O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
terça-feira, 17 de junho de 2014
domingo, 15 de junho de 2014
FOTOJORNALISMO
O fotojornalismo é um ramo da fotografia
onde a informação é clara e objetiva,
através da imagem fotográfica.
Também pode ser considerado uma especialização
do jornalismo. É onde a fotografia pode exibir
toda a sua capacidade de transmitir informações.
A fotografia em preto e branco publicada em jornais,
existe a mais de 100 anos, e é uma das características
do fotojornalismo. Embora a fotografia colorida tenha
ganhado espaço no inicio dos anos 70 com as revistas
semanais.
Os dagerreótipos obtidos pelos irmãos Natterer em 1841,
retratando a procissão do sentéssimo aniversário
de Joseph II de Viena, foram o primeiro registro fiel
de um evento, a ser divulgado.O curto tempo de exposição,
apenas um segundo, permitu pela primeira vez,
o congelamento do movimento.
O final do século XX vê o aparecimento de películas
cada vez mais sensíveis, isso permitiu o registro da ação
durante seu desenrolar, e acabou se tornando
a característica definidora do fotojornalismo.
Com o passar do tempo os jornalistas-repórteres-fotográficos desenvolvem o que podemos chamar de "visão
periférica", uma gradação da visão. Os graus de visão
do repórter aumentam por ter que cuidar à distância
e próximo, exemplo claro disso é o futebol, onde ambos
extremos são utilizados.
A idéia do fotojornalismo independente surgiú na França
após a Segunda Guerra Mundial. Formou-se uma agência
de fotógrafos com um mesmo objetivo: ter liberdade de pauta, discutir os trabalhos realizados, se aprofundar nas
reportagens, e sobretudo lutar pelos direitos autorais
e a pose dos negativos originais.
A Agência Cooperativa "Magnum", fundada em 1947
em Paris, por quatro fotógrafos: Henri Cartier-Bresson,
Robert Capa, Savid Seymour e George Rodger,
foi a pioneira. O Movimento de Reconstrução da Europa
e o progresso tecnológico exigido pela destruição da guerra
proporcionaram a criação de uma forma nova de fazer
e comercializar fotografia, e curtir a sua função.
dados extraídos da Wikipédia
O fotojornalismo é um ramo da fotografia
onde a informação é clara e objetiva,
através da imagem fotográfica.
Também pode ser considerado uma especialização
do jornalismo. É onde a fotografia pode exibir
toda a sua capacidade de transmitir informações.
A fotografia em preto e branco publicada em jornais,
existe a mais de 100 anos, e é uma das características
do fotojornalismo. Embora a fotografia colorida tenha
ganhado espaço no inicio dos anos 70 com as revistas
semanais.
Os dagerreótipos obtidos pelos irmãos Natterer em 1841,
retratando a procissão do sentéssimo aniversário
de Joseph II de Viena, foram o primeiro registro fiel
de um evento, a ser divulgado.O curto tempo de exposição,
apenas um segundo, permitu pela primeira vez,
o congelamento do movimento.
O final do século XX vê o aparecimento de películas
cada vez mais sensíveis, isso permitiu o registro da ação
durante seu desenrolar, e acabou se tornando
a característica definidora do fotojornalismo.
Com o passar do tempo os jornalistas-repórteres-fotográficos desenvolvem o que podemos chamar de "visão
periférica", uma gradação da visão. Os graus de visão
do repórter aumentam por ter que cuidar à distância
e próximo, exemplo claro disso é o futebol, onde ambos
extremos são utilizados.
A idéia do fotojornalismo independente surgiú na França
após a Segunda Guerra Mundial. Formou-se uma agência
de fotógrafos com um mesmo objetivo: ter liberdade de pauta, discutir os trabalhos realizados, se aprofundar nas
reportagens, e sobretudo lutar pelos direitos autorais
e a pose dos negativos originais.
A Agência Cooperativa "Magnum", fundada em 1947
em Paris, por quatro fotógrafos: Henri Cartier-Bresson,
Robert Capa, Savid Seymour e George Rodger,
foi a pioneira. O Movimento de Reconstrução da Europa
e o progresso tecnológico exigido pela destruição da guerra
proporcionaram a criação de uma forma nova de fazer
e comercializar fotografia, e curtir a sua função.
dados extraídos da Wikipédia
JACOB RIIS
Dinamarca 1849 - Estados Unidos 1914
Riss foi um fotojornalista e reformador social dinamarqués,
que utilizou a fotografia como ferramenta política.
Emigrou para os Estados Unidos em 1870, e ficou famoso
pelas suas fotografias dos imigrantes pobres do Lower East
Side, que foram o principal tema da sua obra. Ele contribuiu
para a erradicação das casas insalubres nas favelas de Manhattan, onde mal vivia a população, optando pela
construção de casas financiadas com o acordo do plano
Boston. Ele denunciou a exploração do trabalho infantil nas fábricas, a falta de escolaridade dada as crianças, e a falta
de espaços verdes e parques infantis onde eles poderiam
crescer de forma saudável.
Riis chegou em New York em 1870, com 21 anos,
num momento de grande agitação social, dada a elevada
taxa da imigração da Europa, e os problemas associados
a industrialização.
A demografia das cidades norte-americanas cresceu
significativamente, com grupos heterogêneos de imigrantes
que chegavam em multidões estabelecendo enclaves
étnicos. Ao desembarcar na América, Riis era mais um
dos imigrantes pobres que chegavam com a esperanza
do sucesso, mais um sem teto, como os que aparecem
nas suas fotos.
Em 1874 ele foi contratado para o cargo de repórter policial
no New York Evening Sun, e em 1877 no New York Tribune.
Durante esse tempo como repórter policial, ele cruzou
o submundo registrando como as pessoas viviam.
Foi o primeiro jornalista americano a usar o flash
de magnésio, o que lhe permitiu captar fotografias
da vida noturna nos suburbios.
Em 1890, Riis publicou seu primeiro livro de fotos intitulado
"Como vive a outra metade", que se tornou um best seller,
sensibilizando as pessoas para o problema dos imigrantes
pobres e a população sem teto.
Hoje, o livro continua a ser uma obra de referência
da história social americana.
dados extraídos da Wikipédia
Dinamarca 1849 - Estados Unidos 1914
Riss foi um fotojornalista e reformador social dinamarqués,
que utilizou a fotografia como ferramenta política.
Emigrou para os Estados Unidos em 1870, e ficou famoso
pelas suas fotografias dos imigrantes pobres do Lower East
Side, que foram o principal tema da sua obra. Ele contribuiu
para a erradicação das casas insalubres nas favelas de Manhattan, onde mal vivia a população, optando pela
construção de casas financiadas com o acordo do plano
Boston. Ele denunciou a exploração do trabalho infantil nas fábricas, a falta de escolaridade dada as crianças, e a falta
de espaços verdes e parques infantis onde eles poderiam
crescer de forma saudável.
Riis chegou em New York em 1870, com 21 anos,
num momento de grande agitação social, dada a elevada
taxa da imigração da Europa, e os problemas associados
a industrialização.
A demografia das cidades norte-americanas cresceu
significativamente, com grupos heterogêneos de imigrantes
que chegavam em multidões estabelecendo enclaves
étnicos. Ao desembarcar na América, Riis era mais um
dos imigrantes pobres que chegavam com a esperanza
do sucesso, mais um sem teto, como os que aparecem
nas suas fotos.
Em 1874 ele foi contratado para o cargo de repórter policial
no New York Evening Sun, e em 1877 no New York Tribune.
Durante esse tempo como repórter policial, ele cruzou
o submundo registrando como as pessoas viviam.
Foi o primeiro jornalista americano a usar o flash
de magnésio, o que lhe permitiu captar fotografias
da vida noturna nos suburbios.
Em 1890, Riis publicou seu primeiro livro de fotos intitulado
"Como vive a outra metade", que se tornou um best seller,
sensibilizando as pessoas para o problema dos imigrantes
pobres e a população sem teto.
Hoje, o livro continua a ser uma obra de referência
da história social americana.
dados extraídos da Wikipédia
sábado, 14 de junho de 2014
DOROTHEA LANGE
Estados Unidos 1895-1965
Lange foi uma influente fotógrafa documental
norte-americana conhecida por seus retratos
da Grande Depressão para a "Farm Security
Administration" (FSA). Suas imagens ajudaram
a humanizar as consequências da crise de 1929
e influenciaram o desenvolvimento do foto-jornalismo.
Nascida na segunda geração de imigrantes alemães
sob o nome de Margaretta Nutz Horn, Dorothea passou
a usar o nome de solteira da mãe aos 12 anos, quando seu pai abandonou a familia. Esse foi um dos dois incidentes
traumáticos que marcaram a sua infância. A outra foi
a contração da poliomielite aos sete anos, o que a deixou
com a perna direita enfraquecida e a fez mancar pelo
resto da vida.
Lange foi educada em fotografia na Universidade
de Columbia, em New York, por Clarence H. White.
Em 1920, casou-se com o pintor Maynard Dixon,
com quem teve dois filhos.
Com o inicio da Grande Depressão, ela virou suas lentes
para a rúa. Seus estudos de desempregados e sem-teto
chamaram a atenção, e foi contratada pelo governo federal
como reporter fotográfica da "Administração
de Reassentamento" (AR), mais tarde chamada
de "Farm Security Administrattion" (FSA).
Em dezembro de 1935, ela se divorciou de Dixon e se casou
com o economista Paul Schuster Taylor. Ele era politizado,
e juntos documentaram durante cinco anos a pobreza
e a exploração rural dos meeiros e dos trabalhadores migrantes, em fotos e entrevistas.
De 1935 a 1939, o trabalho de Dorothea Lange para RA
e FSA, que chamava a atenção do público para a situação
das familias dos agricultores desempregados e migrantes,
foi distribuido gratuitamente para jornais de todo o país,
e suas imagens comoventes tornaram-se ícones da época.
A fotografia mais conhecida desta série no mundo todo,
é "Mãe Migrante", a mulher da foto é Florence Owens
Thompson, e Lange em 1960 falou sobre sua experiência
em tirar a fotografia.
"Eu olhei para aquela mãe faminta e desesperada, como se tivesse sido atraída por um ímã, e não me lembro como
expliquei a minha câmera, mas me lembro que não fez
nenhuma pergunta.
Eu fiz cinco exposições, trabalhando cada vez mais perto
na mesma direção. Não perguntei seu nome e nem a sua
história. Ela me disse sua idade, trinta e dois anos.
Que estavam sobrevivendo de legumes congelados colhidos
nos campos circundantes, que tinha acabado de vender os pneus do carro pra comprar comida. Ela parecia saber,
que as minhas fotos podiam ajuda-la, e então me ajudou.
Havia em espécie de "igualdade" sobre o assunto".
Em 1941, depois do ataque a Pearl Harbor, ela registrou
a evacuação forçada de japoneses-americanos para campos de reassentamento, em missão para a (WRA): Autoridade
de Relocação de Guerra". A crítica a essa política, está
nas fotos de crianças japonesas-americanas prometendo
fidelidade a bandeira, pouco antes de serem enviadas
para campos de internamento. Suas imagens são tão evidentes, que o exército mandou confiscá-las.
Em 1945, Lange foi convidada por Ansel Adams para
o cargo de docente no Departamento de Fotografia
da Escola de Artes da Califórnia, junto com Imogem Cunningham e Minor White.
Nos últimos anos da sua vida, Dorothea, sofria de sérios
problemas gástricos. Morreu de câncer em 11 de outubro de 1965 em San Francisco, Califòrnia, aos setenta anos.
dados extraídos da Wikipédia
Estados Unidos 1895-1965
Lange foi uma influente fotógrafa documental
norte-americana conhecida por seus retratos
da Grande Depressão para a "Farm Security
Administration" (FSA). Suas imagens ajudaram
a humanizar as consequências da crise de 1929
e influenciaram o desenvolvimento do foto-jornalismo.
Nascida na segunda geração de imigrantes alemães
sob o nome de Margaretta Nutz Horn, Dorothea passou
a usar o nome de solteira da mãe aos 12 anos, quando seu pai abandonou a familia. Esse foi um dos dois incidentes
traumáticos que marcaram a sua infância. A outra foi
a contração da poliomielite aos sete anos, o que a deixou
com a perna direita enfraquecida e a fez mancar pelo
resto da vida.
Lange foi educada em fotografia na Universidade
de Columbia, em New York, por Clarence H. White.
Em 1920, casou-se com o pintor Maynard Dixon,
com quem teve dois filhos.
Com o inicio da Grande Depressão, ela virou suas lentes
para a rúa. Seus estudos de desempregados e sem-teto
chamaram a atenção, e foi contratada pelo governo federal
como reporter fotográfica da "Administração
de Reassentamento" (AR), mais tarde chamada
de "Farm Security Administrattion" (FSA).
Em dezembro de 1935, ela se divorciou de Dixon e se casou
com o economista Paul Schuster Taylor. Ele era politizado,
e juntos documentaram durante cinco anos a pobreza
e a exploração rural dos meeiros e dos trabalhadores migrantes, em fotos e entrevistas.
De 1935 a 1939, o trabalho de Dorothea Lange para RA
e FSA, que chamava a atenção do público para a situação
das familias dos agricultores desempregados e migrantes,
foi distribuido gratuitamente para jornais de todo o país,
e suas imagens comoventes tornaram-se ícones da época.
A fotografia mais conhecida desta série no mundo todo,
é "Mãe Migrante", a mulher da foto é Florence Owens
Thompson, e Lange em 1960 falou sobre sua experiência
em tirar a fotografia.
"Eu olhei para aquela mãe faminta e desesperada, como se tivesse sido atraída por um ímã, e não me lembro como
expliquei a minha câmera, mas me lembro que não fez
nenhuma pergunta.
Eu fiz cinco exposições, trabalhando cada vez mais perto
na mesma direção. Não perguntei seu nome e nem a sua
história. Ela me disse sua idade, trinta e dois anos.
Que estavam sobrevivendo de legumes congelados colhidos
nos campos circundantes, que tinha acabado de vender os pneus do carro pra comprar comida. Ela parecia saber,
que as minhas fotos podiam ajuda-la, e então me ajudou.
Havia em espécie de "igualdade" sobre o assunto".
Em 1941, depois do ataque a Pearl Harbor, ela registrou
a evacuação forçada de japoneses-americanos para campos de reassentamento, em missão para a (WRA): Autoridade
de Relocação de Guerra". A crítica a essa política, está
nas fotos de crianças japonesas-americanas prometendo
fidelidade a bandeira, pouco antes de serem enviadas
para campos de internamento. Suas imagens são tão evidentes, que o exército mandou confiscá-las.
Em 1945, Lange foi convidada por Ansel Adams para
o cargo de docente no Departamento de Fotografia
da Escola de Artes da Califórnia, junto com Imogem Cunningham e Minor White.
Nos últimos anos da sua vida, Dorothea, sofria de sérios
problemas gástricos. Morreu de câncer em 11 de outubro de 1965 em San Francisco, Califòrnia, aos setenta anos.
dados extraídos da Wikipédia
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