quarta-feira, 19 de novembro de 2014

DI CAVALCANTI - Cinco moças de Guaratinguetá - óleo


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
OS PERÍODOS DA HISTÓRIA DA ARTE
MATERIAL PARA PESQUISA

FRANCIS BACON - óleo


Para os estudantes ou pesquisadores que quiserem
completar seus conhecimentos sobre os diversos
períodos da História da Arte, pesquisar na Wikipédia:

RUPESTRE


ANTIGUIDADE


CLÁSSICO (GRÉCIA)

BIZANTINO

GÓTICO

RENASCIMENTO

MANEIRISMO

BARROCO

ROCOCÓ

NEOCLASSICISMO

ROMANTISMO

REALISMO

IMPRESSIONISMO

ART NOUVEAU

PONTILHISMO

PÓS-IMPRESSIONISMO

FAUVISMO

EXPRESSIONISMO

CUBISMO

FUTURISMO

VANGUARDA RUSA

BAUHAUS

SURREALISMO

POP-ART

HIPERREALISMO

terça-feira, 18 de novembro de 2014

CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
O AUTO-RETRATO
A INDAGAÇÃO DE SI MESMO

M.C. ESCHER - Auto-retrato - litografia


O auto-retrato é um discurso feito na primeira pessoa,
ou seja, é uma "biografia visual", um olhar reflexivo
sobre si mesmo. Embora os auto-retratos tenham sido
feitos desde os tempos antigos, só a partir do Renascimento,
em meados do século XV, é que os artistas começaram
a "descrever-se" mais frequentemente, como tema principal ou personagem importante nos seus trabalhos, tentando
a "exploração" de si próprios. Os primeiros auto-retratos
conhecidos provem do período de Armana (1365 a C.)
no Egito Antigo. Houve épocas, em algumas civilizações,
onde o rosto humano era representado de forma tão
fascinante e poderosa, que era proibido pelas religiões
desses povos pintá-lo, desenhá-lo, ou reproduzi-lo sob a
forma de escultura. O retrato e o auto-retrato, nasceram,
em todas as civilizações, como uma crença na vida eterna,
querendo perpetuar neles a memória dos antepassados.
Na pré-história, alguns traços resumiam as feições de um rosto. Hoje, com todas as transformações sofridas pelo ser humano, ele tem uma forma completamente diferente da
que tinha naquela época, e seu desenho ou pintura obedecem as normas e padrões de cada época, à sua
geografia e civilização. O conceito de beleza não é universal
Cada povo tem o seu próprio, diferindo somente na raça.
O rosto humano é um mistério, ainda que se trate de um
auto-retrato.

dados extraídos da Wikipédia 

MARC CHAGALL - Auto-retrato - bico de pena - 1910


RALPH STEADMAN - Auto-retrato - nanquim


SALVADOR DALÍ - Auto-retrato quando jovem - óleo 1920-21


LUCIAN FREUD - Auto-retrato - óleo


GUILLERMO ROUX - Auto-retrato - aquarela


REMBRANDT VAN RIJN - Auto-retrato - óleo


BALTHUS - Auto-retrato - óleo 1949


EDWARD HOPPER - Auto-retrato - carvão 1945


FLAVIO SHIRÓ - Auto-retrato - fotografia e desenho


MARIO GRUBER - Auto-retrato - água-forte


SAUL STEINBERG - Auto-retrato - desenho


FRIDA KAHLO - Auto-retrato com macacos - óleo


CHUCK CLOSE - Auto-retrato - crayón


JOAN MIRÓ - Auto-retrato - óleo 1919


FLAVIO DE CARVALHO - Auto-retrato - óleo 1965


JOHANN MORITZ RUGENDAS - Auto-retrato - lãpiz


LASAR SEGALL - Auto-retrato - óleo 1927


EMILIANO DI CAVALCANTI - Auto-retrato - óleo 1943


PAUL CÉZANNE - Auto-retrato - óleo


PABLO PICASSO - Auto-retrato - óleo

pa

PAUL GAUGUIN - Auto-retrato do Cristo amarelo - óleo 1889


FRANCISCO DE GOYA - Auto-retrato - óleo 1815


VINCENT VAN GOGH - Auto-retrato - óleo 1889


EGON SCHIELE - Auto-retrato - tinta


KATHE KOLLWITZ - Auto-retrato - litografia


FRANCISCO TOLEDO - Auto-retrato


OTTO DIX - Auto-retrato no cavalete - óleo sobre madeira 1926


JAMES ENSOR - Auto-retrato com máscaras - óleo 1899


MANUEL ALVAREZ BRAVO - Auto-retrato


ANDREA MANTEGNA - Auto-retrato - afresco


VICTOR DELHEZ - auto-retrato - água-forte


CARLOS ALONSO = Auto-retrato - acrílico 1980


ANTONIO BERNI - Auto-retrato - óleo 1929


LEONARDO DA VINCI - Auto-retrato - crayón



EUGENIO DANERI - Auto-retrato - óleo


MIGUEL DIOMEDE - Auto-retrato - óleo


MIGUEL CARLOS VICTORICA - Auro-retrato - pastel


KARL HUBBUCH - Auto-retrato irado - água-forte 1922


CHRISTOPH VOLL - Auto-retrato - ponta seca 1921


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

OSKAR KOKOSCHKA - crayón


BEKNHARD KRETZSCHMAR - Auto-retrato - água-forte 1924


AUGUST WILHELM DREBLEX - Auto-retrato - óleo 1931


ALBERT BIRKLE - Auto-retrato - óleo 1922


MAX PECHTEIN - Auto-retrato com cachimbo - xilogravura 1921


OTTO DIX - Retrato de Otto Klemperer - litografia 1923


CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
EDVARD MUNCH
EXPRESSIONISMO
A TRAGÉDIA

EDVARD MUNCH
Loten, Noruega 1863 - Ekely, Noruega 1944
Pintor e gravador.
Foi um dos precursores do Expressionismo Alemão.
Estudou na Escola de Artes e Oficios de Oslo. 
Foi influenciado por Courbet e Manet, e pelo pensamento
de Herik Ibsen e Bjornson. 
A arte, para Munch, como para a maioria dos expressionistas, era considerada como uma arma destinada
a lutar contra a sociedade. Os temas sociais estão presentes em O dia seguinte e O dia Depois de Amanhã, de 1886.
Com A Menina Doente (1885) inicia uma temática que
surgiria como uma linha de força em todo seu caminho artístico. Fez inúmeras variações sobre este trabalho,
assim como de outras obras, e os seus sentimentos sobre
a doença e a morte, que tinham marcado a sua infância
(sua mãe morreu quando ele tinha 5 anos, a irmã mais
velha faleceu aos 15 anos, a irmã mais nova sofria 
de doença mental, e uma outra irmã morreu meses depois de se casar), ficaram registrados nos seus quadros, em imagens que deixam transparecer a fragilidade e transitoriedade da vida.
Em Paris, descobre a obra de Vincent Van Gogh e Paul
Gauguin, e o seu estilo passa por grandes mudanças.
Em 1892, um convite para expor em Berlim torna-se
momento crucial em sua carreira, e na história da arte
alemã. Inicia um projeto que intitula O Friso da Vida (1950)
onde o tema central é representado simbolicamente, numa dança dos amantes entre a vida e a morte.
Aos 30 anos, pintou O Grito considerada a sua obra maxima, e uma das mais importantes do Expressionismo. O quadro retrata  a angustia e o desespero, e é uma das peças do Friso da Vida. Rostos sem feições e figuras distorcidas e fantasmais fazem parte de seus quadros de humor negro.
Em 1896, em Paris, interessa-se pela gravura fazendo inovações nessa técnica. Em 1914 inicia a execução
da decoração da Universidade de Oslo, com motivos da tradição popular.
Toda a sua obra está impregnada pelas obsessóes
com a morte, a solidão, a melancolia, e o terror das forças
da natureza.
Edvard Munch morreu em Oslo, em 1944.

dados extraídos da Wikipédia