O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
ALEJANDRO SIRIO (pseudónimo de Nicanor Álvarez Díaz)
Nasceu em Oviedo, Espanha em 1890.
Emigrou para a Argentina em 1910, aos vinte anos de idade, e viveu a maior parte da sua vida na cidade portenha.
Começou a carreira de ilustrador de forma curiosa, um amigo, alfaiate, empregado
na tradicional Sastreria Inglesa, lhe encomendou os figurinos para decorar as vitrines da loja. Numa oportunidade, o diretor de redação de "Caras y Caretas",
a revista mais famosa da época, estava passando na frente das vitrines,
e as ilustrações chamaram a sua atenção. Sirio foi contratado como ilustrador da revista, passando a colaborar também com outras publicações importantes
como "El Hogar e "Plus Ultra".
Em 1924 começa a publicar suas ilustrações no "La Nación", um dos mais importantes jornais da imprensa comercial da cidade.
Também realizou retratos caricaturais na delicada técnica da aquarela,
e foi destacado ilustrador de obras clássicas da literatura hispanoamericana
como "As Glorias de Don Ramiro" de Enrique Larreta.
Sirio morreu em Buenos Aires em 1953.
Nasceu em Oviedo, Espanha em 1890.
Emigrou para a Argentina em 1910, aos vinte anos de idade, e viveu a maior parte da sua vida na cidade portenha.
Começou a carreira de ilustrador de forma curiosa, um amigo, alfaiate, empregado
na tradicional Sastreria Inglesa, lhe encomendou os figurinos para decorar as vitrines da loja. Numa oportunidade, o diretor de redação de "Caras y Caretas",
a revista mais famosa da época, estava passando na frente das vitrines,
e as ilustrações chamaram a sua atenção. Sirio foi contratado como ilustrador da revista, passando a colaborar também com outras publicações importantes
como "El Hogar e "Plus Ultra".
Em 1924 começa a publicar suas ilustrações no "La Nación", um dos mais importantes jornais da imprensa comercial da cidade.
Também realizou retratos caricaturais na delicada técnica da aquarela,
e foi destacado ilustrador de obras clássicas da literatura hispanoamericana
como "As Glorias de Don Ramiro" de Enrique Larreta.
Sirio morreu em Buenos Aires em 1953.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
FLORENCIO MOLINA CAMPOS nasceu em Buenos Aires, Argentina em 1891
Foi um desenhista e pintor expressionista, que ficou conhecido pelas suas figuras caricaturais, parecidas com as antigas marionetes de madeira, ilustrando a vida dos gaúchos dos pampas argentinos.
Pertenceu a uma familia tradicional de Buenos Aires que posuia varios campos
na provincia. A memória das estadias nesse ambiente rural, estã registrada
na sua obra, toda ela voltada para os temas do homem do campo.
Em 1926 realiza a sua primeira exposição na Sociedade Rural Argentina.
Nesse mesmo ano é lançado "Don Segundo Sombra" de Ricardo Güiraldes, considerado a segunda obra de "identidade nacional" depois do clássico "Martin Fierro" de José Hernández. A literatura de Güiraldes e as ilustrações de Molina Campos, estão relacionadas pelo "gauchismo" expresso nelas, um sentimento muito popular na Argentina.
Em 1931, a Fábrica Argentina de Alpargatas lança uma campanha publicitária
na forma de um almanaque de parede ilustrado pelo Molina Campos. Esta parceria
se extenderia até 1945, e os almanaques, fixados em todo lugar, passariam a ser de domínio público.
Em 1942, ilustra outra obra clássica da literatura argentina, o "Fausto Criollo"
de Estanislão del Campo.
Falleceu em Moreno, Provincia de Buenos Aires em 1959.
Foi um desenhista e pintor expressionista, que ficou conhecido pelas suas figuras caricaturais, parecidas com as antigas marionetes de madeira, ilustrando a vida dos gaúchos dos pampas argentinos.
Pertenceu a uma familia tradicional de Buenos Aires que posuia varios campos
na provincia. A memória das estadias nesse ambiente rural, estã registrada
na sua obra, toda ela voltada para os temas do homem do campo.
Em 1926 realiza a sua primeira exposição na Sociedade Rural Argentina.
Nesse mesmo ano é lançado "Don Segundo Sombra" de Ricardo Güiraldes, considerado a segunda obra de "identidade nacional" depois do clássico "Martin Fierro" de José Hernández. A literatura de Güiraldes e as ilustrações de Molina Campos, estão relacionadas pelo "gauchismo" expresso nelas, um sentimento muito popular na Argentina.
Em 1931, a Fábrica Argentina de Alpargatas lança uma campanha publicitária
na forma de um almanaque de parede ilustrado pelo Molina Campos. Esta parceria
se extenderia até 1945, e os almanaques, fixados em todo lugar, passariam a ser de domínio público.
Em 1942, ilustra outra obra clássica da literatura argentina, o "Fausto Criollo"
de Estanislão del Campo.
Falleceu em Moreno, Provincia de Buenos Aires em 1959.
Nos anos 70, de ditadura, a liberdade de expressão não existia.
O pensamento livre, dependendo de onde e como se manifestasse,
era considerado subversão. Foi o tempo dos jornais alternativos,
tabloides chamados de "nanicos", espaços de opinião mais livres
que as páginas da imprensa comercial, e por isso, alvos preferidos da censura.
As caricaturas que veremos a continuação foram publicadas nesse período,
e ficaram associadas a duas publicações da imprensa alternativa: Opinião
e Pasquim.
O pensamento livre, dependendo de onde e como se manifestasse,
era considerado subversão. Foi o tempo dos jornais alternativos,
tabloides chamados de "nanicos", espaços de opinião mais livres
que as páginas da imprensa comercial, e por isso, alvos preferidos da censura.
As caricaturas que veremos a continuação foram publicadas nesse período,
e ficaram associadas a duas publicações da imprensa alternativa: Opinião
e Pasquim.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
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