier. Em 1888 Gauguin
vivia na cidade de Pont Aven, na região da Bretanha.
Desde agosto daquele ano, estava pensando no tema
de um quadro retratando mulheres bretãs no campo,
mas depois optou por um motivo muito mais arrojado
de caráter místico. Chamou o quadro de A Visão Depois
do Sermão, a Luta de Jacó com o Anjo. Nele retratava
um grupo de mulheres bretãs no campo observando
um homem lutando contra um anjo. A composição utilizava
recursos inspirados nas gravuras japonesas, e constitui
um marco fundamental para o Modernismo. Ela marca
a despedida de Gauguin do Impressionismo, escola da qual
ele nunca participou completamente, e a criação de algo
completamente novo. Rompe com a tradição realista
como A Grande Jatte de Seurat, liberta finalmente a arte do século XIX dos grilhões do naturalismo e inicia
o processo que hoje tem o título de "moderno".
de 1880 baseada no uso de grandes chapadas de cor
com contornos vigorosamente cerrados; oposto
a disolução de formas do Impressionismo.
O sintetismo, elaborado em Pont aven por Émile Bernard
e Paul Gauguin, influenciou especialmente os nabis
e alguns pintores do Simbolismo.
Nas últimas duas décadas do século XIX, artistas e críticos
procuravam por uma linguagem que pudesse reproduzir,
nas artes plásticas, a proposta simbolista de mistêrio
e evocação que poetas como Mallarmé apresentavam
na literatura.
Gauguin era convicto de que buscava produzir uma pintura
sem precedentes, tanto nas idéias quanto no trabalho
prático. Seu estímulo intelectual provinha da estreita
correspondência que mantinha com outros artistas e poetas, com quem discutia longamente questões de interesse
tanto dos poetas quanto dos pintores.
Além do contato com nomes como Paul Cézanne e Vincent
Van Gogh, relacionava-se também com jovens talentosos
como Émile Bernard e Paul Sérusier. Em 1888 Gauguin
vivia na cidade de Pont Aven, na região da Bretanha.
Desde agosto daquele ano, estava pensando no tema
de um quadro retratando mulheres bretãs no campo,
mas depois optou por um motivo muito mais arrojado
de caráter místico. Chamou o quadro de A Visão Depois
do Sermão, a Luta de Jacó com o Anjo. Nele retratava
um grupo de mulheres bretãs no campo observando
um homem lutando contra um anjo. A composição utilizava
recursos inspirados nas gravuras japonesas, e constitui
um marco fundamental para o Modernismo. Ela marca
a despedida de Gauguin do Impressionismo, escola da qual
ele nunca participou completamente, e a criação de algo
completamente novo. Rompe com a tradição realista
como A Grande Jatte de Seurat, liberta finalmente a arte do século XIX dos grilhões do naturalismo e inicia
o processo que hoje tem o título de "moderno".
terça-feira, 26 de julho de 2016
Gauguin foi um dos primeiros a compreender
que poderia aproximar a pintura da poesia
ao libertar a cor e a forma de suas funções descritivas.
Os atributos emotivos de sua pintura, muito além
do assunto retratado, eram também conferidos
pelas cores e formas.
O uso das cores era, por essa razão, totalmente
arbitrário. Em suas obras há referências a gravura
japonesa (cores puras, figuras bidimensionais,
o corte das figuras) e a teoria da síntese cromática
de Baudelaire, que traçava correspondências
entre as cores e os sentimentos.
Pela descrição que Gauguin faz de uma de suas pinturas
da fase tahitiana, Manaò Tupapaú, percebe-se
o uso simbólico que fazia das cores:
"Ela repousa sobre uma cama coberta por um pareô azul
e um tecido em amarelo cromo. O fundo violeta avermelhado
está salpicado de flores que se asemelham a faíscas elétricas. Uma figura particularmente estranha acha-se de pé
ao lado da cama. Como o pareô desempenha um papel
importante na vida de uma mulher nativa, eu o utilizo
como lençol de baixo. O tecido tem que ser amarelo,
não só porque essa cor aparece como uma surpresa
para o observador, como também porque ela cria uma ilusão
de um cenário iluminado por uma lâmpada, tornando assim
desnecessário simulá-la. O fundo deve parecer um pouco
aterrorizante, e por essa razão a cor perfeita é o violeta.
Desse modo, a parte musical da pintura está completa."
dados extraídos da Wikipédia
que poderia aproximar a pintura da poesia
ao libertar a cor e a forma de suas funções descritivas.
Os atributos emotivos de sua pintura, muito além
do assunto retratado, eram também conferidos
pelas cores e formas.
O uso das cores era, por essa razão, totalmente
arbitrário. Em suas obras há referências a gravura
japonesa (cores puras, figuras bidimensionais,
o corte das figuras) e a teoria da síntese cromática
de Baudelaire, que traçava correspondências
entre as cores e os sentimentos.
Pela descrição que Gauguin faz de uma de suas pinturas
da fase tahitiana, Manaò Tupapaú, percebe-se
o uso simbólico que fazia das cores:
"Ela repousa sobre uma cama coberta por um pareô azul
e um tecido em amarelo cromo. O fundo violeta avermelhado
está salpicado de flores que se asemelham a faíscas elétricas. Uma figura particularmente estranha acha-se de pé
ao lado da cama. Como o pareô desempenha um papel
importante na vida de uma mulher nativa, eu o utilizo
como lençol de baixo. O tecido tem que ser amarelo,
não só porque essa cor aparece como uma surpresa
para o observador, como também porque ela cria uma ilusão
de um cenário iluminado por uma lâmpada, tornando assim
desnecessário simulá-la. O fundo deve parecer um pouco
aterrorizante, e por essa razão a cor perfeita é o violeta.
Desse modo, a parte musical da pintura está completa."
dados extraídos da Wikipédia
domingo, 24 de julho de 2016
PIERRE BONNARD
Fontenay-aux-Roses, França 1867 - Le Cannet, França 1947
Foi um pintor pós impressionista associado ao grupo
Les Nabis.
Depois de dois anos de morar em Paris, em 1888, inscreveu-se na Academia de Belas Artes e na Academia Julian, onde formou-se um grupo de artistas do qual faziam parte Paul Sérusier, Maurice Denis e Eduard Vuillard.
Esse grupo ficou conhecido como Les Nabis.
Bonnard viu uma exposição de arte japonesa, e ficou
tão impressionado com as obras apresentadas, que passou
a ser chamado pelos seus companheiros de o nabi japonés.
Teve um ateliê com os pintores Denis e Vuillard, onde recebia o seu amigo Toulouse Lautrec.
A primeira apresentação da sua obra ocorreu em 1893,
no Salão dos Independentes, e a segunda, meses depois
na galeria Durand Ruel. A essa altura também trabalhava como ilustrador para a revista La Revue Blanche,
e o galerista Vuillard organizou uma exposição com suas
melhores litografias, muitas das quais mostravam influência
do simbolista Odilon Redon.
Em 1925 casou-se com Marie Boursin, conhecida por Marthe, que viria a servir de modelo em algumas das suas obras.
A sua pintura de interiores, de cores claras e luminosas,
reflete a capacidade de captar os pequenos detalhes sob um efeito emocional. Os objetos parecem se formar pela
solidificação do ar. Os nus de Bonnard nada mais são
do que experimentações, nas quais o pintor tenta pesquisar
as variações de cores sob a luz.
dados extraídos da Wikipédia
Fontenay-aux-Roses, França 1867 - Le Cannet, França 1947
Foi um pintor pós impressionista associado ao grupo
Les Nabis.
Depois de dois anos de morar em Paris, em 1888, inscreveu-se na Academia de Belas Artes e na Academia Julian, onde formou-se um grupo de artistas do qual faziam parte Paul Sérusier, Maurice Denis e Eduard Vuillard.
Esse grupo ficou conhecido como Les Nabis.
Bonnard viu uma exposição de arte japonesa, e ficou
tão impressionado com as obras apresentadas, que passou
a ser chamado pelos seus companheiros de o nabi japonés.
Teve um ateliê com os pintores Denis e Vuillard, onde recebia o seu amigo Toulouse Lautrec.
A primeira apresentação da sua obra ocorreu em 1893,
no Salão dos Independentes, e a segunda, meses depois
na galeria Durand Ruel. A essa altura também trabalhava como ilustrador para a revista La Revue Blanche,
e o galerista Vuillard organizou uma exposição com suas
melhores litografias, muitas das quais mostravam influência
do simbolista Odilon Redon.
Em 1925 casou-se com Marie Boursin, conhecida por Marthe, que viria a servir de modelo em algumas das suas obras.
A sua pintura de interiores, de cores claras e luminosas,
reflete a capacidade de captar os pequenos detalhes sob um efeito emocional. Os objetos parecem se formar pela
solidificação do ar. Os nus de Bonnard nada mais são
do que experimentações, nas quais o pintor tenta pesquisar
as variações de cores sob a luz.
dados extraídos da Wikipédia
sábado, 23 de julho de 2016
sexta-feira, 22 de julho de 2016
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