O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
terça-feira, 15 de julho de 2014
OS CONTOS DE FADAS
Os contos de fadas ou contos maravilhosos,
são uma variação do conto popular ou fábula.
Partilham com estes o fato de serem
uma narrativa curta cuja história se reproduz
a partir de um motivo principal e transmite
conhecimento e valores culturais de geração
para geração, transmitidas oralmente, e onde
o herói ou heroína tem que enfrentar grandes
obstáculos antes de triunfar contra o mal.
Nos contos, para salientar que os temas
não se referem apenas ao presente tempo
e espaço, o leitor encontra personagens e situações
que fazem parte do seu cotidiano ou do seu
universo individual, com conflitos, medos e sonhos.
A rivalidade de gerações, a convivência de crianças
com adultos, as etapas da vida (nascimento, amadurecimento, velhice e morte). Bem como sentimentos
que fazem parte de cada um (amor, ódio, inveja, amizade)
são apresentados para oferecer uma explicação
do mundo que nos rodeia e nos permite criar formas
de lidar com isso.
Entre os grandes autores, além dos irmãos Grimm,
encontram-se o francés Charles Perrault, que deu vida
a "Chapeuzinho Vermelho", "Bela Adormecida",
"O Pequeno Polegar" e "O Gato de Botas", Charles Dickens
con o "Conto de Natal" e "Oliver Twist".
Caracteristicamente os contos envolvem algum tipo
de magia, metamorfose ou encantamento.
A palavra portuguesa fada vem do latim fatum (destino,
fatalidade, fado). Fadas são entidades fantásticas do folklore
europeu ocidental. As primeiras referências às fadas surgem
na literatura cortesã da Idade Media e nas novelas
de cavalaria tomando por base textos-fontes de origem
cêltico-bretã.
dados extraídos da Wikipédia
Os contos de fadas ou contos maravilhosos,
são uma variação do conto popular ou fábula.
Partilham com estes o fato de serem
uma narrativa curta cuja história se reproduz
a partir de um motivo principal e transmite
conhecimento e valores culturais de geração
para geração, transmitidas oralmente, e onde
o herói ou heroína tem que enfrentar grandes
obstáculos antes de triunfar contra o mal.
Nos contos, para salientar que os temas
não se referem apenas ao presente tempo
e espaço, o leitor encontra personagens e situações
que fazem parte do seu cotidiano ou do seu
universo individual, com conflitos, medos e sonhos.
A rivalidade de gerações, a convivência de crianças
com adultos, as etapas da vida (nascimento, amadurecimento, velhice e morte). Bem como sentimentos
que fazem parte de cada um (amor, ódio, inveja, amizade)
são apresentados para oferecer uma explicação
do mundo que nos rodeia e nos permite criar formas
de lidar com isso.
Entre os grandes autores, além dos irmãos Grimm,
encontram-se o francés Charles Perrault, que deu vida
a "Chapeuzinho Vermelho", "Bela Adormecida",
"O Pequeno Polegar" e "O Gato de Botas", Charles Dickens
con o "Conto de Natal" e "Oliver Twist".
Caracteristicamente os contos envolvem algum tipo
de magia, metamorfose ou encantamento.
A palavra portuguesa fada vem do latim fatum (destino,
fatalidade, fado). Fadas são entidades fantásticas do folklore
europeu ocidental. As primeiras referências às fadas surgem
na literatura cortesã da Idade Media e nas novelas
de cavalaria tomando por base textos-fontes de origem
cêltico-bretã.
dados extraídos da Wikipédia
segunda-feira, 14 de julho de 2014
TAIZI HARADA
Suw, Negano, Japão, 1940
Em 1997, o pintor japonés Taizi Harada
se inspirou nas canções de ninar que
ouvia na sua infância para dar inicio
a uma série de pinturas. Ele conseguiu
"pintar" cerca de 100 canções. Declarou:
"Queria manter viva a memória daquelas
canções e mostrar que aquele Japão
bucólico, distante do país tecnológico
e industrial que a maioria conhece, ainda
continua preservado".
Suw, Negano, Japão, 1940
Em 1997, o pintor japonés Taizi Harada
se inspirou nas canções de ninar que
ouvia na sua infância para dar inicio
a uma série de pinturas. Ele conseguiu
"pintar" cerca de 100 canções. Declarou:
"Queria manter viva a memória daquelas
canções e mostrar que aquele Japão
bucólico, distante do país tecnológico
e industrial que a maioria conhece, ainda
continua preservado".
GONZALO CÁRCAMO
Pintor, ilustrador e caricaturista
Nasceu em Los Angeles, Chile, em 1954, e mora no Brasil desde 1976.
Cárcamo posui uma longa experiência na técnica
de aquarela. Durante muito tempo trabalhou como cenarista
de desenhos animados, chegando a participar de curtas
para os estudios Walt Disney. O trabalho de ilustração infantil de Cárcamo, mesmo as ilustrações para livro, posuem o "ritmo" de leitura dos desenhos animados.
Em 1986, publica suas primeiras caricaturas no "Pasquim",
e mais tarde nas revistas de São Paulo e o Rio.
As caricaturas coloridas de Cárcamo, trabalhadas
com a técnica da pintura, se prestam para serem utilizadas
como ilustração por este tipo de revistas, geralmente semanários, que posuem recursos gráficos superiores
aos recursos do jornal.
Em 2000 lançou seu primeiro livro como autor, intitulado
"Modelo vivo, natureza morta", pela editora Paulus, uma
história contada apenas por imagens.
Mora e trabalha em São Paulo
Pintor, ilustrador e caricaturista
Nasceu em Los Angeles, Chile, em 1954, e mora no Brasil desde 1976.
Cárcamo posui uma longa experiência na técnica
de aquarela. Durante muito tempo trabalhou como cenarista
de desenhos animados, chegando a participar de curtas
para os estudios Walt Disney. O trabalho de ilustração infantil de Cárcamo, mesmo as ilustrações para livro, posuem o "ritmo" de leitura dos desenhos animados.
Em 1986, publica suas primeiras caricaturas no "Pasquim",
e mais tarde nas revistas de São Paulo e o Rio.
As caricaturas coloridas de Cárcamo, trabalhadas
com a técnica da pintura, se prestam para serem utilizadas
como ilustração por este tipo de revistas, geralmente semanários, que posuem recursos gráficos superiores
aos recursos do jornal.
Em 2000 lançou seu primeiro livro como autor, intitulado
"Modelo vivo, natureza morta", pela editora Paulus, uma
história contada apenas por imagens.
Mora e trabalha em São Paulo
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