O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
ESOPO
Foi um escritor e contador histórias da Grecia Antiga.
A ele se atribui a paternidade das fábulas como gênero
literário. Varias de suas obras se disseminaram
em muitas línguas pela tradição oral.
Esopo teria nascido no final do século VI antes de Cristo.
O local do seu nascimento é incerto, e morreu em Delfos,
tendo sido executado injustamente. Segundo descreve
o historiador Heródoto, Esopo foi escravo de Jadman,
um cidadão de Samos, juntamente com uma outra escrava
chamada Ródope.
As fábulas foram reunidas pela primeira vez por Demétrio
de Faleros, e Platão cita o nome de Esopo no diálogo
de Fédon, o que faz concluir que as suas fábulas foram
muito conhecidas nesse momento.
Entretanto, foi-lhe atribuído um conjunto de histórias
de caráter moral e alegórico que sugerem normas de conduta, e cujos papeis foram desenvolvidos por animais,
mas também por homens e deuses.
Esopo partia da cultura popular para compor seus escritos.
Os seus animais falam, cometem erros, são sábios ou tolos,
maus ou bons, exatamente como os homens. A intenção
era mostrar como os seres humanos podem agir para o bem
ou para o mal.
dados extraídos da Wikipédia
Foi um escritor e contador histórias da Grecia Antiga.
A ele se atribui a paternidade das fábulas como gênero
literário. Varias de suas obras se disseminaram
em muitas línguas pela tradição oral.
Esopo teria nascido no final do século VI antes de Cristo.
O local do seu nascimento é incerto, e morreu em Delfos,
tendo sido executado injustamente. Segundo descreve
o historiador Heródoto, Esopo foi escravo de Jadman,
um cidadão de Samos, juntamente com uma outra escrava
chamada Ródope.
As fábulas foram reunidas pela primeira vez por Demétrio
de Faleros, e Platão cita o nome de Esopo no diálogo
de Fédon, o que faz concluir que as suas fábulas foram
muito conhecidas nesse momento.
Entretanto, foi-lhe atribuído um conjunto de histórias
de caráter moral e alegórico que sugerem normas de conduta, e cujos papeis foram desenvolvidos por animais,
mas também por homens e deuses.
Esopo partia da cultura popular para compor seus escritos.
Os seus animais falam, cometem erros, são sábios ou tolos,
maus ou bons, exatamente como os homens. A intenção
era mostrar como os seres humanos podem agir para o bem
ou para o mal.
dados extraídos da Wikipédia
FÁBULA
As fábulas (do latim: histórias ou narrativas)
São composições literárias curtas, escritas em prosa
ou verso em que os personagens são animais que representam características antropomórficas,
muito presentes na literatura infantil. As fábulas possuem
caráter educativo e fazem uma analogia entre o cotidiano
humano e as histórias vivenciadas pelos personagens.
Essa analogia é chamada de "moral", e geralmente é
apresentada no fim da história.
As fábulas tiveram origem no Oriente, e pertenceram
aos assírios e babilônicos. Mas foi Esopo, escravo
da Grecia Antiga que viveu no século 6º a.C. que
as desenvolveu. O francês Jean La Fontaine foi um grande
divulgador das fábulas de Esopo, que ele reescrevia para fins educativos.
As fábulas de Esopo sugiram numa época onde a liberdade
de expressão era limitada, usar as histórias para criticar
as formas de governo sem represálias era comum,
as fábulas serviam como código para que os mais fracos
pudessem se contrapor aos mais fortes de forma subjetiva.
As histórias de Esopo são cheias de mensagens onde
os mais fortes podem ser enganados e os mais fracos
podem, com alguma astucia, prevalecer.
dados extraídos da Wikipédia
As fábulas (do latim: histórias ou narrativas)
São composições literárias curtas, escritas em prosa
ou verso em que os personagens são animais que representam características antropomórficas,
muito presentes na literatura infantil. As fábulas possuem
caráter educativo e fazem uma analogia entre o cotidiano
humano e as histórias vivenciadas pelos personagens.
Essa analogia é chamada de "moral", e geralmente é
apresentada no fim da história.
As fábulas tiveram origem no Oriente, e pertenceram
aos assírios e babilônicos. Mas foi Esopo, escravo
da Grecia Antiga que viveu no século 6º a.C. que
as desenvolveu. O francês Jean La Fontaine foi um grande
divulgador das fábulas de Esopo, que ele reescrevia para fins educativos.
As fábulas de Esopo sugiram numa época onde a liberdade
de expressão era limitada, usar as histórias para criticar
as formas de governo sem represálias era comum,
as fábulas serviam como código para que os mais fracos
pudessem se contrapor aos mais fortes de forma subjetiva.
As histórias de Esopo são cheias de mensagens onde
os mais fortes podem ser enganados e os mais fracos
podem, com alguma astucia, prevalecer.
dados extraídos da Wikipédia
A RAPOSA E O CORVO
Um dia um corvo estava pousado no galho de uma árvore
com um pedaço de queijo no bico quando passou
uma raposa. Vendo o corvo com o queijo, a raposa logo
começou a matutar um jeito de se apoderar do queijo.
Com essa idéia na cabeça, foi para debaixo da árvore,
olhou para cima e disse: - Que pássaro magnífico avisto nessa árvore! Que beleza estonteante! Que cores maravilhosas! Será que ele tem uma voz suave
para combinar com tanta beleza? Se tiver, não há dúvida que deve ser proclamado rei dos pássaros.
Ouvindo aquilo o corvo ficou que era pura vaidade. Para
mostrar à raposa que sabia cantar, abriu o bico e soltou
um sonoro croar. O queijo veio abaixo, claro, e a raposa
abocanhou ligeiro aquela delicia, dizendo: - Olhe, meu senhor,estou vendo que voz o senhor têm. O que não têm,
é inteligência!
moral: cuidado com quem muito elogia.
Esopo
Um dia um corvo estava pousado no galho de uma árvore
com um pedaço de queijo no bico quando passou
uma raposa. Vendo o corvo com o queijo, a raposa logo
começou a matutar um jeito de se apoderar do queijo.
Com essa idéia na cabeça, foi para debaixo da árvore,
olhou para cima e disse: - Que pássaro magnífico avisto nessa árvore! Que beleza estonteante! Que cores maravilhosas! Será que ele tem uma voz suave
para combinar com tanta beleza? Se tiver, não há dúvida que deve ser proclamado rei dos pássaros.
Ouvindo aquilo o corvo ficou que era pura vaidade. Para
mostrar à raposa que sabia cantar, abriu o bico e soltou
um sonoro croar. O queijo veio abaixo, claro, e a raposa
abocanhou ligeiro aquela delicia, dizendo: - Olhe, meu senhor,estou vendo que voz o senhor têm. O que não têm,
é inteligência!
moral: cuidado com quem muito elogia.
Esopo
quinta-feira, 21 de maio de 2015
O GATO E O GALO
Um dia um gato caçou um galo e resolveu
transforma-lo em almoço. Só que antes
queria achar uma boa desculpa para matar o outro.
Primeiro explicou ao galo que ele era um verdadeiro
transtorno para os homens com aquela história
de cantar no meio da noite e não deixar as pessoas
dormirem. - Nada disso - disse o galo - eu canto
para ajudar os homens!
E disse que na verdade fazia um favor aos homens
porque servia de despertador e avisava a hora
de começar o trabalho do dia.
- Que enorme besteira! - disse o gato - você acha
que vou dessistir do meu almoço só por causa
de uma conversa dessas?
E devorou o galo.
moral: quem é mau caráter sempre acha uma desculpa
para tornar legítimas as suas más ações.
Esopo
Um dia um gato caçou um galo e resolveu
transforma-lo em almoço. Só que antes
queria achar uma boa desculpa para matar o outro.
Primeiro explicou ao galo que ele era um verdadeiro
transtorno para os homens com aquela história
de cantar no meio da noite e não deixar as pessoas
dormirem. - Nada disso - disse o galo - eu canto
para ajudar os homens!
E disse que na verdade fazia um favor aos homens
porque servia de despertador e avisava a hora
de começar o trabalho do dia.
- Que enorme besteira! - disse o gato - você acha
que vou dessistir do meu almoço só por causa
de uma conversa dessas?
E devorou o galo.
moral: quem é mau caráter sempre acha uma desculpa
para tornar legítimas as suas más ações.
Esopo
terça-feira, 19 de maio de 2015
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