O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
terça-feira, 4 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
GLÊNIO BIANCHETTI - Bagé, Rio Grande do Sul, 1928 - Brasilia 2014
Pintor, gravador e ilustrador.
Em 1949 Bianchetti vai a Porto Alegre para estudar no Instituto de Belas Artes,
onde foi aluno de Iberé Camargo.
Em 1951 participa ao lado de Glauco Rodrigues e Danúbio Gonçalves,
do Clube de Gravura de Bagé, e no mesmo ano, junto com Carlos Scliar
e Vasco Prado, funda o Clube de Gravura de Porto Alegre, marcado por
obras de caráter social. A obra de Bianchetti desse período é dominada
por xilogravuras con temas relacionados ao trabalho e aos costumes regionais
de Rio Grande do Sul, fortemente inspirados pelo expressionismo alemão.
Em 1960, a convite do então governador Leonel Brizola, asumiu a direção
do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, onde permaneceria por dois anos.
Em 1962, Bianchetti foi chamado por Darcy Ribeiro para integrar o corpo docente
do curso de arquitetura, exercendo o cargo de diretor do ateliê de artes plásticas
e do setor gráfico da Universidade de Brasilia.
Após o golpe militar de 1964, foi preso por "subversão" e afastado do cargo.
Só seria reintegrado a Universidade em 1988.
Pintor, gravador e ilustrador.
Em 1949 Bianchetti vai a Porto Alegre para estudar no Instituto de Belas Artes,
onde foi aluno de Iberé Camargo.
Em 1951 participa ao lado de Glauco Rodrigues e Danúbio Gonçalves,
do Clube de Gravura de Bagé, e no mesmo ano, junto com Carlos Scliar
e Vasco Prado, funda o Clube de Gravura de Porto Alegre, marcado por
obras de caráter social. A obra de Bianchetti desse período é dominada
por xilogravuras con temas relacionados ao trabalho e aos costumes regionais
de Rio Grande do Sul, fortemente inspirados pelo expressionismo alemão.
Em 1960, a convite do então governador Leonel Brizola, asumiu a direção
do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, onde permaneceria por dois anos.
Em 1962, Bianchetti foi chamado por Darcy Ribeiro para integrar o corpo docente
do curso de arquitetura, exercendo o cargo de diretor do ateliê de artes plásticas
e do setor gráfico da Universidade de Brasilia.
Após o golpe militar de 1964, foi preso por "subversão" e afastado do cargo.
Só seria reintegrado a Universidade em 1988.
domingo, 2 de março de 2014
DANÚBIO GONÇALVES - Bagé, Rio Grande do Sul, Brasil 1925.
Gravador e pintor.
Aos dez anos de idade mudou-se para o Rio de Janeiro
onde viveu durante catorce anos.
Em 1943 estudou com Cándido Portinari.
Em 1945 frequentou o ateliê do paisagista Roberto Burle Marx.
Em 1946 estudou desenho e gravura com Carlos Oswald, Axl Leskoscher
e Tomás Santa Rosa Junior.
Em 1950 foi a París, onde estudou na Academia Julian e fez contato com CarlosScliar, Iberé Camargo, e reencontra Portinari.
Retornou ao Brasil em 1951 e fundou o Grupo de Bagé com Glauco Rodrigues
e Glênio Bianchetti.
Em Porto Alegre foi membro do Clube da Gravura ao lado de Carlos Scliar, Vasco Prado, Glauco Rodrigues e Glênio Bianchetti, entre 1951 e 1955.
Gravador e pintor.
Aos dez anos de idade mudou-se para o Rio de Janeiro
onde viveu durante catorce anos.
Em 1943 estudou com Cándido Portinari.
Em 1945 frequentou o ateliê do paisagista Roberto Burle Marx.
Em 1946 estudou desenho e gravura com Carlos Oswald, Axl Leskoscher
e Tomás Santa Rosa Junior.
Em 1950 foi a París, onde estudou na Academia Julian e fez contato com CarlosScliar, Iberé Camargo, e reencontra Portinari.
Retornou ao Brasil em 1951 e fundou o Grupo de Bagé com Glauco Rodrigues
e Glênio Bianchetti.
Em Porto Alegre foi membro do Clube da Gravura ao lado de Carlos Scliar, Vasco Prado, Glauco Rodrigues e Glênio Bianchetti, entre 1951 e 1955.
sábado, 1 de março de 2014
CARLOS SCLIAR - Santa Maria da Boca do Monte, Rio Grande do Sul, Brasil 1920
Rio de Janeiro 2001
Pintor modernista, ilustrador e serígrafo.
Aos 14 anos recebeu as primeiras lições de pintura
do pintor austriaco Gustav Epstein.
Em 1938, já morando em Porto Alegre, foi co-fundador
da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa.
Em 1940 mudou-se para São Paulo onde juntou-se aos artistas
do grupo Santa Helena.
Em 1943 é convocado para a Força Expedicionária Brasileira (FEB).
Ao retornar em 1945, produz a série "Com a FEB na Itália",
recordações da guerra, que foi exibida no Rio de Janeiro, São Paulo
e Porto Alegre.
Em 1947 viajou a París, onde participou dos movimentos em defesa da paz.
Percorre outros países da Europa: Itália, Tchecoslovaquia, Polônia, Portugal.
Retornando ao Brasil em 1950, fixou-se em Porto Alegre, onde participa,
junto ao escultor e gravador Vasco Prado, da fundação do Clube da Gravura
de Porto Alegre, que renovou as artes gráficas no Estado, inspirado no
Taller de Gráfica Popular de México, dirigido pelo gravurista Leopoldo Mendez,
a quem Scliar conhecera em París em 1948.
O projeto do Clube da Gravura, ao qual se associaram Glênio Bianchetti,
Glauco Rodriguez e Danúbio Gonçalves, formulou uma abordagem social da gravura,
uma técnica de divulgação facil e barata, acessível às pessoas comuns,
Seguindo os princípios do Realismo Socialista, com obras figurativas de imediata
identificação com o universo das classes populares, principalmente do gaúcho.
Ilustrou varios livros de Jorge Amado e em 1956 uma edição especial da peça
"Orfeu da Conceição" de Vinicius de Moraes.
Em 1959 participou da criação da revista "Senhor" da qual foi diretor de arte.
Scliar viveu e trabalhou por 40 anos em Cabo Frio, cidade costeira do Rio de Janeiro,
num sobrado do século XVIII que ele mesmo restaurou nos anos 60, hoje é a
Casa-Museu Scliar, que conta com obras do próprio Scliar,
e de outros artistas com quem conviveu como Bonadei, Pancetti,
Guignard e Glauco Rodrigues.
A casa funciona também como escola-oficina, oferecendo cursos
de arte sobre papel, serigrafia e carpintaria para estudantes da rede pública.
Rio de Janeiro 2001
Pintor modernista, ilustrador e serígrafo.
Aos 14 anos recebeu as primeiras lições de pintura
do pintor austriaco Gustav Epstein.
Em 1938, já morando em Porto Alegre, foi co-fundador
da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa.
Em 1940 mudou-se para São Paulo onde juntou-se aos artistas
do grupo Santa Helena.
Em 1943 é convocado para a Força Expedicionária Brasileira (FEB).
Ao retornar em 1945, produz a série "Com a FEB na Itália",
recordações da guerra, que foi exibida no Rio de Janeiro, São Paulo
e Porto Alegre.
Em 1947 viajou a París, onde participou dos movimentos em defesa da paz.
Percorre outros países da Europa: Itália, Tchecoslovaquia, Polônia, Portugal.
Retornando ao Brasil em 1950, fixou-se em Porto Alegre, onde participa,
junto ao escultor e gravador Vasco Prado, da fundação do Clube da Gravura
de Porto Alegre, que renovou as artes gráficas no Estado, inspirado no
Taller de Gráfica Popular de México, dirigido pelo gravurista Leopoldo Mendez,
a quem Scliar conhecera em París em 1948.
O projeto do Clube da Gravura, ao qual se associaram Glênio Bianchetti,
Glauco Rodriguez e Danúbio Gonçalves, formulou uma abordagem social da gravura,
uma técnica de divulgação facil e barata, acessível às pessoas comuns,
Seguindo os princípios do Realismo Socialista, com obras figurativas de imediata
identificação com o universo das classes populares, principalmente do gaúcho.
Ilustrou varios livros de Jorge Amado e em 1956 uma edição especial da peça
"Orfeu da Conceição" de Vinicius de Moraes.
Em 1959 participou da criação da revista "Senhor" da qual foi diretor de arte.
Scliar viveu e trabalhou por 40 anos em Cabo Frio, cidade costeira do Rio de Janeiro,
num sobrado do século XVIII que ele mesmo restaurou nos anos 60, hoje é a
Casa-Museu Scliar, que conta com obras do próprio Scliar,
e de outros artistas com quem conviveu como Bonadei, Pancetti,
Guignard e Glauco Rodrigues.
A casa funciona também como escola-oficina, oferecendo cursos
de arte sobre papel, serigrafia e carpintaria para estudantes da rede pública.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
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