O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
FOTOGRAFIA DOCUMENTAL NA IMPRENSA - Revista O CORREIO da Unesco - "O Desemprego" - Mulheres turcas na oficina de contratação de trabalhadores extranjeiros para a República Federal da Alemanha que funcionava em Istambul, antes de que, em 1973, proibissem as contratações - foto: J. Mohr - OMS - Genebra
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
THOMAS HART BENTON
Missouri 1889 - Martha's Vineyard, Estados Unidos 1975
Pintor, muralista e litógrafo, Benton esteve à frente
do Movimento Figurativo Regionalista Americano.
Sua pintura de realismo social, está relacionada com
o Expressionismo e o Fauvismo na utilização da cor.
Pintou diversas cenas da cidade de New York, onde viveu
por mais de duas décadas, dos vinhedos de Martha's, região onde passava as férias durante a sua vida adulta, e da América do Sul.
Benton nasceu em Neosho, Missouri, em uma influente
familia de políticos. Quando adolescente, trabalhou como cartunista no jornal Joplin Americana, em Missouri.
Em 1909, mudou-se para Paris para estudar na Academia
Julian, onde conheceu Diego Rivera.
Em 1912, depois dos estudos na Europa, retornou a New York. Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu a Marinha,
fazendo desenhos e ilustrações documentais sobre a camuflagem dos navios.
Em 1922, aos 33 anos, casou-se com Rita Piacenza,
uma imigrante italiana, com quem tiveram dois filhos. Eles
foram casados por 53 anos, até a morte de Thomas.
Rita morreu 11 meses depois de seu marido.
No seu retorno a New York em 1920, Benton, ativista de esquerda, se declarou inimigo do Modernismo, e começou
um trabalho de representações naturalistas, conhecido como
Regionalismo, culminando com seus murais "América Hoje"
(1930-31). Em 1932-33, pintou os murais para a Universidade de Indiana, e foi atacado pelos críticos por
retratar acontecimentos da história do estado que o governo
não queria ver divulgados, em que membros da agrupação racista Ku Klux Klan, eram mostrados com roupas de gala.
A KKK atingiu seu pico em 1925. Em Indiana, 30 % dos
homens adultos, foram chamados para serem membros do Klan, e em 1924, seus integrantes foram eleitos para
governador e outros cargos políticos importantes.
Em 1932, Benton pintou "Artes da Vida na América", um conjunto de murais para o Museu Whitney de Arte.
Em 1935 foi contratado para criar um mural para o Capitolio do Estado de Missouri, em Jefferson City. Como em seus
trabalhos anteriores, surgiram controvérsias sobre a sua
interpretação da história do estado, incluindo os temas da escravatura, e a reivindicação do fora da ley Jesse James.
Instalou-se em Missouri, e aceitou um emprego de professor no Kansas City Institute. Por causa da sua formação política de esquerda, a sua simpatia estava com a classe trabalhadora e o pequeno agricultor, incapaz de ganhar vantagem material apesar da Revolução Industrial.
Em 1937, começou a produzir edições limitadas de litografias, que foram vendidas por US $ 5.00 cada, através
da Associated American Artists.
De 1935 a 1941, lecionou no Kansas City Institute, sendo seu aluno mais famoso Jackson Pollock, que mais tarde fundou o Expressionismo Abstrato, reconhecendo o valor dos sinamentos de Benton sobre a arte tradicional americana.
No Kansas City Institute ensinou por um breve período, ao ator Dennis Hopper, que alem de ator era artista plástico. Também foi músico de gaita folk, chegando a gravar um album para a Decca Record em 1942.
Morreu no seu estúdio em 1975.
dados extraídos da Wikipédia
Missouri 1889 - Martha's Vineyard, Estados Unidos 1975
Pintor, muralista e litógrafo, Benton esteve à frente
do Movimento Figurativo Regionalista Americano.
Sua pintura de realismo social, está relacionada com
o Expressionismo e o Fauvismo na utilização da cor.
Pintou diversas cenas da cidade de New York, onde viveu
por mais de duas décadas, dos vinhedos de Martha's, região onde passava as férias durante a sua vida adulta, e da América do Sul.
Benton nasceu em Neosho, Missouri, em uma influente
familia de políticos. Quando adolescente, trabalhou como cartunista no jornal Joplin Americana, em Missouri.
Em 1909, mudou-se para Paris para estudar na Academia
Julian, onde conheceu Diego Rivera.
Em 1912, depois dos estudos na Europa, retornou a New York. Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu a Marinha,
fazendo desenhos e ilustrações documentais sobre a camuflagem dos navios.
Em 1922, aos 33 anos, casou-se com Rita Piacenza,
uma imigrante italiana, com quem tiveram dois filhos. Eles
foram casados por 53 anos, até a morte de Thomas.
Rita morreu 11 meses depois de seu marido.
No seu retorno a New York em 1920, Benton, ativista de esquerda, se declarou inimigo do Modernismo, e começou
um trabalho de representações naturalistas, conhecido como
Regionalismo, culminando com seus murais "América Hoje"
(1930-31). Em 1932-33, pintou os murais para a Universidade de Indiana, e foi atacado pelos críticos por
retratar acontecimentos da história do estado que o governo
não queria ver divulgados, em que membros da agrupação racista Ku Klux Klan, eram mostrados com roupas de gala.
A KKK atingiu seu pico em 1925. Em Indiana, 30 % dos
homens adultos, foram chamados para serem membros do Klan, e em 1924, seus integrantes foram eleitos para
governador e outros cargos políticos importantes.
Em 1932, Benton pintou "Artes da Vida na América", um conjunto de murais para o Museu Whitney de Arte.
Em 1935 foi contratado para criar um mural para o Capitolio do Estado de Missouri, em Jefferson City. Como em seus
trabalhos anteriores, surgiram controvérsias sobre a sua
interpretação da história do estado, incluindo os temas da escravatura, e a reivindicação do fora da ley Jesse James.
Instalou-se em Missouri, e aceitou um emprego de professor no Kansas City Institute. Por causa da sua formação política de esquerda, a sua simpatia estava com a classe trabalhadora e o pequeno agricultor, incapaz de ganhar vantagem material apesar da Revolução Industrial.
Em 1937, começou a produzir edições limitadas de litografias, que foram vendidas por US $ 5.00 cada, através
da Associated American Artists.
De 1935 a 1941, lecionou no Kansas City Institute, sendo seu aluno mais famoso Jackson Pollock, que mais tarde fundou o Expressionismo Abstrato, reconhecendo o valor dos sinamentos de Benton sobre a arte tradicional americana.
No Kansas City Institute ensinou por um breve período, ao ator Dennis Hopper, que alem de ator era artista plástico. Também foi músico de gaita folk, chegando a gravar um album para a Decca Record em 1942.
Morreu no seu estúdio em 1975.
dados extraídos da Wikipédia
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