O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Chama-se genericamente Modernismo ou Movimento Modernista, ao conjunto de movimentos culturais que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX. Apesar de ser possível encontrar pontos de convergência entre os varios movimentos, eles em geral
se diferenciavam e até mesmo antagonizavam.
O Movimento Modernista baseou-se na idéia de que as formas tradicionais das artes, da literatura e da organização
social tornaram-se ultrapassadas, e que se fazia fundamental deixa-las de lado e criar no lugar uma nova cultura. Esta constatação apoiou a idéia de reexaminar cada aspecto da existência, do comércio e a filosofia, com o objetivo de achar o que seriam as "marcas antigas"
e substitui-las por novas formas, possivelmente melhores,
de se chegar ao progresso.
Em essência, o Movimento Modernista argumentava que as novas realidades do século XX eram permanentes e eminentes, e que as pessoas deveriam adaptar as suas visões de mundo para aceitar o que era novo.
A palavra moderno também é utilizada em contraponto ao que é ultrapassado. Neste sentido, ela é sinônimo de
contemporâneo, embora, do ponto de vista histórico-cultural,
"moderno" e "contemporâneo" abranjam contextos bastante diversos.
No Brasil, os principais artificios do Movimento Modernista
não se opunham a toda realização artística anterior a deles.
A grande batalha se colocava contra o "passadismo", ou seja, tudo aquilo que impedisse a criação livre. Pode-se assim dizer que a proposta modernista era de uma ruptura
estética quase completa com o engrossamento da arte
encontrado nas escolas anteriores e de uma ampliação dos horizontes dessa arte antes delimitada pelos padrões académicos. Em paralelo a ruptura, não se pode negar o desejo dos escritores em conhecer e explorar o passado como fonte de criação não como norma para se criar.
Como manifestação desse desejo de ruptura, que ao mesmo
tempo respeitava obras da tradição literária, temos o Manifesto da Poesia Pau Brasil de Oswald de Andrade, Macunaima de Mario de Andrade, o retrato brasileiro através das influências cubistas de Tarsila do Amaral,
e o livro Casa Grande e Senzala de Gilberto Freire.
Revistas da época se dedicaram ao tema, como Estética,
Klaxon e Antropofagia, que foram meios de comunicação entre o movimento, os artistas e a sociedade.
dados extraídos da Wikipédia
se diferenciavam e até mesmo antagonizavam.
O Movimento Modernista baseou-se na idéia de que as formas tradicionais das artes, da literatura e da organização
social tornaram-se ultrapassadas, e que se fazia fundamental deixa-las de lado e criar no lugar uma nova cultura. Esta constatação apoiou a idéia de reexaminar cada aspecto da existência, do comércio e a filosofia, com o objetivo de achar o que seriam as "marcas antigas"
e substitui-las por novas formas, possivelmente melhores,
de se chegar ao progresso.
Em essência, o Movimento Modernista argumentava que as novas realidades do século XX eram permanentes e eminentes, e que as pessoas deveriam adaptar as suas visões de mundo para aceitar o que era novo.
A palavra moderno também é utilizada em contraponto ao que é ultrapassado. Neste sentido, ela é sinônimo de
contemporâneo, embora, do ponto de vista histórico-cultural,
"moderno" e "contemporâneo" abranjam contextos bastante diversos.
No Brasil, os principais artificios do Movimento Modernista
não se opunham a toda realização artística anterior a deles.
A grande batalha se colocava contra o "passadismo", ou seja, tudo aquilo que impedisse a criação livre. Pode-se assim dizer que a proposta modernista era de uma ruptura
estética quase completa com o engrossamento da arte
encontrado nas escolas anteriores e de uma ampliação dos horizontes dessa arte antes delimitada pelos padrões académicos. Em paralelo a ruptura, não se pode negar o desejo dos escritores em conhecer e explorar o passado como fonte de criação não como norma para se criar.
Como manifestação desse desejo de ruptura, que ao mesmo
tempo respeitava obras da tradição literária, temos o Manifesto da Poesia Pau Brasil de Oswald de Andrade, Macunaima de Mario de Andrade, o retrato brasileiro através das influências cubistas de Tarsila do Amaral,
e o livro Casa Grande e Senzala de Gilberto Freire.
Revistas da época se dedicaram ao tema, como Estética,
Klaxon e Antropofagia, que foram meios de comunicação entre o movimento, os artistas e a sociedade.
dados extraídos da Wikipédia
terça-feira, 28 de outubro de 2014
VICTOR BRECHERET
Brecheret nasceu em Viterbo, Itália em 1894,
e foi criado em São Paulo.
Estudou desenho no Liseu de Artes e Ofícios de São Paulo,
interesando-se logo depois pela escultura de Rodin através
de reproduções.
Em 1913 transferiu sua residência para Roma,
permanecendo por seis anos.
Toma contato com a obra de Antoine Bourdelle.
Volta a São Paulo, e pouco depois fixa-se em Paris
onde participa do grupo dos fundadores do Salón de las Tullerias.
Embora residindo em Paris, tomou parte da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo, junto de Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Di Cavalcanti e Menotti del
Pichia. Brecheret foi o responsável por uma direção inovadora na escultura brasileira, caracterizada pelo anti-
academismo. Sua obra enveredou, a partir de 1921, por um
caminho mais moderno, dialogando com informações do cubismo e das vanguardas européias, sendo inquestionável
a sua qualidade estética e formal. Seu Monumento as Bandeiras (1920-1954), elevou a estatuária brasileira
ao nível internacional.
Brecheret morreu em São Paulo em 1955.
dados extra´[idos da Wikipédia
Brecheret nasceu em Viterbo, Itália em 1894,
e foi criado em São Paulo.
Estudou desenho no Liseu de Artes e Ofícios de São Paulo,
interesando-se logo depois pela escultura de Rodin através
de reproduções.
Em 1913 transferiu sua residência para Roma,
permanecendo por seis anos.
Toma contato com a obra de Antoine Bourdelle.
Volta a São Paulo, e pouco depois fixa-se em Paris
onde participa do grupo dos fundadores do Salón de las Tullerias.
Embora residindo em Paris, tomou parte da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo, junto de Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Di Cavalcanti e Menotti del
Pichia. Brecheret foi o responsável por uma direção inovadora na escultura brasileira, caracterizada pelo anti-
academismo. Sua obra enveredou, a partir de 1921, por um
caminho mais moderno, dialogando com informações do cubismo e das vanguardas européias, sendo inquestionável
a sua qualidade estética e formal. Seu Monumento as Bandeiras (1920-1954), elevou a estatuária brasileira
ao nível internacional.
Brecheret morreu em São Paulo em 1955.
dados extra´[idos da Wikipédia
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