domingo, 27 de fevereiro de 2011

Equipe Crónica - "Picos Suiços" - óleo sobre papelão - 1,07 x 0,77 mts.

Equipe Crónica - "Lembrança da Alemanha" - óleo e acrílico - 1,00 x 0,94 mts.

Equipe Crónica - "A Jaqueta Azul" - pastel sobre papelão - 0,70 x 0,60 cmts.

Equipe Crónica - "Perto da Ponte Narny" - óleo e acrílico - 2,20 x 1,40 mts.

Equipe Crónica - "Descobrir Holder" - óleo sobre tela - 1,40 x 0,90 mts.

Equipe Crónica - "A Poltrona" - óleo, carvão, acrílico e colagem sobre tela - 1,50 x 1,50 mts.

Equipe Crónica "A fotografia - retrato de Picasso" - óleo, colagem e acrílico - 1,30 x 1,60 mts

Equipe Crónica - "Na Galeria Ufizzi - óleo 2,40 x 1,72 mts

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Os Fotógrafos
ROBERT CAPA / "A Guerra"

Robert Capa - foto: Ruth Orkin

ROBERT CAPA (Endre Erno Friedmann) nasceu em Budapeste - Hungria, em 1913 e morreu no Vietnã em 1954 / Foi um dos mais célebres fotógrafos de guerra. Capa cobriu os mais importantes conflitos da primeira metade do século XX: a Guerra Civil Espanhola, a Segunda Guerra Mundial, a Guerra Árabe-Israelense de 1948, e a primeira Guerra da Indochina. Durante os seus estudos secundários sente-se atraido pelos meios culturais marxistas. Fichado pela policia, teve que se exilar em 1930. Vai para Berlim onde se inscreve na Faculdade de Ciências Políticas e se aproxima do jornalismo. Trabalha durante um tempo na "Dephot", a maior agência alemã de jornalismo da época. Em 1931 começa sua carreira de fotógrafo com um expressivo flagrante de León Trotzky, discursando durante um congresso em Copenhaguem.

León Trotzky - Copenhaguem 1931

O aparecimento do nazismo e a religião judaica de Robert fazem com que tenha que deixar Berlim em 1932, dirigindose a Viena e depois París. Em 1934 conhece a fotógrafa polonesa Ferda Taro e juntos criam o personagen Robert Capa, repórter mítico de nacionalidade estado unidense. Em 1936 Capa e Ferda Taro partem em reportagem para o meio da Guerra Civil, na Espanha, onde Ferda encontra morte trágica no ano seguinte. / Em 1938, Capa vai a China para fotografar o conflito sino-japonés, retornando a Espanha em 1940, logo que a França cai sob o jugo nazi. Retira-se em seguida para os Estados Unidos, onde começa a trabalhar para a revista "Life". Em 1944 participa do desembarque de Normandia, o Dia "D". Depois da guerra, junto a David Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger, funda a agência "Magnum". Robert Capa ficou conhecido mundialmente pela sua foto (A Morte do Soldado Legalista) tirada durante a Guerra Civil Espanhola Capa morreu na guerra da Indochina em maio de 1954, ao pisar sobre uma mina terrestre.
ESPANHA 1936

Espanha

Espanha - detalhe

Espanha

"Os animais lutam, mas não fazem guerra. O homem é o único primata que planeja o exterminio dentro de sua própria espécie e o executa entusiasticamente e em grandes dimensões. A guerra é uma de suas invenções mais importantes; a capacidade de estabelecer acordos de paz é provavelmente uma conquista posterior."

Espanha

Espanha

Espanha

Espanha

CHINA

China 1938

INGLATERRA

Inglaterra

Guerra é um confronto sujeito a interesses da disputa entre dois ou mais grupos distintos de individuos mais ou menos organizados, utilizandose de armas para tentar derrotar o adversário. Expressões como "guerra econômica" e "guerra psocológica" designam também os confrontos provocados pelos pequenos conflitos efervescentes agudos com ações igualmente violentas mas sem o uso de armas, necessáriamente. O confronto ou guerra pode ter motivos religiosos, étnicos, ideológicos, econômicos, territoriais, de vingança ou de posse (quando um grupo deseja algo do outro). A "guerra fria" ocorre quando nações digladiam-se pela liderança global, através de conflitos indiretos, de corrida armamentista e tecnológica, "espionagem" ou "subversão", guerras por procuração e guerras doutrinárias, sempre evitando o confronto militar direto, uma vez que este, na era nuclear, levaria a uma escalada de aniquilação. A "guerra nuclear", "guerra psicológica" ou de propaganda é manipulada de dentro do sistema, e pode ocorrer mediante a transmissão de informações falsas ou assistência médica, por exemplo. Na "guerra psicológica" se manobra a fidelidade do povo ao suprir-lhe precariamente suas necessidades básicas sem intenção de viabilizar soluções. Aparentando apoio e atenção, mas sem perder o foco voltado em mantê-lo atado e fiel através do medo, ignorante do fato de que se trata apenas da manutenção de sua mísera sobrevivência. Dessa forma o interessado os mantem calados, pasivos, inoperantes e gratificados. Mantendo-os temerosos com seu futuro e ignorantes de cultura e informações de verdade, o interessado não terá oponente: "uma mentira dita varias vezes, acaba transformando-se em verdade, se não tiver respaldo legal que a negue..." afirmou Goebbels, ministro de propaganda da Alemanha nazista.
ÁFRICA

África

África

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

ITÁLIA

Itália

Itália

Itália

Itália

Itália

NÁPOLES

Nápoles

detalhe

Guerra nuclear ou "terror atômico" também conhecida como "terrorismo estressante" em que foguetes de alcance mundial são utilizados para causar destruição total e, irreverssível no oponente. A ameaça de terror iminente, da espada de Demóscrito sobre a cabeça da humanidade sempre existiú, de haver o fim do mundo, o que inspirou de fato a "guerra fria" entre URSS e EUA (1945-1989). A síntese desta modalidade de tensão estratégica foi a "destruição mutua assegurada" ou "mutual assured destruction" (mad) em inglés, também significa "louco" ou "estressante". Esta lógica garantiria que, se um lado atacasse, o outro revidaria com força total, e ambos acabariam destruidos. Outra forma de "terror atõmico" foi a estratégia proposta pelos EUA: em último caso, atacar preventivamente alguns pontos estratéticos dos seus inimigo , para assim neutralizar uma possível reação nuclear destes. Esta seria conhecida como "estratégia de alvos de uso nuclear", ou "nuclear utilization target strategies" (ou apenas) "nuts", em inglés: "maluco".
NORMANDIA - "Dia D" - 1944

Normandia - Dia D

Normandia - Dia D

FRANÇA 1944/45

França

ALEMANHA 1945

Alemanha

Alemanha

A guerra biológica envolve como tática o uso de agentes biológicos nocivos como virus ou bactérias. É possível considerar que o uso de táticas deste tipo foram utilizadas de forma cosciente pelos atacantes em diversos momentos da história da humanidade. A conquista da América teria inaugurado a guerra biológica em larga escala, pois os europeus trouxeram consigo doenças que dizimaram as populações nativas. No século XX armas biológicas foram intensamente utilizadas durante a segunda guerra mundial, pelas forças japonesas que atacaram a China, e durante a guerra da Coreia. O governo socialista de Cuba sempre acusou os EUA de pulverizar pragas sobre as suas plantações. A chamada "guerra química" foi utilizada de forma ampla pela primeira vez na primeira guerra mundial (1914-1918) e envolve a utilização do "gas mostarda": guerra Irã-Iraque (1980-1988), e o "napalm" usado pelos EUA na invasão e guerra do Vietnã (1959-1975)
ISRÄEL 1948

Isräel - Acampamento de inmigrantes

Isräel

INDOCHINA 1954

Indochina

Indochina

Indochina

A maior parte das guerras envolvem motivações econômicas, que vão desde a posse de bens ou riquezas, até o controle de recursos estratégicos. Podem ter por obgetivo a conquista de territórios, recursos e mercados ou a eliminação de sistemas político-econômicos competidores rivais. São mais pronunciadas nas guerras modernas, quando os estados já são orientados por uma lógica mais industrial-financeira e recursos muitas vezes raros tornam-se assenciais em determinados processos produtivos. Teoricamente, conflitos deste tipo tenderiam a ser analizados pelos beligerantes em função de seu custo e beneficio. Quando bem planejadas, os alvos são claramente definidos. (Infra-estrutura do adversário) e as ações militares buscam a resolução mais rápida possível, minimizando baixas e custos. A imposição de ideias: este tipo, mais amplo, é gerado tanto por fatores isolados (religião, política ou economia) ou pelo simples fato de considerarem-se superiores aos outros. De grupos que consideram as caracteristicas pessoais que posuem como sendo perfeitas, considerando todas as outras obsoletas. Neste tipo normalmente se atacam a cultura de determinado povo ou grupo rival, exterminando seus conhecimentos, suas ideias e opiniões sociais. Como exemplo pode-se citar os holocaustos bibliograficos, onde os alvos principais são os centros retentores de conhecimento, as bibliotecas. / "Sobre a Guerra" - Wikipédia Google
BUDA