O propósito deste blog é o de mostrar o trabalho do ilustrador,independente das regras impostas pelo mercado,nas quatro disciplinas praticadas por mim, em diferentes momentos e veículos: A Caricatura na Imprensa,A Ilustração na Imprensa,A Ilustração Editorial e O Poema Ilustrado. Também são mostradas modalidades diferentes das mesmas propostas como: Montagens das exposições e a revalorização do painel mural, através das técnicas de reprodução digital em baner.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Al amanecer,
algunos ojos ya eran de la oscuridad
y huyeron hacia las tinieblas de ayer
con un puñado de semillas por sembrar
con un puñado de promesas por crecer
y amar
Pero salio el sol
y se elevó sobre la tierra siempre mas
secando el frio nocturnal, dando calor,
regocijando al mundo con su prodigar,
irguiendo al viento un poderoso corazón
de amar
Y su luz subió
saltando las montañas, traspasando el mar,
regando el mundo con su cálida verdad,
su cálida razón, esparciendo la claridad
como una estación
Era bello el sol
que se elevaba sobre el mundo siempre mas,
con su destierro de nevadas, su canción,
su semillero en jubiloso despertar,
erguido al viento el poderoso corazón
de amar
Y su luz llegó
al reino oscuro a las torres del ayer,
y la simiente arrebatada de su amor
sintiose renacer al contacto de su calor
y de su quehacer
Luego al final,
a la hora en que se suponia atardecer,
sintieron que la luz quedó en su respirar
como una sangre de la atmósfera, un poder,
un pacto eterno con la claridad solar
con ser
algunos ojos ya eran de la oscuridad
y huyeron hacia las tinieblas de ayer
con un puñado de semillas por sembrar
con un puñado de promesas por crecer
y amar
Pero salio el sol
y se elevó sobre la tierra siempre mas
secando el frio nocturnal, dando calor,
regocijando al mundo con su prodigar,
irguiendo al viento un poderoso corazón
de amar
Y su luz subió
saltando las montañas, traspasando el mar,
regando el mundo con su cálida verdad,
su cálida razón, esparciendo la claridad
como una estación
Era bello el sol
que se elevaba sobre el mundo siempre mas,
con su destierro de nevadas, su canción,
su semillero en jubiloso despertar,
erguido al viento el poderoso corazón
de amar
Y su luz llegó
al reino oscuro a las torres del ayer,
y la simiente arrebatada de su amor
sintiose renacer al contacto de su calor
y de su quehacer
Luego al final,
a la hora en que se suponia atardecer,
sintieron que la luz quedó en su respirar
como una sangre de la atmósfera, un poder,
un pacto eterno con la claridad solar
con ser
quarta-feira, 15 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
JOSEPH MALLORD WILLIAM TURNER
Inglaterra 1775-1851
Foi um pintor romántico, dos mais importantes
da sua geração, tendo seu trabalho precedido
as aventuras dos impressionistas. Foi também
um homem do mar, na condição de marinheiro
homem contemplador e criador.
Pintor londrino que assistiu ao apogeu do dominio
britânico nos oceanos do seculo XIX.
Turner teria sido especialmente influenciado durante
a sua infância, pela paleta cromática das margens do
Támisa antes de ter experimentado já na adolescência,
as aventuras da profissão de marinheiro, e com outros
artistas ter viajado pela costa inglesa em busca de
paisagens que pudesse desenhar.
Foram estas últimas incursões que determinaram o seu
interesse pelos temas marítimos, com os quais iniciou
a sua carreira como pintor.
São comuns nos seus quadros cenas de tempestades
e naufrágios em alto mar, onde emprega um uso arriscado
da tinta, ora com espátula, ora com pincel, deixando para atrás
os estereótipos da pintura marítima, chegando a anteciparse
ao abstracionismo.
A pesar da incompreensão de alguns críticos, pouco habituados
a uma dimensão que começava a apelar para leituras metafóricas,
turner prosseguiu o seu trabalho de forma solitária, tendo diante de si
o mar. E este tomava duas atitudes: era um lugar de lutas, ascensões
e quedas entre os homens, e um mundo ameaçador e primitivo
(sublinhado pela ênfase dada às cores escuras e violentas das águas
e do céu.)
Extraído de "J.M.W. Turner, o grande pintor do mar"
NATURLINK - A Ligação à Natureza
Inglaterra 1775-1851
Foi um pintor romántico, dos mais importantes
da sua geração, tendo seu trabalho precedido
as aventuras dos impressionistas. Foi também
um homem do mar, na condição de marinheiro
homem contemplador e criador.
Pintor londrino que assistiu ao apogeu do dominio
britânico nos oceanos do seculo XIX.
Turner teria sido especialmente influenciado durante
a sua infância, pela paleta cromática das margens do
Támisa antes de ter experimentado já na adolescência,
as aventuras da profissão de marinheiro, e com outros
artistas ter viajado pela costa inglesa em busca de
paisagens que pudesse desenhar.
Foram estas últimas incursões que determinaram o seu
interesse pelos temas marítimos, com os quais iniciou
a sua carreira como pintor.
São comuns nos seus quadros cenas de tempestades
e naufrágios em alto mar, onde emprega um uso arriscado
da tinta, ora com espátula, ora com pincel, deixando para atrás
os estereótipos da pintura marítima, chegando a anteciparse
ao abstracionismo.
A pesar da incompreensão de alguns críticos, pouco habituados
a uma dimensão que começava a apelar para leituras metafóricas,
turner prosseguiu o seu trabalho de forma solitária, tendo diante de si
o mar. E este tomava duas atitudes: era um lugar de lutas, ascensões
e quedas entre os homens, e um mundo ameaçador e primitivo
(sublinhado pela ênfase dada às cores escuras e violentas das águas
e do céu.)
Extraído de "J.M.W. Turner, o grande pintor do mar"
NATURLINK - A Ligação à Natureza
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
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