terça-feira, 29 de abril de 2014

BILAL --


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CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
GRÁFICA ATUAL
MOEBIUS
A REVOLUÇÃO NOS QUADRINHOS
NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX

MOEBIUS --


JEAN GIRAUD - (MOEBIUS) --


JEAN GIRAUD, (Paris, França 1938-2012)
Foi um artista de histórias em quadrinhos, que também
colaborou na produção de diversos filmes. Giraud ficou
conhecido profissionalmente pelo pseudônimo de Moebius.
Começou a publicar as suas primeiras tiras aos 18 anos,
tornando-se um dos ilustradores mais consagrados de Europa. Sua primeira história publicada foi Frank et Jeremie
para a revista Far West, em 1956, publicada antes 
de seus 18 anos. Ainda na década de 50, fez quadrinhos
para Pitting Bull, Fripounet e Marisette, Âmes Vaillantes
e Coeurs Vaillants.
Sua carreira foi interrompida pelo serviço militar, 
que prestou na Argélia. Ao retornar, se tornou aprendiz 
de Jijé, um dos principais quadrinistas da época. Giraud
foi por ele indicado para desenhar a série de faroeste
Blueberry, que foi publicada pela revista Pilote.
Em 1963, Moebius aparece pela primeira vez na revista
Hara Kiri. Nela foram publicadas 21 tiras entre 1963 e 1964  
Passou-se quase uma década até que o pseudônimo fosse
utilizado novamente. 
Em geral, Giraud assina como Moebius seus trabalhos
de ficção científica e fantasia, que costumam ser 
mais experimentais. 
Em 1974, ele formou os Humanoides Associés junto com
Jean-Pierre Dionnet, Philippe Druillet e Bernard Farkas.
No mesmo ano, lançaram a revista de ficção científica
Métal Hurlant, que se tornaria muito influente. Já em seu
primeiro volume, a capa era de Moebius e Druillet,
e havia as primeiras histórias de Artsach e Major Grubert.
Moebius, junto a Enki Bilal e Philippe Druillet, revolucionaram o género quadrinhos, com um tipo de desenho erudito, muito elaborado e de alto padrão estético,
com histórias mais inteligentes relacionadas com a literatura,
superando definitivamente os estereótipos dos comics 
norte-americanos, onde, com algumas exceções, 
a qualidade intelectual era mediócre, e o tipo de desenho utilizado, esquemático, se baseava na violência do impacto visual.
A partir dessa mudança, a conceituação sobre os quadrinhos mudou, e começaram a ser publicados
em edições de luxo, considerados como arte.
dados extraídos da Wikipédia

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CURSO DE ILUSTRAÇÃO EDITORIAL
AMADOR PEREZ
VIRTUOSISMO DO LÁPIZ 
A RELEITURA DE OBRAS FAMOSAS

segunda-feira, 28 de abril de 2014

AMADOR PEREZ --


AMADOR PEREZ mora e trabalha no Rio de Janeiro,
onde nasceu em 1952.
Estudou com Aluisio Carvão, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde fez a sua primeira exposição
individual, em 1977.
Marcou a sua entrada no mercado de arte expondo na
galeria César Aché, em 1981.
Formado em projeto gráfico pela Escola de Belas Artes da UFRJ, em 1976.
Atualmente leciona na ESDI, Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ, e no Departamento de Artes e Design
da PUC.
Amador, assim como Arlindo Daibert, são desenhistas
dotados de um virtuosismo raro de se ver nos artistas atuais.
Muitos dos seus desenhos, todos de pequeno formato, são realizados "a olho", ou seja, sem a utilização de lentes o lupas, o que significa uma façanha digna de artistas virtuosos, que trabalharam a imagem muito miniaturizada, como é o caso de Rembrandt e Brueguel.
As suas releituras dos mestres do passado, nas quais recria
na técnica do lápis, pinturas coloridas realizadas a óleo,
são quase perfeitas na sua tradução para o preto e branco. Amador reivindica a validade da prática do desenho
e da ilustração temática, um gênero pouco valorizado, no mercado de artes.  

ANDREW WYETH - "O mundo de Cristina" - témpera sobre gesso 1948 --


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Christina's World, é a pintura mais famosa 
feita por um pintor norte-americano.
Pintado em 1948, este trabalho retrata Christina
Olson, que sofreu diversos problemas de deterioração
muscular paralizando a parte inferior de seu corpo,
tendo que se arrastar por todo o terreno do seu jardim
para escolher produtos hortícolas.
A esposa de Wyeth, Betsy, serviu de modelo para representar Cristina no quadro. A casa em Cushing, Maine, onde Wyeth estava quando viu a cena que o inspirou para fazer a pintura, continua em pé. Na representação de Wyeth
havia um celeiro perto da casa, que não existe mais.
Conhecida como "a casa Olson", ela está sob o Registro
Nacional de Lugares Históricos.
dados estraidos da Wikipédia

AMADOR PEREZ - Releitura de "O mundo de Cristina" de Andrew Wyeth - lápiz 1991 --


AMADOR PEREZ - Releitura de "O mundo de Cristina" de Andrew Wyeth - lápiz 1991


ARNOLD BÖCKLIN - "A ilha dos mortos" - óleo 1880


AMADOR PEREZ - Releitura de "A ilha dos mortos" de Arnold Böcklin - lápiz


AMADOR PEREZ - releitura de "A ilha dos mortos" de Arnold Böcklin - lápiz


AMADOR PEREZ - Releitura de "A ilha dos mortos" de Arnold Böcklin - lápiz


REMBRANDT VAN RIJN - "Auto-retrato apoiado num muro de pedra" - água-forte 1639


AMADOR PEREZ - Releitura de "Auto-retrato" de Rembrandt van Rijn - lápiz 2002


AMADOR PEREZ - Releitura de "Auto-retrato" de Rembrandt van Rijn - lápiz 2002


AMADOR PEREZ - Releitura de "Auto-retrato" de Rembrandt van Rijn - lápiz 2002


ELISEU VISCONTI - "Giuventú" - óleo 1898


AMADOR PEREZ - Releitura de "Giuventú" de Eliseu Visconti -lápiz 1995-98


AMADOR PEREZ - Releitura de "Giuventú" de Eliseu Visconti - lápiz 1995-98


GEORGE STUBBS - "Cavalo sendo atacado por um leão" - óleo 1762


AMADOR PEREZ - Releitura de "Cavalo atacado por um leão" de George Stubbs - lápiz 1990-91


AMADOR PEREZ - Releitura de "Cavalo atacado por um leão" de George Stubbs - lápiz 1990-91


AMADOR PEREZ - Releitura de "Cavalo atacado por um leão" de George Stubbs - lápiz 1990-91


AMADOR PEREZ - Série "Nijinski" - lápiz 1985


AMADOR PEREZ - Série "Nijinski" - lápiz 1985


AMADOR PEREZ - Série "Nijinski" - lápiz 1985


AMADOR PEREZ -Série "Nijinski" - lápiz 1985


AMADOR PEREZ - "Palco" - lápiz 1982