O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
ZDRAVKO DUCMELIC nasceu em Vincovci, Croácia em 1923
e morreu em Buenos Aires, Argentina em 1989.
Estudou pintura em Zagreb, Roma e na Real Academia de San Fernando,
em Madrid.
Em 1949 emigrou para a Argentina, se fixando na provincia de Mendoza,
terra de adoção do italiano Sergio Sergi, e do belga Victor Delhez, e como
eles exercendo o magistério na Universidad Nacional de Cuyo, da qual
foi diretor entre 1963 e 1966.
Em 1983 é editado "Laberintos" de Jorge Luis Borges ilustrado com
pinturas de Ducmelic, pela Editorial de Arte Gaglianone de Buenos Aires.
A sua pintura, de técnica muito elaborada, mostra figuras de mulheres-esfinge
que nos lembram a estatuária da Antiguidade, e as paisagens desoladas
dos desertos da Terra.
e morreu em Buenos Aires, Argentina em 1989.
Estudou pintura em Zagreb, Roma e na Real Academia de San Fernando,
em Madrid.
Em 1949 emigrou para a Argentina, se fixando na provincia de Mendoza,
terra de adoção do italiano Sergio Sergi, e do belga Victor Delhez, e como
eles exercendo o magistério na Universidad Nacional de Cuyo, da qual
foi diretor entre 1963 e 1966.
Em 1983 é editado "Laberintos" de Jorge Luis Borges ilustrado com
pinturas de Ducmelic, pela Editorial de Arte Gaglianone de Buenos Aires.
A sua pintura, de técnica muito elaborada, mostra figuras de mulheres-esfinge
que nos lembram a estatuária da Antiguidade, e as paisagens desoladas
dos desertos da Terra.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
VICTOR DELHEZ - Antuérpia, Bélgica 1902 - Mendoza, Argentina 1985
Entre 1916 e 1918, Estuda na Academia Real de Belas Artes de Antuérpia
Em 1925 publica as primeiras impressões das suas gravuras.
Nesse mesmo ano seus pais morrem num acidente de carro.
Decide abandonar o emprego na firma do pai e emigrar para a América do Sul.
Entre 1926 e 1933 trabalha em Buenos Aires como desenhista e arquiteto.
Muda-se para a Bolívia.
Produz o primeiro conjunto de ilustrações sobre o tema do Evangelho.
Durante as décadas de 30 e 40 foi professor da Universidade de Cuyo,
na cidade de Mendoza.
Do conjunto da sua obra destacam-se as séries de auto-retratos, as ilustrações
para Boudelaire e Dostoievski, e "O Livro do Apocalipse", considerado uma
obra prima da arte gráfica do século XX.
Delhez foi o introdutor do Simbolismo na Argentina, dotado de uma destreza
técnica semelhante a do holandés MC Escher, e carregado do espírito melancólico
dos simbolistas suiços Arnold Bocklin (A Ilha dos Mortos) e Ferdinand Hodler,
muito próximos das suas gravuras.
A morte, presença constante nos románticos e também nos simbolistas,
aparece em muitas das suas cenas oníricas, contracenando com o artista,
num jogo funéreo de cartas marcadas.
Entre 1916 e 1918, Estuda na Academia Real de Belas Artes de Antuérpia
Em 1925 publica as primeiras impressões das suas gravuras.
Nesse mesmo ano seus pais morrem num acidente de carro.
Decide abandonar o emprego na firma do pai e emigrar para a América do Sul.
Entre 1926 e 1933 trabalha em Buenos Aires como desenhista e arquiteto.
Muda-se para a Bolívia.
Produz o primeiro conjunto de ilustrações sobre o tema do Evangelho.
Durante as décadas de 30 e 40 foi professor da Universidade de Cuyo,
na cidade de Mendoza.
Do conjunto da sua obra destacam-se as séries de auto-retratos, as ilustrações
para Boudelaire e Dostoievski, e "O Livro do Apocalipse", considerado uma
obra prima da arte gráfica do século XX.
Delhez foi o introdutor do Simbolismo na Argentina, dotado de uma destreza
técnica semelhante a do holandés MC Escher, e carregado do espírito melancólico
dos simbolistas suiços Arnold Bocklin (A Ilha dos Mortos) e Ferdinand Hodler,
muito próximos das suas gravuras.
A morte, presença constante nos románticos e também nos simbolistas,
aparece em muitas das suas cenas oníricas, contracenando com o artista,
num jogo funéreo de cartas marcadas.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
domingo, 16 de fevereiro de 2014
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